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Logo da marca Larentis Larentis Gran Reserva Ícone Lavoro

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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Larentis Gran Reserva Ícone Lavoro - Larentis - Espumantes do Sul

Larentis Gran Reserva Ícone Lavoro

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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Larentis Gran Reserva Ícone Lavoro

Visual

Cor rubi intensa.

Aromas

Um blend que revela uma excepcional fineza e complexidade aromática, com notas de frutas negras, frutas secas, especiarias, torrefação e mentolado.

Paladar

Em boca apresenta muito volume e equilíbrio, com taninos macios e elegantes, final de boca persistente. Vinho com longo potencial de guarda.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Larentis Gran Reserva Ícone Lavoro

Tipo Vinho Fino Tinto Seco
Método 24 meses em barricas de carvalho francês e americano
Uvas
Região Serra Gaúcha, Brasil
Volume 750ml
Temperatura 16 a 18°C
Harmonização
  • Carnes vermelhas
  • Costela de cordeiro na grelha
  • Massas ao molho de funghi
  • Risoto de funghi
  • Queijos médios e curados
Ocasião
  • Inverno
  • Outono
  • Jantar Especial
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Larentis Gran Reserva Ícone Lavoro

Rubi intenso cintila no copo, revelando um perfume que se abre em notas de frutas negras e secas, pontilhado por especiarias, toques de torrefação e um frescor mentolado que confere elegância ao aroma. Na boca, o volume e o equilíbrio se destacam, com taninos macios e uma persistência que convida a repetir, perfeito para acompanhar carnes vermelhas, costela de cordeiro grelhada ou pratos de funghi. O caráter seco e encorpado cria uma experiência robusta, ideal para os dias mais frios de outono e inverno, quando o calor do interior do vinho se faz mais apreciado.

O rótulo é fruto de 24 meses de amadurecimento em barricas de carvalho francês e americano, onde o blend secreto de uvas se desenvolve lentamente, absorvendo nuances de madeira e aprimorando sua complexidade. Esse tempo de contato com a levedura confere ao vinho uma estrutura sólida e uma textura cremosa, mantendo a acidez equilibrada que sustenta a sua longa persistência. O resultado é um vinho fino, com corpo encorpado e potencial de guarda que pode se estender por até dez anos.

Produzido pela Vinícola Larentis, na Serra Gaúcha, o Gran Reserva Ícone Lavoro celebra a tradição e o trabalho incansável da família. “Lavoro” – trabalho em italiano – reflete a dedicação desde a plantação até o brinde, homenageando a memória de Romilda e Cilo Larentis, que inspiram a busca contínua por excelência. Cada taça oferece não apenas um sabor refinado, mas também a história de um terroir brasileiro que se entrelaça com a herança italiana.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

Vinho Tinto Fino Seco Ícone Lavoro Gran Reserva Larentis. 

Na Itália, país de origem dos nossos patriarcas, Lavoro significa trabalho, um dos principais valores da família. Desde o princípio, sempre esteve presente a vontade de produzir, crescer e desenvolver nossa região, o Vale dos Vinhedos. Cuidado, paixão e dedicação são sinônimos do trabalho realizado desde a plantação das uvas até o momento do brinde com o vinho nas taças. Este vinho é uma homenagem à Romilda (in memoriam) e Cilo Larentis, que são nossas fontes de inspiração diária, para seguirmos "Lavorando" e elaborando vinhos excepcionais.

Tipo: Vinho Fino Tinto seco

Varietal: Blend secreto

Terroir: Serra Gaúcha-RS

Produtor: Vinícola Larentis

País: Brasil

Safra: Consulte

Amadurecimento: 24 meses em barricas de carvalho francês e americano.

Volume: 750 ml

Teor alcoólico: 13,8%

Temperatura de serviço: 16 a 18°C

Potencial de guarda: 10 anos

Análise Sensorial

Visual: Cor rubi intensa.
Olfativo: Um blend que revela uma excepcional fineza e complexidade aromática, com notas de frutas negras, frutas secas, especiarias, torrefação e mentolado. 
Gustativo: Em boca apresenta muito volume e equilíbrio, com taninos macios e elegantes, final de boca persistente. Vinho com longo potencial de guarda.

Harmonização: Carnes vermelhas e costela de cordeiro na grelha, massas ao molho de funghi, risoto de funghi e queijos médios e curados.

A vinícola

Sobre a Larentis

A Vinícola Larentis é uma vinícola familiar fundada em 2001 pelos descendentes de Arcangelo Gabriele Larentis, imigrante italiano que chegou ao Brasil em 1876. Localizada no coração do Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves, ela cultiva 14 hectares divididos em vinhedos próprios, distribuídos em 23 parcelas refinadas, e produz vinhos finos e espumantes com foco em terroir e qualidade artesanal.

Os vinhos e espumantes Larentis passeiam por linhas como Gran Reserva, Cepas Selecionadas, Reserva e Espumantes, elaborados com fermentação em tanques de inox e maturação em barricas de carvalho francês e americano. Os espumantes incluem o elegante Cuvée Spéciale Brut Rosé, com mínimo de 18 meses de autólise, que entregam borbulhas finas, aromas frutados e frescor vibrante – agradando paladares exigentes e amantes de champenoise nacionais.

Descubra a Larentis e vivencie uma experiência completa no Vale dos Vinhedos: degustações clássicas e premium, piqueniques entre os vinhedos, colheita noturna exclusiva, visitas guiadas pela moderna loja e wine-bar com vista panorâmica — tudo alinhado ao cuidado minucioso e à paixão de uma família que valoriza tradição e inovação em cada garrafa.


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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).