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Logo da marca Vistamar Vistamar Reserva Carménère

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O Vistamar Reserva Carménère é um vinho fino tinto seco que celebra o equilíbrio entre o tempo e a natureza, originário do Vale do Maule, no Chile. Com passagem por barricas de carvalho, este rótulo revela aromas de frutas maduras e ervas frescas, apresentando um corpo médio e paladar frutado com notas de especiarias. É a escolha ideal para acompanhar carnes grelhadas e massas em jantares especiais durante as estações mais frias.
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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Vistamar Reserva Carménère - Vistamar - Espumantes do Sul

Vistamar Reserva Carménère

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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Vistamar Reserva Carménère

Visual

Vermelho púrpura com reflexos rubi.

Aromas

Aromas de frutas como amoras e cerejas, e também notas de ervas frescas.

Paladar

Toque de especiarias e frutado, de corpo médio com sabores de frutas vermelhas e pretas, como framboesas e mirtilos.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Vistamar Reserva Carménère

Tipo Vinho Fino Tinto Seco
Método 25% do vinho estagia em barricas de carvalho de 2º uso
Uvas
  • Carménère
Região Vale do Maule
Volume 750ml
Temperatura 16 - 18°C
Harmonização
  • Carnes vermelhas grelhadas
  • Massas com molhos ricos
  • Queijos maduros
Ocasião
  • Inverno
  • Outono
  • Jantar Especial
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Vistamar Reserva Carménère

O Vistamar Reserva Carménère revela-se na taça com uma elegante coloração vermelho púrpura e reflexos rubi, convidando a uma experiência sensorial equilibrada. No nariz, apresenta aromas expressivos de frutas como amoras e cerejas, harmoniosamente acompanhados por notas de ervas frescas. Em boca, destaca-se pelo corpo médio e pela presença de sabores de frutas vermelhas e pretas, como framboesas e mirtilos, enriquecidos por um toque sutil de especiarias que confere boa complexidade ao conjunto.

Para alcançar este perfil, a elaboração prioriza a qualidade desde a seleção dos cachos. Após a fermentação com leveduras selecionadas e a realização da fermentação malolática, que confere maior maciez ao vinho, uma parcela de 25% do volume estagia em barricas de carvalho de segundo uso. Este processo de maturação técnica busca preservar o frescor da fruta enquanto adiciona estrutura e refinamento, resultando em um tinto seco de acidez equilibrada e taninos integrados.

Produzido no Vale do Maule, este rótulo reflete a filosofia da vinícola Vistamar, que valoriza o tempo e o respeito aos ciclos naturais para alcançar o equilíbrio ideal em seus vinhedos. É uma escolha versátil para os dias mais amenos de outono e inverno, sendo um excelente companheiro para momentos de descontração ou jantares especiais. Sua estrutura harmoniza com elegância ao lado de carnes vermelhas grelhadas, massas com molhos ricos e uma seleção de queijos maduros.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

Vistamar Reserva Carmenère.

 

As uvas Vistamar Reserva vêm de terroirs conhecidos por sua qualidade enológica: a costa do Pacífico, o Piemonte dos Andes e as colinas de Maule. Os seus vinhos são únicos, unidos pelo seu microclima frio que permite que as uvas amadureçam lentamente entregando vinhos de qualidade excecional.

O Vinho Vistamar Reserva Carmenère é um produto oferecido pela Domno, uma vinícola reconhecida por produzir vinhos de alta qualidade. O Carmenère é uma variedade de uva tinta originária da região de Bordeaux, na França, mas que encontrou seu verdadeiro sucesso no Chile, onde é cultivada com excelência.

Este vinho em particular, o Vistamar Reserva Carmenère, é produzido a partir de uvas cuidadosamente selecionadas, cultivadas nas melhores vinhas da região do Valle Central, no Chile. A colheita é realizada manualmente para garantir a qualidade das uvas, que são vinificadas com maestria para criar um vinho excepcional.

Na taça, o Vistamar Reserva Carmenère apresenta uma cor vermelho-rubi profunda e intensa. Seu aroma é cativante, com notas de frutas vermelhas maduras, como cerejas e ameixas, combinadas com toques sutis de especiarias, como pimenta preta e canela.

No paladar, este vinho revela toda a sua complexidade e equilíbrio. Os sabores das frutas vermelhas se destacam, juntamente com nuances de chocolate e baunilha provenientes do envelhecimento em barris de carvalho. Seus taninos são macios e agradáveis, proporcionando uma sensação sedosa na boca. O final é longo e persistente, convidando a mais um gole.

O Vistamar Reserva Carmenère é um vinho versátil, que pode ser apreciado sozinho ou acompanhando diversos pratos. Ele harmoniza especialmente bem com carnes vermelhas grelhadas, massas com molhos ricos, queijos maduros e até mesmo com pratos da culinária chilena, como empanadas e asados.

Em resumo, o Vistamar Reserva Carmenère da Domno é um vinho de alta qualidade, que combina a expressão característica da uva Carmenère com a experiência e dedicação da vinícola. Se você é apreciador de vinhos encorpados, complexos e saborosos, este vinho certamente irá satisfazer seus sentidos.

 

Tipo: Tinto Seco

Varietal: Carménère

Produtor: Vistamar

Terroir: Vale do Maule

País:Chile

Safra: Consulte.

 

Teor Alcoólico: 13,5%.

Volume: 750ml.

Temperatura de Serviço: 16 - 18°C.

Maturação: 25% do vinho estagia em barricas de carvalho de 2° uso.

 

Vinícola 

Fundada por Cristian Carrasco em 1977, no Vale de CasaBlanca no Chile, a Viña VistaMar possui uma coleção de vinhos que nos convidam a fazer uma pausa e respeitar nossa natureza interior. Estudando seus vinhedos e ciclos, a VistaMar acredita que a chave para o equilíbrio está no tempo. Os vinhedos respeitam o tempo, fazendo dele abundante e não escasso. A vinícola acredita que respeitar o tempo da natureza e a maturação das uvas traz como recompensas os aromas frutados e acidez característica.

 

Análise Sensorial

Visual: Vermelho púrpura com reflexos rubi

Olfativo: Aromas de frutas como amoras e cerejas, e também notas de ervas frescas.

Gustativo: Toque de especiarias e frutado, de corpo médio com sabores de frutas vermelhas e pretas, como framboesas e mirtilos.

 

Harmonização: Peixes Ricos em Gordura.Queijos.

 

Vinificação: Seleção final dos cachos;Fermentação com leveduras selecionadas;Fermentação malolática;25% do vinho estagia em barricas de carvalho de 2º uso;Estabilização e engarrafamento.

 

Laudo técnico:Teor alcóolico: 13,5%;pH: 3,54;Acidez total: 3,41 g/L;Açúcar residual: 5,31 g/L.

Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).