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Logo da marca Lídio Carraro Lídio Carraro Grande Vindima Quorum Assemblage

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O Lídio Carraro Grande Vindima Quorum é um tinto de alma artesanal, elaborado no Vale dos Vinhedos através de um rigoroso processo por gravidade que preserva a pureza de seu corte entre Merlot, Cabernet Sauvignon, Tannat e Cabernet Franc. Este vinho revela uma complexidade refinada, equilibrando notas de frutas vermelhas, café e especiarias com taninos maduros e elegantes. É a escolha ideal para elevar jantares especiais, trazendo harmonia e estrutura aos dias mais frescos de outono e inverno.
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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Lídio Carraro Grande Vindima Quorum Assemblage - Lídio Carraro - Espumantes do Sul

Lídio Carraro Grande Vindima Quorum Assemblage

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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Lídio Carraro Grande Vindima Quorum Assemblage

Visual

Rubi intenso com reflexos violetas.

Aromas

Revela um toque de flor e aromas frutados como cereja, framboesa, groselha e romã, desenvolvendo notas de café, chocolate e especiarias.

Paladar

Tem um grande caráter e equilíbrio, com taninos maduros e estáveis que envolvem a boca transmitindo uma força harmônica.

Acidez
Equilibrada
Corpo
Estruturado
Doçura
Brut
Complexidade
Complexa

Ficha técnica - Lídio Carraro Grande Vindima Quorum Assemblage

Tipo Vinho Fino Tinto Seco
Método Vinificação tradicional em tanque
Uvas
  • Merlot
  • Cabernet Sauvignon
  • Tannat
  • Cabernet Franc
Região Vale dos Vinhedos, Brasil
Volume 750ml
Temperatura 16 a 18°C
Harmonização
  • Carnes Vermelhas
  • Queijos Estruturados
  • Massas
Ocasião
  • Inverno
  • Outono
  • Jantar Especial
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Lídio Carraro Grande Vindima Quorum Assemblage

O Lídio Carraro Grande Vindima Quorum é um tinto de presença marcante, exibindo uma coloração rubi intensa com reflexos violetas. No nariz, apresenta uma complexidade refinada, revelando notas florais e frutadas que remetem a cereja, framboesa, groselha e romã, evoluindo gradualmente para toques de café, chocolate e especiarias. Em boca, destaca-se pelo equilíbrio e elegância, com taninos maduros e estáveis que conferem uma estrutura harmônica e persistente.

Este vinho é o resultado de um minucioso processo de elaboração, que utiliza o sistema de vinificação tradicional em tanques. A condução das uvas ocorre por gravidade, evitando ações mecânicas para preservar a integridade da matéria-prima. O corte, composto pelas variedades Merlot, Cabernet Sauvignon, Tannat e Cabernet Franc, repousa por um longo período antes do engarrafamento, resultando em um vinho não filtrado que mantém a pureza e o caráter de sua composição original.

Produzido no Vale dos Vinhedos, este rótulo reflete o cuidado artesanal com o terroir, onde as videiras são conduzidas em sistema de espaldeira com rigoroso controle de produção. Sua estrutura e elegância fazem dele a escolha ideal para acompanhar carnes vermelhas, queijos estruturados ou massas robustas em jantares especiais, especialmente nos dias mais frescos de outono e inverno.

Curadoria Espumantes do Sul
Região Vale dos Vinhedos, Brasil
Selo da curadoria
SELEÇÃO
Ocasião
  • Inverno
  • Outono
  • Jantar Especial
Para saber mais

Descrição do produto

LIDIO CARRARO QUORUM GRANDE VINDIMA


Uvas: 40% Merlot, 25% Cabernet Sauvignon, 20% Tannat, 15% Cabernet Franc
Safra: consulte

Teor alcoólico: 14,0% Vol.

Origem:
Vale dos Vinhedos l RS

Vinhedo: As videiras são conduzidas pelo sistema de espaldeira, com uma produção de 1 Kg/planta. Para o correto equilíbrio vegetativo da planta, foram realizadas podas verdes para estabelecer uma boa atividade da parede foliar fotossintetizante, além de reduzir significativamente a produção de uva por planta.

Vinificação: A uva desengaçada foi conduzida diretamente aos tanques de fermentação por gravidade, sem sofrer ação mecânica de bombeamento. As fermantações ocorreram em tanques de açoínox, seguindo o sistema tradicional de vinificação, com macerações variando de 14 a 18 dias, de acordo com cada uma das variedades. Para a extração dos compostos da casca, utilizou-se um sistema automático de remontagens para otimizar a dissolução destes compostos e não dilacerar o bagaço. Após a fermentação mallolática e trasfegas, procedeu-se o corte dos vinhos já prontos, permanecendo mais 12 meses no tanque até o engarrafamento. O vinho não foi filtrado, visando conservar íntegras as suas características. 

 

Visual: rubi intenso mostrando reflexos violetas.

Olfativo: inicialmente, revela um toque de flor e aromas frutados como cereja, framboesa, groselha e romã, desenvolvendo café, chocolate e especiarias. Seu perfil aromático cresce e mostra uma complexidade e um refinamento longos e constantes. 

Gustativo: tem um grande caráter e equilíbrio, relacionados às mesmas sensações olfativas. É elegante e, entretanto, seus taninos maduros e estáveis envolvem a boca transmitindo uma força harmônica. 

A vinícola

Sobre a Lídio Carraro

A Vinícola Lidio Carraro é uma vinícola boutique familiar, presente há mais de cinco gerações e localizada no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves. Adotando uma filosofia purista de mínima intervenção, ela busca expressar ao máximo a essência da uva e do terroir, sem uso de barricas ou correções enológicas.

A produção é limitada e rigorosa, com vinhos e espumantes de linhas premium como Grande Vindima, Dádivas, Elos, Singular e Faces, elaborados com uvas como Merlot, Cabernet Sauvignon, Tannat, Tempranillo, Chardonnay e Pinot Noir. Vários rótulos receberam notas altas e prêmios nacionais e internacionais, e já foram vinhos oficiais de eventos como a Copa do Mundo FIFA 2014, Jogos Olímpicos de 2016 e outras competições esportivas.

Descubra a Vinícola Lidio Carraro com experiências enoturísticas intimistas e sofisticadas: degustações guiadas por enólogo ou sommelier, em ambiente moderno de arquitetura integrada à natureza, piqueniques, tours personalizados e loja com vinhos exclusivos. Ideal para quem valoriza autenticidade, qualidade e conexão profunda com o mundo do vinho.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).