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Logo da marca Sotterrani Sotterrani Pinot Noir

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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Sotterrani Pinot Noir - Sotterrani - Espumantes do Sul

Sotterrani Pinot Noir

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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Sotterrani Pinot Noir

Visual

Límpido e brilhante, coloração vermelho-rubi com reflexos granada.

Aromas

Morangos silvestres, groselha, chá preto, caramelo, amêndoas e nuances terrosas.

Paladar

Corpo médio e taninos aveludados, com ótima persistência e equilíbrio.

Acidez
Equilibrada
Corpo
Estruturado
Doçura
Brut
Complexidade
Complexa

Ficha técnica - Sotterrani Pinot Noir

Tipo Vinho Fino Tinto Seco
Método 11 meses em barrica de carvalho francês e 6 meses em cave
Uvas
  • Pinot Noir
Região Serra do Sudeste do RS - Encruzilhada do Sul - Brasil
Volume 750ml
Temperatura 16°C a 18°C
Harmonização
  • Risoto de cogumelos
  • Carnes de pato
  • Cortes suínos grelhados
  • Queijos de massa mole
Ocasião
  • Inverno
  • Outono
  • Jantar Especial
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Sotterrani Pinot Noir

Este vinho, um retrato elegante da complexidade, revela-se com um brilho profundo e um aroma que evoca notas silvestres e terrosas. Na boca, desdobra-se com uma textura sedosa e um equilíbrio notável, onde a acidez vibrante dança com a doçura sutil, culminando em um final longo e persistente.

Criado com o rigor de mestres artesãos, este vinho passa por um processo de maturação que lhe confere profundidade e estrutura. A sua origem é um testemunho da alquimia entre o terroir e a paixão enológica, prometendo uma experiência que transcende o copo.

Ideal para acompanhar pratos que pedem sofisticação, como carnes nobres ou risotos elaborados. Sirva-o em temperaturas amenas para realçar todas as suas facetas.

Curadoria Espumantes do Sul
Região Serra do Sudeste do RS - Encruzilhada do Sul - Brasil
Selo da curadoria
SELEÇÃO
Ocasião
  • Inverno
  • Outono
  • Jantar Especial
Para saber mais

Descrição do produto

Vinho Tinto Sotterrani Pinot Noir

Um convite à elegância: complexidade e exclusividade em cada taça.

Este Pinot Noir é um exemplar que encanta visualmente por seu aspecto límpido e brilhante, apresentando uma coloração vermelho-rubi com reflexos granada. No nariz, revela-se um vinho frutado e complexo, com notas marcantes de morangos silvestres, groselha e chá preto, complementadas por nuances de caramelo, amêndoas e um distinto aspecto terroso. No paladar, entrega corpo médio e taninos aveludados, destacando-se pela ótima persistência e equilíbrio. Devido à sua estrutura elegante, harmoniza perfeitamente com pratos como risoto de cogumelos, carnes de pato, cortes suínos grelhados ou queijos de massa mole como Brie e Camembert.

A produção deste rótulo é limitada a um lote exclusivo de apenas 399 garrafas, elaborado com uvas 100% Pinot Noir cultivadas no terroir da Serra do Sudeste do Rio Grande do Sul, em Encruzilhada do Sul. A vinificação segue rigoroso controle, com fermentação alcoólica a 25°C em contato com as cascas e fermentação malolática espontânea. O grande diferencial de sua complexidade advém da maturação: o vinho estagia por 11 meses em barrica única de carvalho francês, seguido por um repouso de pelo menos 6 meses em cave após o engarrafamento, conferindo-lhe sofisticação e elegância ímpares.

 

Ficha Técnica:

  • Produtor: Vinícola Sotterrani
  • Origem: Serra do Sudeste do RS - Encruzilhada do Sul
  • Tipo: Vinho Fino Tinto Seco
  • Uva: 100% Pinot Noir
  • Safra: Consulte a safra disponível
  • Teor Alcoólico: 13,22%
  • Volume: 750ml
  • Maturação: 11 meses em barrica única de carvalho francês + 6 meses em cave
  • Lote: 399 garrafas
  • pH: 3,49
  • Acidez Total: 80,8 mEq/L
  • Extrato Seco: 29,2 g/L

 

Sobre a Vinícola:

Sotterrani é uma microvinícola urbana situada em Bento Gonçalves, RS. Focada na elaboração de vinhos de autor em escalas limitadas, a vinícola seleciona uvas de terroirs de excelência — como a Serra do Sudeste — para criar produtos que expressam o máximo potencial de cada casta. Unindo técnicas tradicionais a uma visão moderna, a Sotterrani entrega vinhos autênticos e memoráveis.

A vinícola

Sobre a Sotterrani

 

Sotterrani: A essência da Micro Vinícola Urbana

Nascida em um típico porão da Serra Gaúcha, a Sotterrani transforma a tradição dos descendentes italianos em vinhos de alta sofisticação. O que começou como um hobby em 2005 tornou-se uma referência em exclusividade: somos uma micro vinícola urbana com filosofia de "foco total no vinho". Trabalhamos apenas com micro lotes (300l a 600l), o que nos permite cuidar de cada garrafa como uma obra única. Sem vinhedos próprios, temos a liberdade de caçar os melhores terroirs do Sul do Brasil para entregar a você autenticidade e qualidade superior.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).