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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.

Yali Wetland Reserva Cabernet Sauvignon

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Ver informações completas

Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Yali Wetland Reserva Cabernet Sauvignon

Visual

Coloração vermelho rubi intenso

Aromas

Aroma de frutas frescas como morango, framboesa, mirtilo e amora. Quando ganha oxigênio, destacam-se notas de pimenta preta e suaves nuances de caramelo e chocolate

Paladar

Vinho de bom volume de boca. De estrutura firme, com taninos maduros e boa persistência. O final de boca lembra notas de frutas vermelhas e negras, remetendo ao aroma

Acidez
Refrescante
Corpo
Encorpado
Doçura
Suave
Complexidade
Complexo

Ficha técnica - Yali Wetland Reserva Cabernet Sauvignon

Tipo Tinto Seco
Método Seleção final dos cachos;Desengace das uvas frescas;Maceração pré-fermentativa a frio; Uso de leveduras selecionadas;Fermentação alcoólica com temperatura de 26ºC a 28ºC; Prensagem descontínua delicada;Maturação de 70% do vinho por 10 meses em barricas de.
Uvas
  • Cabernet Sauvignon
Região Vale do Maipo | Chile
Temperatura 16° a 18°C
Harmonização
  • Costela Suína.Bife Acebolado.Pizzas. Vinificação: Seleção final dos cachos;Desengace das uvas frescas;Maceração pré-fermentativa a frio; Uso de leveduras selecionadas;Fermentação alcoólica com temperatura de 26ºC a 28ºC; Prensagem descontínua
Ocasião
  • Inverno
Para saber mais

Descrição do produto

Yali Wetland Reserva Cabernet Sauvignon.

A linha Wetland Reserva é fruto da perfeita integração entre tecnologia e respeito ao meio ambiente. As notas frutadas harmonizam com as nuances da passagem por barricas francesas e americanas. Os vinhos são equilibrados, com taninos maduros e acidez equilibrada, características que os elevam a uma categoria que poucos podem demonstrar.

O vinho Yali Wetland Reserva Cabernet Sauvignon é um vinho tinto produzido pela vinícola chilena Yali. Ele pertence à linha Reserva, que representa a seleção dos melhores vinhos da marca.

Este vinho é feito principalmente a partir da uva Cabernet Sauvignon, uma das mais conhecidas e apreciadas no mundo do vinho. As uvas utilizadas na produção do Yali Wetland Reserva Cabernet Sauvignon são cultivadas em vinhedos localizados no Vale Central do Chile, uma região famosa pela produção de vinhos de alta qualidade.

No aspecto visual, o Yali Wetland Reserva Cabernet Sauvignon apresenta uma cor vermelho-rubi intensa e brilhante. No nariz, revela aromas complexos de frutas vermelhas maduras, como cerejas e ameixas, combinados com notas sutis de especiarias, como pimenta preta e baunilha.

Na boca, este vinho oferece um sabor rico e encorpado, com taninos macios e bem integrados. As notas frutadas se destacam, trazendo sabores intensos de frutas vermelhas e negras, como amora e groselha. Há também um toque de baunilha e chocolate, provenientes do envelhecimento em barricas de carvalho.

O Yali Wetland Reserva Cabernet Sauvignon é um vinho elegante e equilibrado, com uma acidez refrescante e um final persistente. É uma excelente escolha para acompanhar carnes vermelhas grelhadas, queijos maduros e pratos com molhos intensos.

 

Tipo: Tinto Seco

Varietal: Cabernet Sauvignon

Produtor: Yalí

Terroir: Vale do Maipo | Chile

País: Chile

Safra: Consulte

 

Teor Alcoólico: 13%

Volume: 750ml

Temperatura de Serviço: 16° a 18°C

Maturação: 10 meses de maturação em barricas de carvalho francês e americano - 70% do vinho.

 

Vinícola

Os vinhos Yali são elaborados com filosofia sustentável, agregando diversidade e modernidade aos rótulos. A extensão da vida urbana com a silvestre é transferida aos vinhos que são amigáveis, frescos, vivos, com aromas e sabores equilibrados e que respeitam o meio ambiente.

 

Análise Sensorial

Visual: Coloração vermelho rubi intenso.

Olfativo: Aroma de frutas frescas como morango, framboesa, mirtilo e amora. Quando ganha oxigênio, destacam-se notas de pimenta preta e suaves nuances de caramelo e chocolate.

Gustativo: Vinho de bom volume de boca. De estrutura firme, com taninos maduros e boa persistência. O final de boca lembra notas de frutas vermelhas e negras, remetendo ao aroma.

 

Harmonização: Costela Suína.Bife Acebolado.Pizzas.

 

Vinificação: Seleção final dos cachos;Desengace das uvas frescas;Maceração pré-fermentativa a frio; Uso de leveduras selecionadas;Fermentação alcoólica com temperatura de 26ºC a 28ºC; Prensagem descontínua delicada;Maturação de 70% do vinho por 10 meses em barricas de carvalho francês e americano; Envase;Maturação em cave por 6 meses;Rotulagem.

 

Laudo técnico: Álcool: 13%

Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).