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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Vistalba Tomero Single Vineyard Petit Verdot - Vistalba - Espumantes do Sul

Vistalba Tomero Single Vineyard Petit Verdot

Preço normal R$ 229,90
Preço normal R$ 229,90 Preço promocional R$ 285,91
19% OFF Esgotado
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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Vistalba Tomero Single Vineyard Petit Verdot

Visual

Coloração vermelho rubi com reflexos negros

Aromas

Aroma com notas de frutas vermelhas, eucalipto e cravo. Boa presença da madeira

Paladar

Em boca apresenta boa estrutura tânica e final persistente. Vinificação: Seleção final dos cachos; Desengace das uvas frescas; Maceração pré-fermentativa a frio; Uso de leveduras selecionadas; Fermentação alcoólica com.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Vistalba Tomero Single Vineyard Petit Verdot

Tipo Tinto Seco
Método Seleção final dos cachos; Desengace das uvas frescas; Maceração pré-fermentativa a frio; Uso de leveduras selecionadas; Fermentação alcoólica com temperatura controlada; Prensagem descontínua delicada; Maturação por 14 meses em barris Envase; Maturação em.
Região Vale de Uco | Mendoza | Argentina
Temperatura 16 - 18 °C. Vínícola A Bodega Vistalba é composta por terras únicas, aclamadas pela presença de valor incalculável das Cordilheiras, resultando naturalmente no autêntico vinho Argentino. Em Luján de Cuyo, Mendoza, o passado encontra o presente incorporando a.
Harmonização
  • Picanha. Entrecot. Espaguete à Carbonara
Ocasião
  • Inverno
Para saber mais

Descrição do produto

Vistalba Tomero Single Vineyard Petit Verdot.

 

Apresentamos o extraordinário vinho Tomero Petit Verdot, uma verdadeira joia da vinícola Domno. Com uma combinação perfeita entre tradição e inovação, este vinho encanta os sentidos e convida a uma experiência única.

O Tomero Reserva Petit Verdot é um exemplar singular, elaborado a partir da uva Petit Verdot cuidadosamente cultivada em vinhedos selecionados. Sua cor intensa e profunda, em tons de púrpura, já revela a sua personalidade marcante.

Ao degustar este vinho, somos envolvidos por um aroma sedutor e complexo, com notas de frutas vermelhas maduras, especiarias e um sutil toque de carvalho. A cada gole, é possível apreciar a sua estrutura elegante e aveludada, com taninos finos e equilibrados, que conferem um final longo e persistente. O Tomero Reserva Petit Verdot. Cada garrafa é resultado de um cuidadoso processo de vinificação, no qual são empregadas técnicas modernas aliadas ao respeito pelas tradições vitivinícolas.

Este vinho é perfeito para momentos especiais, acompanhando com maestria pratos de carnes grelhadas, cordeiro, queijos curados e massas com molhos intensos. Seja para um jantar romântico ou uma celebração importante, o Tomero Reserva Petit Verdot será o parceiro ideal, elevando a experiência gastronômica a um patamar superior.

Convidamos você a mergulhar nessa viagem sensorial e descobrir o prazer de degustar o Tomero Reserva Petit Verdot. Surpreenda-se com a sua intensidade, elegância e complexidade, e deixe-se levar pelos sabores e aromas que só um grande vinho pode oferecer.

Descubra o Tomero Reserva Petit Verdot, disponível em nossa loja virtual. Aproveite essa oportunidade de apreciar um vinho verdadeiramente excepcional, que irá encantar os paladares mais exigentes. Faça parte dessa experiência enológica única e desfrute de momentos inesquecíveis na companhia de um vinho de excelência. Saúde!

 

Tipo: Tinto Seco

Varietal: Petit Verdot

Terroir: Vale de Uco | Mendoza | Argentina.

País: Argentina

Safra: Consulte

Teor Alcoólico: 14,8%

Volume: 750ml

Maturação: 14 meses em barricas de carvalho francês.

Temperatura de Serviço: 16 - 18 °C.

 

Vínícola

A Bodega Vistalba é composta por terras únicas, aclamadas pela presença de valor incalculável das Cordilheiras, resultando naturalmente no autêntico vinho Argentino. Em Luján de Cuyo, Mendoza, o passado encontra o presente incorporando a mais moderna tecnologia e rendendo culto à elaboração tradicional. A Bodega está situada ao pé da Cordilheira dos Andes e as videiras são irrigadas com a água do degelo da montanha que alimenta este incrível terroir. Neste local é produzido um leque de variedades de fina qualidade que se adaptaram muito bem às condições climáticas e às ásperas virtudes da terra.

 

Análise Organoléptica

Visual: Coloração vermelho rubi com reflexos negros.

Olfativo: Aroma com notas de frutas vermelhas, eucalipto e cravo. Boa presença da madeira.

Gustativo: Em boca apresenta boa estrutura tânica e final persistente.

 

Vinificação: Seleção final dos cachos; Desengace das uvas frescas; Maceração pré-fermentativa a frio; Uso de leveduras selecionadas; Fermentação alcoólica com temperatura controlada; Prensagem descontínua delicada; Maturação por 14 meses em barris Envase; Maturação em cave por 12 meses;Rotulagem.

 

Harmonização: Picanha. Entrecot. Espaguete à Carbonara.

 

Premiações:  - Tomero Reserva Petit Verdot - Vistalba - 2018 - Argentina - 92 Pontos | Melhor Petit Verdot - Descorchados - 2021.

 

Laudo técnico: Álcool: 14,9%.

Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).