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Logo da marca Don Laurindo Don Laurindo D.O. Vale dos Vinhedos Três Dons

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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Don Laurindo D.O. Vale dos Vinhedos Três Dons - Don Laurindo - Espumantes do Sul

Don Laurindo D.O. Vale dos Vinhedos Três Dons

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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Don Laurindo D.O. Vale dos Vinhedos Três Dons

Visual

Vermelho rubi intenso.

Aromas

Aromas de frutas vermelhas maduras como cereja, ameixa e framboesa. Toque de especiarias como pimenta preta e nuances de cravo, canela e chocolate. Notas de tabaco, couro e notas florais de violeta.

Paladar

Fino, amplo, potente, muito equilibrado e maduro.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Don Laurindo D.O. Vale dos Vinhedos Três Dons

Tipo Vinho Fino Tinto Seco
Método 24 meses em barricas de carvalho
Uvas
  • Merlot
Região Vale dos Vinhedos-RS - Brasil
Volume 750ml
Temperatura 14 a 16°C
Harmonização
  • Carnes de caça
  • Carnes vermelhas
  • Pratos de sabor acentuado
Ocasião
  • Outono
  • Inverno
  • Jantar Especial
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Don Laurindo D.O. Vale dos Vinhedos Três Dons

O Merlot Três Dons exibe um vermelho rubi intenso que já anuncia sua elegância. No nariz se desdobram cerejas maduras, ameixas e framboesas, entrelaçadas com toques de pimenta preta, cravo e um leve perfume de chocolate. Na boca, a estrutura encorpada se revela equilibrada, com taninos suaves e notas de tabaco e couro que conferem profundidade e longevidade.

O vinho foi amadurecido durante 24 meses em barricas de carvalho, um processo que refina sua textura e introduz nuances de baunilha e especiarias. O resultado é um tinto seco, de corpo médio a encorpado, com acidez equilibrada que mantém a frescura e a complexidade ao longo do tempo.

Produzido pela Vinícola Don Laurindo, que mantém viva a tradição de cinco gerações no Vale dos Vinhedos, o Três Dons celebra a arte de cultivar uvas e criar vinhos de excelência. Cada gole transporta o consumidor para as encostas do Vale, onde o terroir brasileiro se alia ao know‑how familiar, criando uma experiência que combina história, terroir e hospitalidade.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

Vinho Tinto Fino Merlot Três D.O. Vale dos Vinhedos Dons Don Laurindo.

História da vinícola

Na Don Laurindo, a tradição e a arte na produção de bons vinhos foram transmitidas de pai para filho. Desde a chegada da família ao Brasil, em 1887, são 5 gerações da família Brandelli dedicadas ao cultivo das uvas e à elaboração de vinhos de excelência. Fundada em 1991, a vinícola nasce com produtos que expressam toda esta tradição, arte e técnica. A história da vinícola leva em sua essência todo o conhecimento, tradição e arte transmitidas de pais para filhos. Vinhos que demonstram todo o trabalho e dedicação de gerações que sempre acreditaram no potencial e expressividade do Vale dos Vinhedos.

Tipo: Vinho Fino Tinto seco

Indicação Geográfica: D.O.V.V. Denominação de Origem Vale dos Vinhedos.

Varietal: Merlot

Terroir: Vale dos Vinhedos-RS

Produtor: Vinícola Don Laurindo

País: Brasil

Safra: Consulte

Maturação: 24 meses em barricas de carvalho.

Volume: 750 ml

Teor alcoólico: 14%

Temperatura de serviço: 14 a 16°C

Potencial de guarda: 10 anos

Análise Sensorial

Visual: Ótimo aspecto de cor vermelho rubi intenso.
Olfativo: Aromas de frutas vermelhas maduras como cereja, ameixa e framboesa. Toque de especiarias como pimenta preta e nuances de cravo, canela e chocolate. Notas de tabaco, couro podendo ter algumas notas florais de violeta.
Gustativo: Fino, amplo, potente, muito equilibrado e maduro.

Harmonização: Acompanha carnes de caça, carnes vermelhas, pratos de sabor acentuado.

A vinícola

Sobre a Don Laurindo

A Vinícola Don Laurindo é uma história de tradição familiar na Serra Gaúcha desde 1887, quando Marcelino Brandelli trouxe a primeira videira da Itália. Oficialmente fundada por Ademir Brandelli em 1991 em Garibaldi, a vinícola hoje segue sob cinco gerações da família, mantendo forte vínculo com o terroir do Vale dos Vinhedos.

Os vinhos e espumantes Don Laurindo incluem linhas de destaque como Singolare, Reserva, D.O., Collezione di Famiglia, além de espumantes Nature, Brut, Rosé e Moscatel, vinhos licorosos e grappa. Eles são reconhecidos pela expressão aromática intensa, equilíbrio entre frescor e estrutura, e envelhecimento em caves e barricas — com rótulos como o Gran Reserva que apresentam notas de frutas maduras, especiarias e bom potencial de guarda.

Descubra a Don Laurindo com experiências enoturísticas memoráveis: visite as caves subterrâneas, participe de degustações temáticas (como a linha Singolare harmonizada) e conheça sua wine bar e loja exclusiva. Uma combinação perfeita de hospitalidade, herança italiana e excelência vitivinícola claramente gaúcha .

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).