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Logo da marca Don Laurindo Don Laurindo D.O. Vale do Vinhedos Assemblage

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Don Laurindo D.O. Vale do Vinhedos Assemblage - Don Laurindo - Espumantes do Sul

Don Laurindo D.O. Vale do Vinhedos Assemblage

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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Don Laurindo D.O. Vale do Vinhedos Assemblage

Visual

Coloração vermelho rubi intenso.

Aromas

Seu aroma ressalta frutas vermelhas e negras, com a complexidade da passagem pela barrica de carvalho, que agrega notas de baunilha, tostado e cacau.

Paladar

Em boca é estruturado, equilibrado e marcante, com taninos macios e maduros.

Acidez
Equilibrada
Corpo
Encorpado
Doçura
Brut
Complexidade
Complexa

Ficha técnica - Don Laurindo D.O. Vale do Vinhedos Assemblage

Tipo Vinho Fino Tinto Seco
Método 12 meses em barricas de carvalho
Uvas
  • Merlot
  • Tannat
  • Cabernet Sauvignon
Região Vale dos Vinhedos-RS - Brasil
Volume 750ml
Temperatura 15 a 18°C
Harmonização
  • Carnes vermelhas
  • Queijos maturados
  • Pratos de sabor acentuado
Ocasião
  • Jantar Especial
  • Outono
  • Inverno
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Don Laurindo D.O. Vale do Vinhedos Assemblage

Don Laurindo D.O. Vale do Vinhedos Assemblage apresenta um rubi profundo que convida ao primeiro gole. No nariz, notas de frutas vermelhas e negras se entrelaçam com a suavidade da baunilha, o toque tostado do carvalho e um leve suspiro de cacau, criando um perfume complexo e equilibrado. Na boca, a estrutura é marcante, porém os taninos permanecem macios e maduros, oferecendo um corpo médio a encorpado que se mantém fresco e elegante entre 15 e 18 °C.

O vinho nasce da combinação de três uvas emblemáticas do Vale dos Vinhedos: 60 % Merlot, 25 % Tannat e 15 % Cabernet Sauvignon. Cada cacho passa por 12 meses de maturação em barricas de carvalho, onde a madeira confere nuances de baunilha e cacau, enriquecendo a textura e a persistência do sabor. O método de elaboração, aliado ao cuidado familiar, garante um produto seco, equilibrado e com a complexidade típica de um assemblage bem construído.

A Don Laurindo, fundada em 1991 por uma família que chegou ao Brasil em 1887, carrega em cada garrafa a tradição de cinco gerações dedicadas ao cultivo e à vinificação. O Vale dos Vinhedos, com seu terroir único, oferece o clima e o solo ideais para que Merlot, Tannat e Cabernet Sauvignon expressem todo o potencial de sabor e elegância. Este rótulo é, portanto, não apenas uma experiência gustativa, mas também um convite a conhecer a história e o coração de uma vinícola que honra a arte do vinho brasileiro.

Curadoria Espumantes do Sul
Região Vale dos Vinhedos-RS - Brasil
Selo da curadoria
SELEÇÃO
Ocasião
  • Jantar Especial
  • Outono
  • Inverno
Para saber mais

Descrição do produto

Vinho Assemblage D.O. Vale dos Vinhedos Don Laurindo.

História da vinícola

Na Don Laurindo, a tradição e a arte na produção de bons vinhos foram transmitidas de pai para filho. Desde a chegada da família ao Brasil, em 1887, são 5 gerações da família Brandelli dedicadas ao cultivo das uvas e à elaboração de vinhos de excelência. Fundada em 1991, a vinícola nasce com produtos que expressam toda esta tradição, arte e técnica. A história da vinícola leva em sua essência todo o conhecimento, tradição e arte transmitidas de pais para filhos. Vinhos que demonstram todo o trabalho e dedicação de gerações que sempre acreditaram no potencial e expressividade do Vale dos Vinhedos.

Tipo: Vinho Fino Tinto seco

Varietal: 60% Merlot/ 25% Tannat/ 15% Cabernet Sauvignon

Terroir: Vale dos Vinhedos-RS

Produtor: Vinícola Don Laurindo

País: Brasil

Safra: Consulte

Maturação: 12 meses de barrica de carvalho

Volume: 750 ml

Teor alcoólico: 13%

Temperatura de serviço: 15 a 18°C

Análise Sensorial

Visual: Coloração vermelho rubi intenso.
Olfativo: Seu aroma ressalta frutas vermelhas e negras, com a complexidade da passagem pela barrica de carvalho, que agrega notas de baunilha, tostado e cacau.
Gustativo: Em boca é estruturado, equilibrado e marcante, com taninos macios e maduros.

Harmonização: Aacompanha pratos de sabor acentuado.

 

A vinícola

Sobre a Don Laurindo

A Vinícola Don Laurindo é uma história de tradição familiar na Serra Gaúcha desde 1887, quando Marcelino Brandelli trouxe a primeira videira da Itália. Oficialmente fundada por Ademir Brandelli em 1991 em Garibaldi, a vinícola hoje segue sob cinco gerações da família, mantendo forte vínculo com o terroir do Vale dos Vinhedos.

Os vinhos e espumantes Don Laurindo incluem linhas de destaque como Singolare, Reserva, D.O., Collezione di Famiglia, além de espumantes Nature, Brut, Rosé e Moscatel, vinhos licorosos e grappa. Eles são reconhecidos pela expressão aromática intensa, equilíbrio entre frescor e estrutura, e envelhecimento em caves e barricas — com rótulos como o Gran Reserva que apresentam notas de frutas maduras, especiarias e bom potencial de guarda.

Descubra a Don Laurindo com experiências enoturísticas memoráveis: visite as caves subterrâneas, participe de degustações temáticas (como a linha Singolare harmonizada) e conheça sua wine bar e loja exclusiva. Uma combinação perfeita de hospitalidade, herança italiana e excelência vitivinícola claramente gaúcha .

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).