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Logo da marca Casa Valduga Casa Valduga Praeteritum

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O Casa Valduga Praeteritum é uma obra-prima da vitivinicultura brasileira, elaborado no Vale dos Vinhedos através da técnica de passificação das uvas Merlot. Este tinto encorpado e complexo revela aromas exuberantes de frutas passificadas e toques defumados, resultado de um longo estágio em carvalho francês. É a escolha perfeita para jantares especiais, harmonizando com cortes nobres e queijos de longa maturação.
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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Casa Valduga Praeteritum - Casa Valduga - Espumantes do Sul

Casa Valduga Praeteritum

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Ver informações completas

Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Casa Valduga Praeteritum

Visual

Vermelho rubi muito intenso e profundo, límpido, com lágrimas abundantes e espessas.

Aromas

Exuberante e amplo, com notas balsâmicas de frutas sobremaduras, uvas passas, geleias, grafite, pedras vulcânicas, turfa, defumado e tabaco.

Paladar

Concentrado, com taninos maduros e presentes, acidez viva, grande untuosidade e volume. Persistência longa e envolvente com notas de frutas passificadas.

Acidez
Equilibrada
Corpo
Encorpado
Doçura
Brut
Complexidade
Complexa

Ficha técnica - Casa Valduga Praeteritum

Tipo Vinho Fino Tinto Meio Seco
Método Passificação com 72 dias de desidratação e 20 meses em carvalho francês
Uvas
  • Merlot
Região Vale dos Vinhedos
Volume 750ml
Temperatura 16°C a 18°C
Harmonização
  • Cortes nobres de carne vermelha
  • Carré de cordeiro
  • Queijos curados
Ocasião
  • Inverno
  • Outono
  • Jantar Especial
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Casa Valduga Praeteritum

O Casa Valduga Praeteritum revela-se em taça com uma cor vermelho rubi profunda e intensa, antecipando a densidade de um vinho de personalidade marcante. No nariz, apresenta um perfil exuberante, onde notas de frutas sobremaduras, uvas passas e geleias se entrelaçam harmoniosamente a toques minerais, defumados e de tabaco. Em boca, destaca-se pela concentração e volume, com taninos maduros e uma acidez equilibrada que conferem uma textura untuosa e uma persistência longa e envolvente.

Este rótulo é elaborado a partir da variedade Merlot, utilizando o método tradicional de passificação, no qual os cachos passam por 72 dias de desidratação controlada. Esse processo concentra naturalmente os açúcares e a estrutura da fruta antes da fermentação, que ocorre integralmente em barris de carvalho. O amadurecimento é conduzido com paciência, permanecendo 20 meses em carvalho francês, seguido por um longo período de evolução em cave, resultando em um vinho tinto meio seco de notável nobreza.

Produzido pela Casa Valduga no Vale dos Vinhedos, na Serra Gaúcha, este vinho reflete a busca da vinícola pela excelência e pela expressão autoral do terroir. É uma escolha sofisticada para momentos especiais, sendo o acompanhamento ideal para cortes nobres de carne vermelha, carré de cordeiro ou tábuas de queijos curados. Servido entre 16°C e 18°C, o Praeteritum convida a uma experiência de degustação memorável, ideal para ser apreciado com calma durante o outono ou o inverno.

Curadoria Espumantes do Sul
Região Vale dos Vinhedos
Selo da curadoria
SELEÇÃO
Ocasião
  • Inverno
  • Outono
  • Jantar Especial
Para saber mais

Descrição do produto

O Casa Valduga Praeteritum se apresenta em vermelho rubi muito intenso e profundo, límpido, com lágrimas abundantes e espessas que já antecipam a densidade do que está por vir. No nariz, o perfil é exuberante e amplo: notas balsâmicas de frutas sobre maduras, uvas passas e geleias se integram a elementos minerais de grafite e pedras vulcânicas, com toques de turfa, defumado e tabaco que adicionam complexidade e caráter. Na boca, a concentração é a marca registrada — taninos maduros e presentes, acidez viva e estruturante, grande untuosidade e volume. A persistência retronasal é longa e envolvente, lembrando com precisão as frutas passificadas que originaram o vinho.

Harmonização: Ideal para acompanhar cortes nobres de carne vermelha e caça, filé mignon ao molho de trufas, carré de cordeiro, pato com molhos agridoces e queijos curados de longa maturação. Um vinho para momentos em que a refeição é o centro da experiência.

Vinificação: O Praeteritum nasce de uma vinificação inspirada na tradição romana de passificação das uvas: os cachos de Merlot do Vale dos Vinhedos passam por 72 dias de desidratação em cave com controle de ventilação, temperatura e umidade, concentrando naturalmente açúcares, aromas e estrutura. A fermentação ocorre integralmente em barris de carvalho, seguida de maceração pelicular por 18 dias e fermentação malolática em barris. A maturação se estende por 20 meses em carvalho francês, com posterior evolução em cave por 40 meses antes do lançamento. O resultado é um vinho nobre tinto meio seco com 16% de álcool e notável capacidade de envelhecimento.

Ficha Técnica:

  • Uva: Merlot
  • Método: Passificação — vinificação com uvas desidratadas, fermentação e maturação em barris de carvalho francês
  • Região: Vale dos Vinhedos — Serra Gaúcha, RS
  • Graduação alcoólica: 16%
  • Temperatura de serviço: 16°C a 18°C
  • Safra: Consulte a safra disponível

Sobre a Casa Valduga: A Casa Valduga é uma das vinícolas mais tradicionais do Brasil, com raízes que remontam a 1875 na Serra Gaúcha. Localizada no Vale dos Vinhedos — a primeira região vitivinícola brasileira com Denominação de Origem —, a vinícola é reconhecida pela enologia de precisão, pelo respeito às tradições e pela busca consistente por vinhos de alta expressão. O Praeteritum representa o lado mais autoral e ambicioso da casa, posicionando-se entre as produções de maior prestígio da vitivinicultura brasileira.

A vinícola

Sobre a Casa Valduga

A Vinícola Casa Valduga é uma das instituições mais consolidadoras da viticultura brasileira, com raízes fincadas no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves, desde 1875, e referência no enoturismo nacional. Pioneira no setor, oferece um complexo com pousada, restaurantes, caves históricas e experiências imersivas que fazem da visita uma verdadeira jornada pelo mundo do vinho.

Os vinhos e espumantes Casa Valduga conquistam reconhecimento internacional, com destaque para rótulos como Villa‑Lobos Cabernet Sauvignon, Storia Merlot e o premiado Espumante 130 Blanc de Blanc. Avaliados entre os melhores do país e produzidos com tecnologia moderna e tradição familiar, seus produtos unem elegância, consistência e conexão com o terroir.

Descubra a Casa Valduga e viva experiências únicas de degustação, cursos, piqueniques e muito mais, em uma vinícola que combina autenticidade, inovação e liderança no mercado, sendo a primeira brasileira entre as 100 melhores do mundo para visitar.


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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).