Peruzzo Pinot Noir
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Peruzzo Pinot Noir

Perfil sensorial e ficha técnica
Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.
Notas de degustação - Peruzzo Pinot Noir
Aspecto brilhante, coloração vermelho rubi de baixa intensidade, característico da casta.
Aromas complexos e intensos de frutas vermelhas como morango e cereja, com notas de especiarias como pimenta preta, cravo e toques terrosos.
Em boca, possui estrutura média, acidez marcante além de taninos macios e agradáveis. Seu retrogosto é prolongado e com toque mentolado.
Ficha técnica - Peruzzo Pinot Noir
- Pinot Noir
- Saladas
- Massas
- Peixes ao forno
- Risotos com crustáceos
- Primavera
- Outono
- Jantar Especial
Nossa avaliação
sobre o Peruzzo Pinot Noir
Descrição do produto
Peruzzo Vinho Pinot Noir.
Descubra a sofisticação e o sabor incomparável do nosso vinho Peruzzo Pinot Noir, uma verdadeira obra-prima criada pela Vinícola Peruzzo.
Nossas vinhas são cuidadosamente cultivadas e selecionadas, garantindo que apenas as melhores uvas Pinot Noir sejam utilizadas. Originárias de terroirs selecionados, as uvas deste vinho são colhidas no ponto perfeito de maturação, resultando em uma experiência sensorial única em cada taça.
O Peruzzo Pinot Noir oferece uma bela coloração rubi brilhante, que já anuncia sua intensidade. Ao levar a taça ao nariz, é possível apreciar seus aromas delicados e envolventes de frutas vermelhas frescas, como cerejas e framboesas, complementados por sutis notas de especiarias.
No paladar, a suavidade toma conta, com taninos finos e aveludados. Seu equilíbrio perfeito encanta o paladar, revelando sabores frutados e uma leve nota de baunilha, resultante do envelhecimento em barricas de carvalho francês.
O Peruzzo Pinot Noir é um parceiro ideal para diversas ocasiões gastronômicas. Harmoniza maravilhosamente bem com pratos à base de aves, como pato assado, peru ou frango ao molho de cogumelos. Além disso, é um acompanhamento excepcional para queijos de massa mole e média, realçando sabores e proporcionando uma experiência enogastronômica memorável.
Nossa vinícola é um local onde a tradição e a inovação se encontram. Com anos de experiência no cultivo de uvas e produção de vinhos premiados, nossa paixão pela excelência se reflete em cada garrafa de Peruzzo Pinot Noir. Cada etapa do processo é cuidadosamente conduzida por nossa equipe de enólogos apaixonados, que buscam oferecer a você uma experiência enológica inesquecível.
Tipo: Vinho tinto seco
Varietal: Pinot Noir
Terroir: Campanha Gaúcha/RS
Produtor: Vinícola Peruzzo
País: Brasil
Safra: Consulte
Teor Alcoólico: 13,3%%
Temperatura de Serviço: 16ºC a 18ºC.
Volume: 750 ml
Análise Sensorial
Visual: Aos olhos, apresenta aspecto brilhante, coloração vermelho rubi de baixa intensidade, o qual é característico da casta.
Olfativo: No nariz os aromas são complexos e intensos, lembram frutas vermelhas como morango e cereja. Com o agito da taça, a oxigenação proporciona o desprendimento de outros descritores aromáticos, os quais remetem a especiarias como pimenta preta e cravo além de notas terrosas.
Gustativo: Em boca, possui estrutura média, acidez marcante além de taninos macios e agradáveis. Seu retrogosto é prolongado e com toque mentolado. Um vinho elegante de uma safra especial no qual expressa o excelente Terroir da Campanha Gaúcha.
Harmonização: Ideal para acompanhar saladas, massas, peixes ao forno, risotos com crustáceos e frutos do mar não muito condimentados.
Processo de Vinificação: A colheita, realizada manualmente, é seguida por um processo de seleção dos cachos em esteira garantindo que somente uvas de alta qualidade sejam vinificadas. Após a seleção, as uvas são destinadas ao desengace e logo após a fermentação alcoólica com duração de 10 dias e temperaturas controladas entre 22° C e 25°C.

A Vinícola Peruzzo é uma vinícola familiar pioneira na Campanha Gaúcha, com sede em Bagé e unidade no Vale dos Vinhedos (RS). Fundada em 2003 pelos irmãos Peruzzo, cultiva uvas viníferas importadas e regionalmente adaptadas, produzindo vinhos e espumantes em escala boutique, com produção própria de cerca de 1,5 ha de vinhedos desde 2008.
Os vinhos Peruzzo — incluindo varietais como Arinarnoa, Cabernet Franc, Merlot, Chardonnay e Pinot Noir — refletem o terroir da Campanha e da Serra Gaúcha, com aromas frutados, corpo equilibrado e frescor agradável. Já os espumantes Peruzzo (Brut e Brut Rosé) são elaborados por métodos Charmat e Champenoise, garantindo elegância e borbulhas delicadas.
Descubra a Peruzzo e viva experiências acolhedoras e autênticas: visite o Wine Bar em Bagé ou a unidade no Vale dos Vinhedos, degustando rótulos que unem tradição, terroir e inovação em cada taça, com atendimento familiar e atenção aos detalhes .
Perguntas frequentes
Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.
Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?
O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.
Qual é o espumante mais seco?
O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.
Qual espumante é mais doce?
Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.
Qual espumante combina com churrasco?
O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.
Qual espumante combina com bolo?
Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.
Qual espumante escolher para casamento?
A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.
Quantas taças rende uma garrafa?
Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.
Quantas garrafas comprar para uma festa?
Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.
Qual é a temperatura ideal?
Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.
Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?
Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.
Espumante vence?
Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.
Espumante pode ser guardado?
Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).
Como abrir corretamente?
Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).
Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?
No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).
O que significa Nature?
É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.
O que é perlage?
O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.
O Brasil produz bons espumantes?
Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.
Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?
Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).
Qual taça deve ser usada?
A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).
Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?
Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.
Existe espumante brasileiro sem álcool?
Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.
Qual espumante é indicado para iniciantes?
Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.
Mitos e verdades
Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.
“Espumante é somente para comemorações.”
Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.
“Espumante doce é de qualidade inferior.”
Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.
“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”
Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.
“Quanto mais borbulhas, melhor.”
Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.
“Todo espumante melhora com o tempo.”
Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).
“Espumante combina apenas com sobremesas.”
Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).
“Espumante deve ser servido quase congelado.”
Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.
“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”
Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.
“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”
Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.
“Brut significa totalmente sem açúcar.”
Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).
“Rosé é necessariamente doce.”
Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.
“Moscatel serve apenas para sobremesas.”
Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.
“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”
Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).