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Logo da marca Casa Valduga Casa Valduga Terroir Gewurztraminer

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Elaborado pela Casa Valduga na Serra Gaúcha, este Gewurztraminer destaca-se pela elegância e frescor vibrante. No nariz, revela notas intensas de lichia, pera e jasmim, enquanto no paladar apresenta uma textura sedosa e equilibrada. É a escolha ideal para os dias de primavera e verão, harmonizando perfeitamente com frutos do mar, peixes e queijos leves.
 
 
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*Sujeito à alteração sem aviso prévio

As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Casa Valduga Terroir Gewurztraminer - Casa Valduga - Espumantes do Sul

Casa Valduga Terroir Gewurztraminer

Preço normal R$ 149,90
Preço normal R$ 149,90 Preço promocional
OFF Esgotado
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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Casa Valduga Terroir Gewurztraminer

Visual

Coloração amarelo palha, límpido e brilhante.

Aromas

Intensas notas primárias, típicas deste varietal, dominam o seu perfil aromático. Notas de frutas como pera e lichia destacam-se envoltas por delicadas nuances de especiarias e florais como jasmim.

Paladar

Sedoso, com acidez e álcool equilibrados, revelando toda a intensidade da fruta. É leve, macio e generosamente refrescante. O final de boca confirma o aroma, é frutado e elegante.

Acidez
Refrescante
Corpo
Leve
Doçura
Brut
Complexidade
Boa complexidade

Ficha técnica - Casa Valduga Terroir Gewurztraminer

Tipo Vinho Fino Branco Seco
Método Vinificação tradicional em tanque
Uvas
  • Gewurztraminer
Região Serra Gaúcha - RS - Brasil
Volume 750ml
Temperatura 8°C a 10°C
Harmonização
  • Queijos leves
  • Carnes brancas
  • Peixes
  • Frutos do mar
Ocasião
  • Primavera
  • Verão
  • Recepção
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Casa Valduga Terroir Gewurztraminer

O Casa Valduga Terroir Gewurztraminer apresenta uma coloração amarelo palha, límpida e brilhante, que antecipa sua personalidade vibrante. No nariz, destaca-se pela intensidade das notas primárias, onde a doçura da pera e da lichia se entrelaça harmoniosamente com delicados toques florais de jasmim e nuances de especiarias. Em boca, revela-se sedoso e leve, com um equilíbrio preciso entre acidez e álcool, proporcionando um final elegante e frutado.

Para preservar a pureza e a delicadeza da uva Gewurztraminer, este vinho passa por um rigoroso processo de vinificação tradicional em tanques. A colheita manual e seletiva, aliada a técnicas como a maceração a frio e a fermentação com temperatura controlada, garante que a expressão varietal seja mantida em sua forma mais autêntica, resultando em um vinho fino, seco e generosamente refrescante.

Este rótulo é um convite para apreciar a identidade da Serra Gaúcha, região onde a Casa Valduga cultiva seus vinhedos com dedicação. Por sua natureza leve e refrescante, é a escolha ideal para os dias de primavera e verão, sendo um excelente acompanhamento para peixes, frutos do mar, carnes brancas ou queijos leves, elevando a experiência de uma recepção especial.

Curadoria Espumantes do Sul
Região Serra Gaúcha - RS - Brasil
Selo da curadoria
SELEÇÃO
Ocasião
  • Primavera
  • Verão
  • Recepção
Para saber mais

Descrição do produto

Com nome original de Santa Bárbara de Encruzilhada, surgiam na Serra do Sudeste Gaúcho os primeiros estabelecimentos pastoris, formados por uma vanguarda de missionários e índios, que bravamente lutavam juntamente com guardas do império e protegiam a província das invasões espanholas.

Para homenagear estes destemidos desbravadores, o nome Identidade provém da busca pela conquista, manutenção e fortalecimento da identidade territorial da região no decorrer dos anos 1715 a 1766.
 

Características Sensoriais:

Visão: Coloração amarelo palha, límpido e brilhante.
 
Olfato: Intensas notas primárias, típicas deste varietal, dominam o seu perfil aromático.
Notas de frutas como pera e lichia destacam-se envoltas por delicadas nuances de especiarias e florais como jasmim.
 
Paladar: Sedoso, com acidez e álcool equilibrados, revelando toda a intensidade da fruta.
É leve, macio e generosamente refrescante.
O final de boca confirma o aroma, é frutado e elegante.

FICHA TÉCNICA

Clone Varietal: Inra 47
Porta-Enxerto: 3309
Sistema de Produção: Espaldeira Simples
Densidade/ha: 4.000 plantas
Tipo de Poda: Sylvoz
Carga de Gemas/ha: 40.000
Práticas Vitícolas: Arqueamento dos ramos, desbrota, desponta, desfolha na região dos cachos, raleio de cachos para controle de produção.
Colheita: Manual e seletiva.

VINIFICAÇÃO

- Seleção final dos cachos;
- Desengace das uvas frescas;
- Maceração em frio por 8 horas;
- Prensagem descontínua e delicada – prensa com atmosfera inerte;
- Clarificação do mosto;
- Uso de leveduras selecionadas Saccharomyces cerevisiae;
- Fermentação alcoólica com temperatura de 15º a 16ºC;
- Estabilização tartárica;
- Filtração;
- Engarrafamento;

LAUDO ANALÍTICO

Álcool: 13%
Acidez Total: 6,15 g/l de ácido tartárico
Acidez Volátil: 0,28 g/l de ácido acético
Densidade: 0,991
Extrato Seco: 20 g/l
SO2 Total/Livre: 0,155 / 0,047 g/l
Açúcares totais em glicose: 1,65 g/l
pH: 3,24
 

Harmonização:

Queijos leves, carnes brancas, peixes, frutos do mar, molhos pouco condimentados.
 
A vinícola

Sobre a Casa Valduga

A Vinícola Casa Valduga é uma das instituições mais consolidadoras da viticultura brasileira, com raízes fincadas no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves, desde 1875, e referência no enoturismo nacional. Pioneira no setor, oferece um complexo com pousada, restaurantes, caves históricas e experiências imersivas que fazem da visita uma verdadeira jornada pelo mundo do vinho.

Os vinhos e espumantes Casa Valduga conquistam reconhecimento internacional, com destaque para rótulos como Villa‑Lobos Cabernet Sauvignon, Storia Merlot e o premiado Espumante 130 Blanc de Blanc. Avaliados entre os melhores do país e produzidos com tecnologia moderna e tradição familiar, seus produtos unem elegância, consistência e conexão com o terroir.

Descubra a Casa Valduga e viva experiências únicas de degustação, cursos, piqueniques e muito mais, em uma vinícola que combina autenticidade, inovação e liderança no mercado, sendo a primeira brasileira entre as 100 melhores do mundo para visitar.


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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).