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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Zanotto Moscato - Zanotto - Espumantes do Sul

Zanotto Moscato

Preço normal R$ 39,30
Preço normal R$ 39,30 Preço promocional
OFF Esgotado
Ver informações completas

Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Zanotto Moscato

Visual

Amarelo claro, límpido e brilhante

Aromas

Frutas cítricas e notas de pêssego

Paladar

Leve, refrescante, com doçura equilibrada

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Zanotto Moscato

Tipo Vinho Fino Branco Doce
Método Vinificação tradicional em tanque
Uvas
  • Moscato Branco
  • Moscato Giallo
Região Campos de Cima da Serra
Volume 750ml
Temperatura 6º a 9ºC
Harmonização
  • Sobremesas
  • Saladas
  • Queijos cremosos
  • Petiscos
Ocasião
  • Verão
  • Primavera
  • Recepção
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Zanotto Moscato

Zanotto Moscato encanta com sua luminosidade amarela clara e um perfume que lembra frutas cítricas e pêssego fresco. O sabor é leve e refrescante, com uma doçura equilibrada que faz dele um acompanhante versátil para sobremesas, saladas e queijos cremosos. A experiência é delicada, mas ainda assim marcante, convidando o paladar a saborear cada gole como se fosse um momento de puro prazer.

A vinificação segue um processo tradicional em tanques, onde as uvas Moscato Branco e Moscato Giallo são colhidas e selecionadas manualmente. A fermentação acontece em temperaturas controladas entre 10ºC e 12ºC, utilizando leveduras escolhidas para preservar a frescura e a complexidade aromática do vinho. Esse cuidado garante que a doçura natural das uvas se harmonize com a acidez refrescante, resultando em um produto final simples e elegante.

Produzido pela Vinícola Campestre, localizada nos Campos de Cima da Serra, o Zanotto Moscato reflete a essência do terroir brasileiro, onde tradição e tecnologia se encontram. A região, conhecida por sua produção de vinhos finos, confere ao rótulo um caráter único, perfeito para ser apreciado em dias quentes ou como toque especial em celebrações.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

Descrição:
O Zanotto Moscato é um vinho branco aromático, com perfil leve e refrescante. Destaca os aromas intensos da uva Moscato, ideal para acompanhar sobremesas e petiscos, além de ser uma excelente opção para dias quentes.

Elaborado com as cultivares Moscato Branco e Moscato Giallo, colhidas e selecionadas manualmente, fermentação com temperatura controlada entre 10ºC e 12°C e uso de leveduras selecionadas.



Ficha Técnica:
- Tipo: Vinho Branco Doce
- Uva: Moscato
- Volume: 750 ml
- Graduação Alcoólica: 11% Vol
- Safra: Consulte

- Aspecto Visual: Amarelo claro, límpido e brilhante
- Olfato: Frutas cítricas e notas de pêssego
- Paladar: Leve, refrescante, com doçura equilibrada

- Temperatura de Consumo: 6º a 9ºC

- Harmonização: Sobremesas, saladas e pratos leves, queijos cremosos, sobremesas com frutas, comidas leves e petiscos.

 



Vinícola:
Nos Campos de Cima da Serra, a Vinícola Campestre dedica-se a produzir vinhos que capturam a essência do terroir brasileiro, combinando métodos tradicionais e tecnologia moderna.

Informações Gerais sobre a Vinícola Campestre
A Vinícola Campestre está localizada em Vacaria, RS, na região dos Campos de Cima da Serra. Com mais de 20 anos de experiência, ela alia tradição e tecnologia para produzir vinhos finos e de mesa que refletem o caráter e a riqueza do terroir brasileiro. Seus rótulos abrangem desde tintos encorpados até espumantes elaborados pelo método champenoise, sempre prezando pela qualidade e autenticidade de cada safra.

A vinícola

Sobre a Zanotto

A Zanotto é uma marca do Grupo Vinícola Campestre, reconhecida por oferecer vinhos e espumantes acessíveis e versáteis, elaborados na Serra Gaúcha com o cuidado de uma das maiores vinícolas do Brasil.

Os vinhos Zanotto são produzidos com uvas selecionadas da região, resultando em rótulos leves, frutados e fáceis de beber, ideais para o consumo diário e para harmonizar com pratos simples, massas, carnes leves e queijos. Já os espumantes Zanotto, elaborados pelo método Charmat, unem frescor, aromas delicados e borbulhas finas — perfeitos para brindar momentos especiais de forma prática e descontraída.

Descubra a Zanotto e leve para sua taça o sabor autêntico de uma marca que une tradição, qualidade e preço justo, levando a essência da Serra Gaúcha para o dia a dia do consumidor brasileiro.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).