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Logo da marca Mena Kaho Mena Kaho Di Dio Gran Reserva Assemblage Sette Varietá

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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Mena Kaho Di Dio Gran Reserva Assemblage Sette Varietá - Mena Kaho - Espumantes do Sul

Mena Kaho Di Dio Gran Reserva Assemblage Sette Varietá

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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Mena Kaho Di Dio Gran Reserva Assemblage Sette Varietá

Visual

Intenso vermelho rubi com tons violáceos.

Aromas

Aromas complexos e frutados como mirtilo, ameixa e notas de especiarias como baunilha, anis estrelado e cardamomo.

Paladar

Vinho complexo em sabores com taninos elegantes e acidez equilibrada, encorpado com boa persistência em boca.

Acidez
Equilibrada
Corpo
Encorpado
Doçura
Brut
Complexidade
Complexa

Ficha técnica - Mena Kaho Di Dio Gran Reserva Assemblage Sette Varietá

Tipo Vinho Fino Tinto Seco
Método Amadurecimento em barricas de carvalho francês
Uvas
  • Merlot
  • Cabernet Sauvignon
  • Tempranillo
  • Tannat
  • Teroldego
  • Rebo
  • Syrah
Região Serra Gaúcha, RS - Brasil
Volume 750ml
Temperatura 16°C a 18°C
Harmonização
  • Risoto de Funghi
  • Massas com molho de médio teor de gordura
  • Carnes magras e grelhadas
  • Queijos maturados
Ocasião
  • Inverno
  • Outono
  • Jantar Especial
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Mena Kaho Di Dio Gran Reserva Assemblage Sette Varietá

Intenso vermelho rubi com tons violáceos, o Di Dio revela aromas complexos de mirtilo e ameixa, entrelaçados com notas de baunilha, anis estrelado e cardamomo. No paladar, a combinação de taninos elegantes e acidez equilibrada confere um corpo encorpado e uma persistência que acompanha cada gole, ideal para acompanhar risotos de funghi, massas com molho médio e carnes magras grelhadas.

O vinho é resultado de uma assemblage de sete variedades – Merlot, Cabernet Sauvignon, Tempranillo, Tannat, Teroldego, Rebo e Syrah – que passam de 16 a 6 meses em barricas de carvalho francês, conferindo complexidade e suavidade. O método de amadurecimento em madeira cria nuances de especiarias e estrutura, mantendo o caráter seco e refinado típico de um vinho fino.

Produzido pela Vinícola Mena Kaho, na Serra Gaúcha do Rio Grande do Sul, o Di Dio reflete a riqueza do terroir gaúcho e a tradição de vinificação que a região oferece. É a escolha perfeita para celebrações de inverno ou outono, trazendo a sensação de um brinde divino a cada taça.

Curadoria Espumantes do Sul
Região Serra Gaúcha, RS - Brasil
Selo da curadoria
SELEÇÃO
Ocasião
  • Inverno
  • Outono
  • Jantar Especial
Para saber mais

Descrição do produto

Vinho Tinto Mena Kaho Di Dio Gran Reserva Assemblage Sette Varietá.

“Di Dio” (traduzido no italiano: “De Deus”), foi inspirado no Baco, o Deus romano do vinho, para representar a experiência de um vinho divino.

Baco se eternizou como Deus do vinho fazendo da bebida a protagonista dos momentos de celebração e regando aqueles que o seguiam com o néctar (vinho) que é literalmente dos Deuses.

O vinho Sette Varietta "DI DIO" Assemblagem é elaborado com o corte de sete variedades de uvas de duas safras distintas 2020/2023. As uvas da safra 2020, Merlot, Cabernet Sauvignon, Tempranillo e Tannat, possuem 16 meses de amadurecimento em carvalho francês e as uvas da safra 2023, Teroldego, Rebo,Syrah possuem 06 meses de amadurecimento em carvalho francês trazendo um pouco de jovialidade e leveza.

Tipo: Vinho Tinto Fino.

Varietal: Merlot, Cabernet Sauvignon, Tempranillo, Tannat, Teroldego, Rebo e Syrah

Terroir: Serra Gaúcha, RS.

Produtor: Vinícola Mena Kaho

País: Brasil

Safra: Consulte

Volume: 750 ml

Teor alcoólico: 13,5% de álcool

Temperatura de serviço: 16°C a 18°C.

Maturação: 16 meses em barricas: Merlot, Cabernet Sauvignon, Tempranillo e Tannat. 06 meses em barricas: Teroldego, Rebo e Syrah.

Análise Sensorial
Visual: Intenso vermelho rubi com tons violáceos
Olfativo: Aromas complexos e frutados como mirtilo, ameixa e notas de especiarias como baunilha, anis estrelado e cardamomo.
Gustativo: Vinho complexo em sabores com taninos elegantes e acides equilibrada, encorpado com boa persistência em boca.

Harmonização: Risoto de Funghi, Massas com molho de médio teor de gordura, Carnes magras e grelhadas, Queijos maturados entre outros.

 

A vinícola

Sobre a Mena Kaho

A Vinícola Mena Kaho é uma produtora boutique familiar localizada em Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha, que resgata tradições ancestrais com um olhar moderno. Fundada em 2002 em uma centenária Casa de Pedra da imigração italiana, integra as rotas de enoturismo “Cantinas Históricas” e “Encantos da Eulália”.

Com produção limitada de vinhos e espumantes premium, a Mena Kaho cultiva variedades tradicionais e microvinificações inovadoras — como o renomado Rebo — seguindo uma filosofia artesanal que alia controle técnico rigoroso e respeito ao terroir.

O enoturismo tem papel central: oferece degustações direto da barrica, visitas guiadas à cantina histórica e experiências gastronômicas ao ar livre, além da hospedagem na charmosa Casa de Pedra. Uma imersão sensorial que une legado familiar, inovação e patrimônio cultural.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).