Yali Wild Swan Merlot
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*Sujeito à alteração sem aviso prévio
Yali Wild Swan Merlot
Perfil sensorial e ficha técnica
Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.
Notas de degustação - Yali Wild Swan Merlot
Coloração vermelho rubi com tons violáceos
Expressa intensamente notas frutadas de ameixa e cereja entrelaçadas com notas de canela e chocolate
Em boca é frutado, equilibrado e com taninos macios
Ficha técnica - Yali Wild Swan Merlot
- Cabernet Sauvignon
- Merlot
- Massa ao Molho de Tomate.Filé na Chapa.Pizzas. Vinificação: Seleção final dos cachos;Desengace das uvas frescas;Maceração pré-fermentativa a frio;Uso de leveduras selecionadas;Fermentação alcoólica com temperatura de 24ºC a 28ºC;Prensagem descontínua
- Inverno
Descrição do produto
Vinho Tinto Yali Wild Swan Merlot.
Os vinhos da linha Wild Swan caracterizam-se pelo equilíbrio gustativo, fruto da manipulação delicada desde os tratos com os vinhedos, resultando em vinhos que expressam um espírito jovem, simples e belo como a natureza.
Descubra a rica herança do Yali Wild Swan Merlot.
Explore as origens do vinho Yali Wild Swan Merlot e mergulhe em uma experiência sensorial inigualável. Proveniente do prestigiado Vale Central do Chile, este vinho tinto elegante é uma verdadeira celebração da vinicultura chilena. Com uma tradição que remonta a séculos, a região oferece condições perfeitas para o cultivo das uvas Merlot, resultando em um vinho de qualidade excepcional.
Neste Merlot excepcional, você descobrirá uma profusão de aromas cativantes e uma complexidade de sabores que irão encantar o seu paladar. Aromas intensos de frutas vermelhas maduras, como cerejas e ameixas, são habilmente equilibrados com sutis notas de especiarias, acrescentando profundidade e caráter. Cada gole revela uma riqueza de sabores, com taninos macios e uma textura sedosa que envolve o palato.
O casamento perfeito entre qualidade e sustentabilidade.
Ao escolher o Vinho Tinto Yali Wild Swan Merlot, você não apenas estará apreciando um vinho de alta qualidade, mas também apoiando práticas sustentáveis e responsáveis. A vinícola Yali tem um compromisso firme com a proteção do meio ambiente e a preservação dos recursos naturais.
As uvas utilizadas para produzir o Yali Wild Swan Merlot são cultivadas em vinhedos cuidadosamente administrados, onde métodos de cultivo sustentáveis são implementados. Através do uso de técnicas de cultivo orgânicas e biodinâmicas, a vinícola promove a saúde do solo e a biodiversidade, garantindo a qualidade das uvas e a preservação do ecossistema.
Ao adquirir este vinho tinto extraordinário, você se torna parte de um movimento global em direção à sustentabilidade. Desfrute de cada taça sabendo que você está contribuindo para um futuro mais verde e saudável.
Celebre momentos inesquecíveis com o Yali Wild Swan Merlot.
O Vinho Tinto Yali Wild Swan Merlot é o parceiro perfeito para elevar qualquer ocasião especial. Seja um jantar íntimo com alguém especial, uma reunião festiva com amigos ou um momento de relaxamento após um longo dia de trabalho, este Merlot refinado trará um toque de sofisticação e prazer a cada momento.
Surpreenda seus convidados com uma harmonização perfeita, combinando o Yali Wild Swan Merlot com queijos suaves e salgadinhos. Sinta a magia acontecer enquanto os sabores se entrelaçam e se complementam, proporcionando uma experiência gustativa memorável.
Compreenda que o tempo é precioso e aproveite cada momento. Brinde à vida com uma taça de Yali Wild Swan Merlot e crie memórias duradouras com aqueles que você ama.
Tipo: Tinto Seco
Varietal: Cabernet Sauvignon 15% Merlot 85%
Produtor: Yalí
Terroir: Vale Central
País: Chile
Safra:Consulte
Teor Alcoólico: 12,5%
Volume: 750ml
Temperatura de Serviço: 16° a 18°C.
Vinícola
Os vinhos Yali são elaborados com filosofia sustentável, agregando diversidade e modernidade aos rótulos. A extensão da vida urbana com a silvestre é transferida aos vinhos que são amigáveis, frescos, vivos, com aromas e sabores equilibrados e que respeitam o meio ambiente.
Análise Sensorial
Visual: Coloração vermelho rubi com tons violáceos.
Olfativo: Expressa intensamente notas frutadas de ameixa e cereja entrelaçadas com notas de canela e chocolate.
Gustativo: Em boca é frutado, equilibrado e com taninos macios.
Harmonização: Massa ao Molho de Tomate.Filé na Chapa.Pizzas.
Vinificação: Seleção final dos cachos;Desengace das uvas frescas;Maceração pré-fermentativa a frio;Uso de leveduras selecionadas;Fermentação alcoólica com temperatura de 24ºC a 28ºC;Prensagem descontínua delicada;Envase;Rotulagem.
Laudo técnico: Álcool: 12,5%
Perguntas frequentes
Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.
Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?
O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.
Qual é o espumante mais seco?
O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.
Qual espumante é mais doce?
Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.
Qual espumante combina com churrasco?
O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.
Qual espumante combina com bolo?
Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.
Qual espumante escolher para casamento?
A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.
Quantas taças rende uma garrafa?
Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.
Quantas garrafas comprar para uma festa?
Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.
Qual é a temperatura ideal?
Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.
Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?
Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.
Espumante vence?
Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.
Espumante pode ser guardado?
Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).
Como abrir corretamente?
Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).
Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?
No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).
O que significa Nature?
É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.
O que é perlage?
O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.
O Brasil produz bons espumantes?
Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.
Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?
Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).
Qual taça deve ser usada?
A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).
Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?
Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.
Existe espumante brasileiro sem álcool?
Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.
Qual espumante é indicado para iniciantes?
Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.
Mitos e verdades
Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.
“Espumante é somente para comemorações.”
Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.
“Espumante doce é de qualidade inferior.”
Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.
“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”
Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.
“Quanto mais borbulhas, melhor.”
Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.
“Todo espumante melhora com o tempo.”
Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).
“Espumante combina apenas com sobremesas.”
Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).
“Espumante deve ser servido quase congelado.”
Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.
“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”
Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.
“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”
Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.
“Brut significa totalmente sem açúcar.”
Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).
“Rosé é necessariamente doce.”
Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.
“Moscatel serve apenas para sobremesas.”
Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.
“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”
Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).