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Logo da marca Garibaldi Garibaldi Acordes Merlot

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O Garibaldi Acordes Merlot é um tinto estruturado e complexo, elaborado com rigor artesanal no Vale dos Vinhedos. Com 12 meses de maturação em barricas, revela aromas intensos de cereja, cacau e baunilha, entregando um paladar untuoso com taninos maduros e persistentes. É a escolha ideal para elevar jantares especiais durante o outono e inverno, harmonizando perfeitamente com carnes vermelhas e pratos de sabores intensos.
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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Garibaldi Acordes Merlot - Garibaldi - Espumantes do Sul

Garibaldi Acordes Merlot

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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Garibaldi Acordes Merlot

Visual

Coloração vermelha rubi intensa com traços violáceos.

Aromas

Fruta de cereja, caramelo, cacau, café e baunilha.

Paladar

Apresenta um ótimo volume em boca, uma sensação de untuosidade que denota bem seu corpo, com taninos agradáveis e maduros e uma persistência marcante no final de boca.

Acidez
Equilibrada
Corpo
Estruturado
Doçura
Brut
Complexidade
Complexa

Ficha técnica - Garibaldi Acordes Merlot

Tipo Vinho Fino Tinto Seco
Método 12 meses em barricas de carvalho
Uvas
  • Merlot
Região Vale dos Vinhedos
Volume 750ml
Temperatura 16ºC
Harmonização
  • Pato assado ao tamarindo
  • Risoto de funghi
  • Carnes vermelhas
Ocasião
  • Jantar Especial
  • Outono
  • Inverno
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Garibaldi Acordes Merlot

O Garibaldi Acordes Merlot revela uma coloração rubi intensa com reflexos violáceos, convidando a uma experiência sensorial sofisticada. No nariz, apresenta uma alta intensidade aromática, onde o caráter frutado da cereja se entrelaça harmoniosamente a notas de caramelo, cacau, café e baunilha. Em boca, destaca-se pelo excelente volume e uma textura untuosa, sustentada por taninos maduros e uma acidez equilibrada, culminando em um final longo e marcante.

A elaboração deste tinto reflete um trabalho artesanal minucioso, iniciado com a colheita manual e seleção rigorosa dos cachos. Após a fermentação, o vinho passa por um afinamento de 12 meses em barricas de carvalho sobre as borras finas, técnica conhecida como Sur Lie, que confere maior profundidade e complexidade ao conjunto. O processo é finalizado com o repouso em cave, garantindo que o vinho alcance seu pleno potencial antes de chegar à taça.

Proveniente do Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves, este rótulo é um verdadeiro representante do terroir que consolidou a região como referência na vitivinicultura nacional. Com estrutura marcante, é uma excelente companhia para os dias mais frios de outono e inverno, harmonizando perfeitamente com pratos de sabores intensos, como carnes vermelhas grelhadas, risoto de funghi ou preparações à base de pato, além de queijos maturados de massa dura.

Curadoria Espumantes do Sul
Região Vale dos Vinhedos
Selo da curadoria
SELEÇÃO
Ocasião
  • Jantar Especial
  • Outono
  • Inverno
Para saber mais

Descrição do produto

Garibaldi Acordes Merlot 2011 

100% Uva Merlot.

A linha de vinhos Acordes foi elaborada com cuidado e sentido de responsabilidade de um artesão, utilizando métodos naturais, tanto na vinha quanto na vinícola.

Refletem as castas regionais das uvas dos quais são elaborados, sendo os representantes das castas no mundo. Foram três anos de pesquisas e estudos para se chegar a uma linha de produtos que se apresentam como vinhos fáceis de beber, e de relação qualidade/satisfação rapidamente reconhecida pelo apreciador.

Uma linha de vinhos com a cara do Brasil!   

Origem: Os vinhedos são cultivados na Região de Bento Gonçalves (Capital brasileira do vinho), já apondata como um dos grandes terroirs para elaboração de vinhos no Brasil. São conduzidos pelo sistema de espaldeira com controle de produção (7.000kg/ha). 

Elaboração: Colheita manual e seleção dos cachos no vinhedo. Desengace dos cachos, maceração pré-fermentativa à 8ºC. Fermentação alcoólica com pisiage e delestage e maceração pós-fermentativa.

O vinho passa por uma fase de afinamento e amadurecido por 12 meses em barrivas sobre as borras finas - ""Sur Lie"", com fermentação malolática na barrica, trasfega, repouso e filtração a terra.

Engarrafamento e repouso na garrafa em cave. 

Graduação Alcoólica14%.

Temperatura de Serviço 16ºC.

Embalagem:Garrafa de 750ml.

 

Características Sensoriais:

Conhecida como a casta emblemática do Vale dos Vinhedos, e elaborado apenas em safras especiais.

Apresenta uma coloração vermelha rubi intensa, com traços violáceos e uma alta intensidade aromática, com expressivo caráter varietal, lembrando fruta de cereja e notas de carvalho como caramelo, cacau, café e baunilha.

Apresenta um ótimo volume em boca, uma sensação de untuosidade que denota bem seu corpo, com taninos agradáveis e maduros e uma persistência marcante no final de boca.

 

Harmonização:

Combina muito bem com pratos de textura rica e de aromas intensos e complexos, como:

Pato assado ao tamarindo, risoto de funghi, avestruz ao molho de mostarda.

Vai muito bem com carnes vermelhas assadas e grelhadas.

Os queijos ideais sãs os queijos maduros de massa dura, tipo parmesão, pecorino e grana padano. 

A vinícola

Sobre a Garibaldi

A Vinícola Garibaldi é uma das maiores e mais premiadas cooperativas do Brasil, localizada em Garibaldi, no coração da Serra Gaúcha. Fundada em 1931, reúne centenas de famílias produtoras que cultivam uvas com dedicação, tradição e cuidado sustentável, dando origem a vinhos, espumantes e sucos de alta qualidade.

Reconhecida internacionalmente, a Garibaldi é referência principalmente pelos seus espumantes premiados, elaborados pelo método Charmat e pelo método Tradicional, com destaque para o Garibaldi Moscatel — um dos mais premiados do Brasil — além de rótulos Brut, Rosé e Nature, perfeitos para brindar momentos especiais. A cooperativa também oferece vinhos de mesa, varietais e sucos integrais, todos com o compromisso de valorizar o trabalho das famílias associadas.

Descubra a Vinícola Garibaldi e leve para sua taça o sabor autêntico de uma marca que une tradição cooperativa, inovação e paixão pela vitivinicultura, levando o melhor da Serra Gaúcha para consumidores de todo o país.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).