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Logo da marca Arbugeri Arbugeri 150 Licoroso

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O Arbugeri 150 é um licoroso de edição limitada que celebra 150 anos de tradição através da união das vinícolas Arbugeri e Palmeiras. Com 120 meses de maturação em carvalho francês, este tinto encorpado revela uma complexidade fascinante, marcada por notas de frutas passificadas, especiarias, mel e um toque de tabaco. É a escolha ideal para aquecer os dias de inverno, oferecendo um equilíbrio perfeito entre acidez e doçura em uma experiência memorável.
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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Arbugeri 150 Licoroso - Arbugeri - Espumantes do Sul

Arbugeri 150 Licoroso

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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Arbugeri 150 Licoroso

Visual

Coloração vermelho rubi terroso, com possível sedimentação devido ao longo envelhecimento.

Aromas

Frutas maduras, frutas passificadas, especiarias, mel e um leve toque de tabaco.

Paladar

Predomina o equilíbrio entre a acidez e o açúcar, com sabores francos e persistentes.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Arbugeri 150 Licoroso

Tipo Vinho Fino Tinto Licoroso
Método 120 meses em carvalho francês
Uvas
  • Merlot
  • Touriga Nacional
Região Serra Gaúcha
Volume 700ml
Temperatura 16° a 18°C
Harmonização
  • Sobremesas à base de chocolate amargo
  • Queijos azuis
  • Frutas secas
Ocasião
  • Inverno
  • Outono
  • Jantar Especial
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Arbugeri 150 Licoroso

O Arbugeri 150 Licoroso é uma expressão de rara profundidade, revelando uma coloração vermelho rubi terroso que antecipa sua complexidade. No nariz, apresenta um bouquet envolvente de frutas maduras e passificadas, harmonizado por notas de especiarias, mel e um delicado toque de tabaco. Em boca, destaca-se pelo equilíbrio notável entre a acidez e a doçura, oferecendo sabores francos e uma persistência que convida a uma degustação atenta e pausada.

Este rótulo é o resultado de uma parceria histórica entre as vinícolas Arbugeri e Palmeiras, unindo mais de 150 anos de expertise. Elaborado a partir de um corte de Merlot e Touriga Nacional, o vinho passou por um meticuloso processo de maturação de 120 meses em carvalho francês. Esse longo período de descanso confere ao licoroso uma estrutura encorpada e uma elegância singular, características típicas de vinhos de guarda que preservam sua integridade ao longo do tempo.

Proveniente da Serra Gaúcha, o Arbugeri 150 é um convite para momentos especiais, sendo uma companhia ideal para os dias de temperaturas mais amenas. Sua personalidade marcante harmoniza perfeitamente com sobremesas à base de chocolate amargo, queijos azuis ou uma seleção de frutas secas. É uma escolha memorável para quem busca apreciar a tradição e a dedicação contidas em cada taça deste vinho único.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

VINHO LICOROSO TINTO DOCE

 

Fruto da união do conhecimento dos enólogos Eduardo Arbugeri e Lucio M. Camargo este vinho foi concebido para celebrar a parceria entre as Vinícolas Arbugeri e Palmeiras que juntas somam mais de 150 anos de expertise e tradição na elaboração de vinhos de altíssima qualidade. Tal parceria não poderia ser expressa se não pelo mais exclusivo, complexo e longevo dos vinhos;

De visual apresenta coloração vermelho rubi terroso (por se tratar de um vinho com mais de 10 anos é comum apresentar sedimentação de cor no fundo da garrafa.) No aroma apresenta frutas maduras e passificadas, além especiarias, mel e um leve toque de tabaco, em boca predomina o equilíbrio entre a acidez e açúcar e sabores francos.

 

Lote: 2500 garrafas de 700ml .

 

Teor alcoólico: 18.5% Vol.

Temperatura de serviço: 16° a 18°C.

Variedades: Merlot 78% -Serra Gaúcha, Touriga Nacional 22% Campanha Gaúcha.

Maturação: 120 meses em carvalho francês.

 

 

A vinícola

Sobre a Arbugeri

A Vinícola Arbugeri é uma vinícola familiar que expressa a tradição da Serra Gaúcha em cada garrafa de vinhos e espumantes artesanais. Com produção cuidadosa, valoriza o trabalho próximo à terra e a seleção de uvas de qualidade.

Os vinhos e espumantes Arbugeri refletem o respeito ao terroir, unindo técnicas modernas à herança de gerações dedicadas à vitivinicultura. São rótulos que combinam frescura, equilíbrio e personalidade, ideais para celebrar momentos especiais.

Descubra a Vinícola Arbugeri e leve para sua taça o sabor autêntico de uma produção familiar, feita com carinho e compromisso com a qualidade do vinho brasileiro.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).