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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Mastrojanni Brunello di Montalcino DOCG Schiena Asino - Mastrojanni - Espumantes do Sul

Mastrojanni Brunello di Montalcino DOCG Schiena Asino

Preço normal R$ 4.026,80
Preço normal R$ 4.026,80 Preço promocional
OFF Esgotado
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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Mastrojanni Brunello di Montalcino DOCG Schiena Asino

Visual

Vermelho-rubi intenso e profundo.

Aromas

Frutas vermelhas maduras, especiarias, tabaco e baunilha.

Paladar

Encorpado e elegante, com taninos firmes e bem integrados, acidez equilibrada e final longo e persistente.

Acidez
Refrescante
Corpo
Encorpado
Doçura
Brut
Complexidade
Complexa

Ficha técnica - Mastrojanni Brunello di Montalcino DOCG Schiena Asino

Tipo Vinho Fino Tinto Seco
Método 42 meses em toneis de carvalho
Uvas
  • Sangiovese
Região Montalcino, Toscana
Volume 750ml
Temperatura 16 - 18 °C
Harmonização
  • Cordeiro assado
  • Filé mignon
  • Queijos envelhecidos
Ocasião
  • Inverno
  • Outono
  • Jantar Especial
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Mastrojanni Brunello di Montalcino DOCG Schiena Asino

O Brunello di Montalcino DOCG Schiena Asino da Mastrojanni revela um vermelho‑rubi intenso que captura a luz como se fosse um tesouro escondido. No nariz, notas de frutas vermelhas maduras se entrelaçam com delicadas nuances de especiarias, tabaco e baunilha, lembrando um jardim perfumado ao entardecer. Na boca, a estrutura robusta se apresenta com taninos firmes, acidez equilibrada e um frescor que mantém a sensação de vivacidade, enquanto o final se estende longamente, deixando uma impressão de elegância e profundidade.

A excelência deste Brunello nasce da rigorosa seleção das uvas Sangiovese Grosso, cultivadas em vinhas com mais de duas décadas de idade. Após a maceração pré‑fermentativa a frio e a fermentação controlada, o vinho amadurece por 42 meses em tonéis de carvalho francês, onde ganha complexidade e suavidade. O processo de maturação em barris, aliado à prensagem delicada, garante que cada gole seja uma harmonia de sabores, textura e aroma, refletindo o cuidado meticuloso da vinícola.

Mastrojanni, fundada em 1975 no coração da região do Brunello, carrega em cada garrafa a história e o terroir de Montalcino, Toscana. O clima mediterrâneo, as colinas ondulantes e o solo rico em minerais conferem ao vinho uma identidade marcante, que se traduz em um caráter único e atemporal. Ao saborear este Brunello, você não apenas aprecia uma bebida refinada, mas também uma viagem ao legado de uma vinícola que celebra a tradição e a paixão pelo vinho italiano.

Curadoria Espumantes do Sul
Região Montalcino, Toscana
Selo da curadoria
SELEÇÃO
Ocasião
  • Inverno
  • Outono
  • Jantar Especial
Para saber mais

Descrição do produto

Mastrojanni Brunello di Montalcino DOCG Schiena Asino.

No coração da terra do Brunello, em Castelnuovo dell´Abate, na província de Siena, estão localizadas, desde 1975, as terras de Mastrojanni. A área é um patrimônio universal, devido à evidência artística e arquitetônica deixada ao longo da história e suas encantadoras paisagens naturais.

O Mastrojanni Brunello di Montalcino DOCG Schiena Asino 2015 é um vinho tinto de alta qualidade produzido pela renomada vinícola Mastrojanni, localizada na região de Montalcino, na Toscana, Itália.

Este vinho é elaborado a partir da casta Sangiovese Grosso, também conhecida como Brunello, que é a uva emblemática da região de Montalcino. As uvas utilizadas na produção deste vinho são cuidadosamente selecionadas das vinhas mais antigas da propriedade, que possuem videiras com idade média de 20 anos.

O Mastrojanni Brunello di Montalcino DOCG Schiena Asino 2015 apresenta uma cor vermelho-rubi intensa e profunda. No nariz, revela aromas complexos e sedutores de frutas vermelhas maduras, como cerejas e framboesas, combinadas com notas sutis de especiarias, tabaco e baunilha, provenientes do envelhecimento em barricas de carvalho.

Na boca, é um vinho encorpado e elegante, com taninos firmes e bem integrados. Sua acidez equilibrada proporciona frescor e vivacidade, enquanto os sabores frutados se destacam, acompanhados de nuances de chocolate e café. O final é longo e persistente, deixando uma sensação de prazer a cada gole.

Este Brunello di Montalcino é ideal para ser apreciado com pratos de carne vermelha, como cordeiro assado, filé mignon ou costela de boi. Também combina bem com queijos envelhecidos e pratos da culinária italiana, como massas com molhos ricos e intensos.

O Mastrojanni Brunello di Montalcino DOCG Schiena Asino 2015 é um vinho de alta qualidade, com grande potencial de envelhecimento. Recomenda-se decantá-lo por cerca de uma hora antes de servir, para permitir que os aromas e sabores se desenvolvam plenamente.

É importante ressaltar que o Mastrojanni Brunello di Montalcino DOCG Schiena Asino 2015 é um produto destinado a consumidores adultos. Aprecie com moderação e desfrute de uma experiência sensorial única com este excepcional vinho italiano.

 

Tipo: Tinto Seco 

Varietal: Sangiovese 

Terroir: Montalcino, Toscana 

País: Itália

Safra: Consulte

 

Teor Alcoólico: 15%

 Volume: 750ml 

Maturação: 42 meses em toneis de carvalho (Allier) de 5.400 litros 

Temperatura de Serviço: 16 - 18 °C 

 

Vinícola

Nascida em 1975 no coração da região do Brunello, a vinícola é conhecida por seu terroir único e privilegiado. Com vinhas cuidadas de perto pela família e equipe, a vinícola coleciona premiações ao longo dos anos, com vinhos únicos de excepcional qualidade. Escrevendo história com seus vinhos, hoje a vinícola Mastrojanni é uma das vinícolas mais respeitadas da região de Montalcino pelos críticos de vinhos.

 

Análise Sensorial

Visual: Vermelho intenso e brilhante.

Olfativo: Frutas vermelhas maduras com notas balsâmicas.

Gustativo: Em boca é um vinho muito estruturado e que apresenta longa persistência.

 

Harmonização: Presunto Parma. Filé à Parmegiana.

 

Premiação:

-97 Pontos | Robert Parker Wine Advocate

 

Vinificação: Seleção final dos cachos Desengace das uvas frescas Maceração pré-fermentativa a frio Uso de leveduras selecionadas Fermentação alcoólica com temperatura entre 28ºC e 30ºC Prensagem descontínua delicada Maturação de 100% do vinho em barris de carvalho francês durante 42 meses (barris de 16 hectolitros) Estabilizações e envase Maturação em garrafa durante 12 meses Rotulagem.

 

 

Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).