Pular para as informações do produto

Logo da marca Larentis Larentis Reserva Cabernet Sauvignon

Em estoque

Preço normal R$ 96,60
Preço normal R$ 96,60 Preço promocional
OFF Esgotado
em até 6x de
R$ 16,10 sem juros Parcelamento válido apenas no cartão de crédito
💳 Pagamento facilitado no cartão
8% OFF no PIX
por R$ 88,87
💰 Você economiza R$ 7,73 no PIX
 
 
add_shopping_cart

-

Pedido aprovado

local_shipping

- - -

Expedição do Pedido

redeem

- - -

Entregue!

local_shipping

Promoções de frete vigentes

 

Políticas vigentes de desconto no frete*

Nossa política de Frete Grátis vigente é a seguinte:

 Região Sul Pedidos a partir de
Rio Grande do Sul R$ 400
Santa Catarina R$ 400
Paraná R$ 500

 

 Região Sudeste Pedidos a partir de
São Paulo R$ 500
Rio de Janeiro R$ 600
Minas Gerais R$ 600
Espírito Santo R$ 800

 

 Região Centro Oeste Pedidos a partir de
Distrito Federal R$ 800
Goiás R$ 1.000

 

*Sujeito à alteração sem aviso prévio

As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Larentis Reserva Cabernet Sauvignon - Larentis - Espumantes do Sul

Larentis Reserva Cabernet Sauvignon

Preço normal R$ 96,60
Preço normal R$ 96,60 Preço promocional
OFF Esgotado
Ver informações completas

Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Larentis Reserva Cabernet Sauvignon

Visual

Límpido, de coloração rubi intensa.

Aromas

Intensos aromas de cassis, especiarias como noz-moscada e pimenta preta, passas, ameixa seca, tabaco e chocolate.

Paladar

Vinho encorpado, com bom equilíbrio, estrutura marcante e persistência prolongada com leve toque defumado.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Larentis Reserva Cabernet Sauvignon

Tipo Vinho Fino Tinto Seco
Método Envelhecimento em barricas de carvalho norte-americano por oito meses
Uvas
  • Cabernet Sauvignon
Região Serra Gaúcha
Volume 750ml
Temperatura 16 a 18°C
Harmonização
  • Carnes vermelhas assadas e grelhadas
  • Caças
  • Molhos fortes
  • Queijos maduros
Ocasião
  • Inverno
  • Outono
  • Jantar Especial
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Larentis Reserva Cabernet Sauvignon

Um rubi profundo que chama atenção antes mesmo de ser degustado, Larentis Reserva Cabernet Sauvignon oferece um bouquet intenso de cassis, pimenta preta e notas de tabaco e chocolate, entrelaçados com especiarias como noz‑moscada e frutas secas de passas e ameixa. No paladar, o vinho se revela encorpado, equilibrado e com uma persistência que lembra um leve toque defumado, convidando a repetir a experiência. A combinação de aromas e textura faz dele a escolha perfeita para momentos de inverno ou outono, quando o calor interior de uma taça bem equilibrada se torna um convite à celebração.

A elaboração segue um processo tradicional, com seleção manual das uvas nos melhores vinhedos da família Larentis. A maceração prolongada e a fermentação malolática garantem a suavidade e a complexidade do vinho, enquanto o envelhecimento de oito meses em barricas de carvalho norte‑americano confere nuances de madeira e um caráter defumado delicado. Após a engarrafagem, o rótulo descansa na cave por pelo menos um ano, permitindo que os sabores se integrem e amadureçam antes de chegar ao consumidor.

Produzido na Serra Gaúcha, Larentis Reserva carrega a identidade de um terroir que privilegia solos bem drenados e microclimas propícios à maturação lenta das uvas. A vinícola, reconhecida por sua tradição e atenção aos detalhes, oferece um vinho que não apenas complementa carnes vermelhas, caças e queijos maduros, mas também conta a história de uma região onde a paixão pelo vinho se traduz em cada gole.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

Variedade Cabernet Sauvignon.

 

De bom equilíbrio, excelente estrutura e persistência que lembra um leve toque defumado.

Límpido, de coloração intensa, características aromáticas marcantes de groselha, pimenta preta, tabaco e chocolate.

 

Produção Limitada 2.000 garrafas numeradas.

TintoAnálise VisualCor rubi intenso.

Graduação Alcoólica13% vol.

Temperatura de Serviço16 a 18° C.

ElaboraçãoBebida elaborada somente em safras propícias para a produção de vinhos longevos.

Seleção das uvas manualmente, nos melhores vinhedos da Família Larentis.

Elaboração tradicional com controle de temperatura durante a fermentação e maceração prolongada.

Realizou a fermentação malolática.

Envelhecimento em barricas de carvalho norte-americano por oito meses.

Depois de engarrafado descansou na cave por no mínimo um ano antes de ser comercializado.

 

 

 

Características Sensoriais:

Apresenta intensos aromas de cassis, especiarias como noz moscada e pimenta preta, passas e ameixa seca.

É um vinho encorpado, com bom equilíbrio e persistência na boca.

Cor rubi intenso.

Apresenta intensos aromas de cassis, especiarias como noz moscada e pimenta preta, passas e ameixa seca.

É um vinho encorpado, com bom equilíbrio e persistência na boca.

 

Harmonização:

Harmoniza-se com carnes vermelhas assadas e grelhadas, caças, molhos fortes e queijos maduros.

 

A vinícola

Sobre a Larentis

A Vinícola Larentis é uma vinícola familiar fundada em 2001 pelos descendentes de Arcangelo Gabriele Larentis, imigrante italiano que chegou ao Brasil em 1876. Localizada no coração do Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves, ela cultiva 14 hectares divididos em vinhedos próprios, distribuídos em 23 parcelas refinadas, e produz vinhos finos e espumantes com foco em terroir e qualidade artesanal.

Os vinhos e espumantes Larentis passeiam por linhas como Gran Reserva, Cepas Selecionadas, Reserva e Espumantes, elaborados com fermentação em tanques de inox e maturação em barricas de carvalho francês e americano. Os espumantes incluem o elegante Cuvée Spéciale Brut Rosé, com mínimo de 18 meses de autólise, que entregam borbulhas finas, aromas frutados e frescor vibrante – agradando paladares exigentes e amantes de champenoise nacionais.

Descubra a Larentis e vivencie uma experiência completa no Vale dos Vinhedos: degustações clássicas e premium, piqueniques entre os vinhedos, colheita noturna exclusiva, visitas guiadas pela moderna loja e wine-bar com vista panorâmica — tudo alinhado ao cuidado minucioso e à paixão de uma família que valoriza tradição e inovação em cada garrafa.


Ver produtos da Larentis

Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).