Logo da marca Vistamar Vistamar Brisa Carménère

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O Vistamar Brisa Carménère é um vinho tinto chileno do Vale Central que celebra a frescura das zonas de maturação lenta. Com aromas de frutas negras, especiarias e chocolate, este rótulo apresenta paladar frutado, taninos sedosos e corpo médio equilibrado. É a escolha ideal para acompanhar carnes grelhadas ou risotos em momentos de descontração durante o outono e o inverno.
 
 
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*Sujeito à alteração sem aviso prévio

As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.

Vistamar Brisa Carménère

Preço normal R$ 67,90
Preço normal R$ 67,90 Preço promocional R$ 77,81
12% OFF Esgotado
Ver informações completas

Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Vistamar Brisa Carménère

Visual

Vermelho profundo com tons violeta

Aromas

Frutas negras, com notas de especiarias e chocolate

Paladar

Frutado, com taninos sedosos e um final agradável

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Vistamar Brisa Carménère

Tipo Vinho Fino Tinto Seco
Método Fermentação em inox
Uvas
  • Carménère
Região Vale Central
Volume 750ml
Temperatura 16 - 18°C
Harmonização
  • Carnes vermelhas grelhadas
  • Massas com molhos encorpados
  • Risoto de Shitake
Ocasião
  • Inverno
  • Outono
  • Jantar Especial
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Vistamar Brisa Carménère

O Vistamar Brisa Carménère apresenta uma coloração vermelho profundo com reflexos violeta, revelando um perfil aromático marcado por frutas negras, complementado por notas sutis de especiarias e um toque de chocolate. No paladar, destaca-se pelo equilíbrio, apresentando corpo médio e taninos sedosos que conferem uma textura agradável e um final persistente, ideal para quem busca um vinho tinto descomplicado e expressivo.

Este rótulo é elaborado a partir da uva Carménère, com um processo de vinificação que prioriza a seleção rigorosa dos cachos e a fermentação em tanques de aço inoxidável sob temperatura controlada. Este método técnico busca preservar a pureza da fruta e a tipicidade da variedade, resultando em um vinho fino tinto seco que valoriza a vivacidade e a elegância em cada taça.

Produzido no Vale Central, no Chile, o vinho reflete a filosofia da vinícola Vistamar, que busca o equilíbrio através do respeito aos ciclos da natureza e ao tempo de maturação das uvas. É uma escolha versátil para os dias mais frescos de outono e inverno, harmonizando perfeitamente com carnes vermelhas grelhadas, risoto de shitake ou massas com molhos encorpados.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

Vistamar Brisa Carménère.

A Brisa é feita com uvas de maturação lenta, com frutos de zonas frias do Vale Central. Aproveitando as brisas costeiras, os ventos andinos ou o ar puro do campo, as uvas Brisa mantêm a sua frescura e jovialidade. Características que se anotam na garrafa juntamente com a máxima expressão dos traços varietais de cada cepa. São vinhos fáceis de apreciar e ideais para quem está começando a se aventurar no mundo do vinho.

 

Vistamar Brisa Carmenere é um vinho tinto produzido pela vinícola chilena Vistamar. É feito a partir da uva Carmenere, que é uma variedade de uva tinta originária da região de Bordeaux, na França.

Este vinho possui uma cor vermelho-rubi intensa e brilhante. No nariz, apresenta aromas frutados, com destaque para frutas vermelhas maduras, como cerejas e ameixas, além de notas sutis de especiarias, como pimenta preta.

Na boca, o Vistamar Brisa Carmenere é encorpado, com taninos macios e aveludados. Sua acidez equilibrada traz frescor ao paladar. Os sabores frutados se destacam, com a presença das cerejas e ameixas, além de um toque de chocolate e café.

É um vinho versátil, que combina bem com diversos pratos. Harmoniza especialmente com carnes vermelhas grelhadas, massas com molhos encorpados e queijos de média intensidade. Também pode ser apreciado sozinho, como uma opção para momentos de descontração.

O Vistamar Brisa Carmenere é uma escolha interessante para quem aprecia vinhos tintos com caráter frutado, equilibrados e fáceis de beber.

 

Tipo: Tinto Seco

Varietal: Carménère

Produtor: Vistamar

Terroir: Vale Central

País:Chile

Safra: Consulte.

 

Teor Alcoólico: 13%

Volume: 750ml

Temperatura de Serviço: 16 - 18°C

 

Vinícola

Fundada por Cristian Carrasco em 1977, no Vale de CasaBlanca no Chile, a Viña VistaMar possui uma coleção de vinhos que nos convidam a fazer uma pausa e respeitar nossa natureza interior. Estudando seus vinhedos e ciclos, a VistaMar acredita que a chave para o equilíbrio está no tempo. Os vinhedos respeitam o tempo, fazendo dele abundante e não escasso. A vinícoAnúnciosla acredita que respeitar o tempo da natureza e a maturação das uvas traz como recompensas os aromas frutados e acidez característica.

 

Análise Sensorial

Visual: Vermelho profundo com tons violeta.

Olfativo: Frutas negras, com notas de especiarias e chocolate.

Gustativo: Frutado, com taninos sedosos e um final agradável.

 

Harmonização:Frango com Molho de Laranja.Risoto de Shitake.Vegetais Grelhados.Carnes Vermelhas.

 

Vinificação: Seleção final dos cachos;Fermentação em baixa temperatura com leveduras selecionadas;Estabilização e engarrafamento.

 

Laudo técnico: Álcool: 13%;pH: 3,46;Acidez total: 3,50 g/lt;Açúcar residual: 5,84 g/lt.

 

 

Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).