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Logo da marca Castellamare Castellamare San Diego Espumante Brut Rosé

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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Castellamare San Diego Espumante Brut Rosé - Castellamare - Espumantes do Sul

Castellamare San Diego Espumante Brut Rosé

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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Castellamare San Diego Espumante Brut Rosé

Visual

Coloração roseada, com bom perlage.

Aromas

Complexo, frutado, levemente adocicado.

Paladar

Em boca, inicialmente, apresenta uma refrescância provocada pelo gás carbônico e a acidez do produto. No final é macio, suave e bastante equilibrado.

Acidez
Refrescante
Corpo
Leve
Doçura
Brut
Complexidade
Simples

Ficha técnica - Castellamare San Diego Espumante Brut Rosé

Tipo Espumante Rosé Brut
Método Charmat
Uvas
  • Riesling
  • Glera
  • Merlot
Região Serra Gaúcha
Volume 750ml
Temperatura 3°C a 6°C
Harmonização
  • Aperitivos leves
  • Massas
  • Frutos do mar
  • Culinária oriental
Ocasião
  • Primavera
  • Verão
  • Recepção
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Castellamare San Diego Espumante Brut Rosé

Acordar a taça de Castellamare San Diego revela um rosé de cor pálida, quase translúcido, que cintila com perlage delicado. No nariz, notas frutadas se entrelaçam com um leve toque adocicado, sugerindo frutas vermelhas e flores de verão. Ao chegar à boca, a efervescência limpa a língua, seguida por uma acidez refrescante que deixa o paladar leve e equilibrado, com um final macio e persistente.

O espumante nasce no método Charmat, onde a fermentação secundária acontece em grandes tanques de aço inox, preservando a frescura das uvas. A combinação de Riesling, Glera e Merlot confere ao rótulo uma estrutura leve, típica de um Brut rosé, com um corpo delicado que se mantém em torno de 30 no nível de complexidade. A doçura controlada e a acidez marcante garantem um perfil seco, perfeito para ser apreciado entre 3 °C e 6 °C.

Produzido pela renomada vinícola Castellamare, na Serra Gaúcha, o San Diego celebra a tradição e o clima temperado da região. Seu caráter fresco e versátil o torna ideal para celebrações de primavera e verão, acompanhando desde frutos do mar e entradas leves até pratos de massa e culinária oriental. Cada gole é um convite à descoberta do terroir gaúcho em forma de espumante.

Curadoria Espumantes do Sul
Região Serra Gaúcha
Selo da curadoria
SELEÇÃO
Ocasião
  • Primavera
  • Verão
  • Recepção
Para saber mais

Descrição do produto

O Espumante Brut San Diego é produzido pela Vinícola São João (Farroupilha, RS).

Elaborado a partir de uvas Riesling, Glera e Merlot, esta bebida, ao ser degustada, apresenta  coloração roseada, com bom perlage. No aroma é complexo, frutado, levemente adocicado. Em boca, inicialmente, apresenta uma refrescância provocada pelo gás carbônico e a acidez do produto. No final é macio, suave e bastante equilibrado.

Ideal para acompanhar aperitivos leves, massas, pratos com Frutos do mar e orientais.

 

Metodo Charmat.

Deguste-o em baixa temperatura de 3°C à 6°C.

Garrafa 750ml.

 

Premiações:

Medalha Bronze - International Wine Challenge (IWC) 2017 - Londres/Inglarerra

A vinícola

Sobre a Castellamare

A Vinícola Castellamare é uma marca da Cooperativa São João, localizada em Farroupilha, na Serra Gaúcha, reconhecida por unir tradição e variedade em vinhos, espumantes e sucos de uva. Com produção voltada para atender diferentes perfis de consumidores, oferece rótulos de qualidade com excelente custo-benefício.

Além dos vinhos em garrafas e Bag-in-Box, a Castellamare se destaca pelos espumantes frescos e leves, elaborados principalmente pelo método Charmat, ideais para brindar momentos especiais, festas e encontros entre amigos.

Outro destaque é a linha San Diego, que traz vinhos de mesa suaves e tintos frutados, muito apreciados pelo paladar brasileiro. São opções versáteis para o consumo do dia a dia, perfeitas para acompanhar refeições simples, churrascos ou happy hours.

Descubra a Castellamare e aproveite a diversidade de vinhos, espumantes e a linha San Diego, valorizando o sabor autêntico da Serra Gaúcha com a confiança de uma cooperativa tradicional que entende do que o brasileiro gosta de beber.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).