Yali Wetland Reserva Sauvignon Blanc
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*Sujeito à alteração sem aviso prévio
Yali Wetland Reserva Sauvignon Blanc
Perfil sensorial e ficha técnica
Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.
Notas de degustação - Yali Wetland Reserva Sauvignon Blanc
Coloração de aspecto cristalino com tons esverdeados
Aroma de grande intensidade, com notas de maracujá, pomelo e lima em plena harmonia com um delicado toque herbáceo, lembrando arruda, típico da variedade
Em boca as notas frutadas e minerais se fundem, resultando em um vinho complexo, intenso e vivo. A acidez dá equilíbrio e proporciona um refrescante final de boca. Vinificação: Seleção final dos cachos;Desengace das.
Ficha técnica - Yali Wetland Reserva Sauvignon Blanc
- Sauvignon Blanc
- Frutos do Mar
- Peixes
- Entradas Leves
- Recepção
Descrição do produto
Yali Wetland Reserva Sauvignon Blanc.
A linha Wetland Reserva é fruto da perfeita integração entre tecnologia e respeito ao meio ambiente. As notas frutadas harmonizam com as nuances da passagem por barricas francesas e americanas. Os vinhos são equilibrados, com taninos maduros e acidez equilibrada, características que os elevam a uma categoria que poucos podem demonstrar.
O vinho Yali Wetland Reserva Sauvignon Blanc é um vinho branco chileno produzido pela vinícola Yali, que se destaca por sua qualidade e caráter refrescante.
Este vinho é feito a partir da uva Sauvignon Blanc, uma variedade conhecida por sua intensidade aromática e sabor vibrante. As uvas utilizadas na produção do Yali Wetland Reserva Sauvignon Blanc são colhidas manualmente nas vinhas localizadas no Vale Central do Chile, onde as condições climáticas proporcionam um terroir ideal para o cultivo dessa casta.
Ao servir este vinho, você poderá notar sua coloração amarelo-pálido com reflexos esverdeados, característica típica dos vinhos Sauvignon Blanc. No nariz, apresenta um aroma intenso e cativante, com notas de frutas cítricas, como limão e grapefruit, além de toques herbáceos e florais.
Na boca, o Yali Wetland Reserva Sauvignon Blanc revela-se um vinho fresco e equilibrado. Seu sabor é marcado pela presença de frutas cítricas, combinadas com uma acidez vibrante, que confere vivacidade ao paladar. O final é persistente e refrescante, convidando a mais um gole.
Este vinho é uma ótima opção para acompanhar pratos leves, como saladas, peixes e frutos do mar, bem como queijos frescos. Além disso, pode ser apreciado como aperitivo, proporcionando momentos de descontração e prazer.
Em resumo, o Yali Wetland Reserva Sauvignon Blanc é um vinho branco chileno que encanta pelos seus aromas intensos, frescor e equilíbrio. Uma escolha versátil para os amantes de vinhos brancos de qualidade.
Tipo: Branco Seco
Varietal: Sauvignon Blanc
Produtor: Yalí
Terroir: Vale de Casablanca | Chile
País: Chile
Safra: Consulte.
Teor Alcoólico: 12,5%
Volume: 750ml
Temperatura de Serviço: 08° a 10°C.
Vinícola
Os vinhos Yali são elaborados com filosofia sustentável, agregando diversidade e modernidade aos rótulos. A extensão da vida urbana com a silvestre é transferida aos vinhos que são amigáveis, frescos, vivos, com aromas e sabores equilibrados e que respeitam o meio ambiente.
Análise Sensorial
Visual: Coloração de aspecto cristalino com tons esverdeados.
Olfativo: Aroma de grande intensidade, com notas de maracujá, pomelo e lima em plena harmonia com um delicado toque herbáceo, lembrando arruda, típico da variedade.
Gustativo: Em boca as notas frutadas e minerais se fundem, resultando em um vinho complexo, intenso e vivo. A acidez dá equilíbrio e proporciona um refrescante final de boca.
Vinificação: Seleção final dos cachos;Desengace das uvas frescas;Maceração a frio;Prensagem descontínua e delicada; Limpeza estática do mosto;Uso de leveduras selecionadas;Fermentação alcoólica com temperatura de 13ºC a 15ºC; Estabilização tartárica; Filtração;Envase e rotulagem.
Laudo técnico: Álcool: 12%
Perguntas frequentes
Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.
Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?
O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.
Qual é o espumante mais seco?
O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.
Qual espumante é mais doce?
Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.
Qual espumante combina com churrasco?
O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.
Qual espumante combina com bolo?
Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.
Qual espumante escolher para casamento?
A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.
Quantas taças rende uma garrafa?
Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.
Quantas garrafas comprar para uma festa?
Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.
Qual é a temperatura ideal?
Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.
Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?
Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.
Espumante vence?
Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.
Espumante pode ser guardado?
Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).
Como abrir corretamente?
Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).
Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?
No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).
O que significa Nature?
É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.
O que é perlage?
O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.
O Brasil produz bons espumantes?
Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.
Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?
Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).
Qual taça deve ser usada?
A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).
Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?
Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.
Existe espumante brasileiro sem álcool?
Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.
Qual espumante é indicado para iniciantes?
Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.
Mitos e verdades
Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.
“Espumante é somente para comemorações.”
Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.
“Espumante doce é de qualidade inferior.”
Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.
“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”
Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.
“Quanto mais borbulhas, melhor.”
Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.
“Todo espumante melhora com o tempo.”
Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).
“Espumante combina apenas com sobremesas.”
Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).
“Espumante deve ser servido quase congelado.”
Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.
“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”
Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.
“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”
Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.
“Brut significa totalmente sem açúcar.”
Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).
“Rosé é necessariamente doce.”
Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.
“Moscatel serve apenas para sobremesas.”
Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.
“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”
Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).