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Logo da marca Arbugeri Arbugeri Carros do Enólogo SL 500 Syrah

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O Arbugeri Carros do Enólogo SL 500 é um Syrah encorpado e sofisticado, elaborado no Vale do São Francisco com passagem por carvalho francês. De coloração rubi intensa, revela aromas de frutas vermelhas maduras harmonizadas com notas de chocolate e baunilha. Com paladar equilibrado e taninos macios, é a escolha ideal para acompanhar carnes grelhadas e massas com molhos intensos em jantares especiais.
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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Arbugeri Carros do Enólogo SL 500 Syrah - Espumantes do Sul - Espumantes do Sul

Arbugeri Carros do Enólogo SL 500 Syrah

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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Arbugeri Carros do Enólogo SL 500 Syrah

Visual

Coloração rubi intensa com reflexos violáceos.

Aromas

Revela aromas marcantes de frutas vermelhas maduras, como cereja e groselha, entrelaçados a notas sutis de chocolate e baunilha, provenientes do estágio em carvalho francês.

Paladar

Em boca, é equilibrado, com taninos macios, boa acidez e um frescor que destaca sua complexidade.

Acidez
Equilibrada
Corpo
Encorpado
Doçura
Brut
Complexidade
Boa complexidade

Ficha técnica - Arbugeri Carros do Enólogo SL 500 Syrah

Tipo Vinho Fino Tinto Seco
Método Amadurecimento em carvalho francês
Uvas
  • Syrah
Região Vale do São Francisco – BA
Volume 750ml
Temperatura 16–18 °C
Harmonização
  • Carnes vermelhas grelhadas
  • Massas com molhos encorpados
  • Queijos semiduros
Ocasião
  • Outono
  • Inverno
  • Jantar Especial
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Arbugeri Carros do Enólogo SL 500 Syrah

O Arbugeri Carros do Enólogo SL 500 Syrah encanta pela sua presença marcante, exibindo uma coloração rubi intensa com reflexos violáceos na taça. No nariz, revela um perfil aromático sedutor, onde frutas vermelhas maduras, como cereja e groselha, se entrelaçam harmoniosamente a notas sutis de chocolate e baunilha. Em boca, destaca-se pelo equilíbrio, apresentando taninos macios e uma acidez bem integrada que confere frescor e complexidade ao conjunto.

Este vinho tinto fino seco é elaborado com 100% da variedade Syrah, passando por um cuidadoso amadurecimento em carvalho francês. Esse processo de elaboração é fundamental para conferir a estrutura e a elegância que definem o rótulo, resultando em um exemplar encorpado e persistente, ideal para quem aprecia vinhos com personalidade e refinamento técnico.

Produzido no Vale do São Francisco, na Bahia, este Syrah é um reflexo da ousadia e da precisão da vinícola Arbugeri em explorar novas fronteiras vitivinícolas brasileiras. A linha Carros do Enólogo traduz a paixão pelo universo automobilístico em vinhos de alta performance, sendo uma escolha excelente para acompanhar carnes vermelhas grelhadas, massas com molhos encorpados ou queijos semiduros, especialmente em jantares especiais durante os dias mais frescos de outono e inverno.

Curadoria Espumantes do Sul
Região Vale do São Francisco – BA
Selo da curadoria
SELEÇÃO
Ocasião
  • Outono
  • Inverno
  • Jantar Especial
Para saber mais

Descrição do produto

Syrah SL 500 – Carros do Enólogo | Eduardo Arbugeri

Com coloração rubi intensa e reflexos violáceos, o Syrah SL 500 encanta desde a primeira taça. No nariz, revela aromas marcantes de frutas vermelhas maduras, como cereja e groselha, entrelaçados a notas sutis de chocolate e baunilha, provenientes do estágio em carvalho francês. Em boca, é equilibrado, com taninos macios, boa acidez e um frescor que destaca sua complexidade. Um tinto versátil, que harmoniza bem com carnes vermelhas grelhadas, massas com molhos intensos e queijos semiduros.

Produzido 100% com uvas Syrah cultivadas no Vale do São Francisco (BA), este vinho expressa a autenticidade de um terroir em ascensão no Brasil. A vinificação, conduzida com a expertise da Arbugeri, alia inovação e tradição, resultando em um rótulo que entrega personalidade e elegância. Assim como o carro SL 500 que o inspira, este vinho representa performance com sofisticação.

 

Ficha Técnica

  • Tipo: Vinho Tinto Seco

  • Uva: 100% Syrah

  • Região: Vale do São Francisco – BA

  • Teor alcoólico: 13,5%

  • Safra: Consulte a safra disponível

  • Amadurecimento: Com passagem por carvalho francês

  • Temperatura de serviço: 16–18 °C

  • Harmonização: Carnes vermelhas, massas com molhos encorpados, queijos semiduros

 

A vinícola Arbugeri é reconhecida por sua criatividade e precisão técnica na elaboração de vinhos autorais. A linha “Carros do Enólogo” traduz, de forma única, a paixão pelo vinho e pelo universo automobilístico, entregando rótulos com personalidade marcante e uma história a cada garrafa. O Syrah SL 500 é uma prova da ousadia de produzir grandes tintos em uma nova fronteira vitivinícola brasileira.

A vinícola

Sobre a Arbugeri

A Vinícola Arbugeri é uma vinícola familiar que expressa a tradição da Serra Gaúcha em cada garrafa de vinhos e espumantes artesanais. Com produção cuidadosa, valoriza o trabalho próximo à terra e a seleção de uvas de qualidade.

Os vinhos e espumantes Arbugeri refletem o respeito ao terroir, unindo técnicas modernas à herança de gerações dedicadas à vitivinicultura. São rótulos que combinam frescura, equilíbrio e personalidade, ideais para celebrar momentos especiais.

Descubra a Vinícola Arbugeri e leve para sua taça o sabor autêntico de uma produção familiar, feita com carinho e compromisso com a qualidade do vinho brasileiro.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).