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Logo da marca Almaúnica Almaúnica Parte 2 Ultra Premium Cabernet Sauvignon

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O Almaúnica Parte 2 Ultra Premium é um Cabernet Sauvignon de excelência, elaborado na Serra Gaúcha a partir de uvas selecionadas de um único vinhedo. Com 24 meses de maturação em barricas de carvalho francês novas, este tinto encorpado revela uma complexidade aromática notável e elegância ímpar no paladar. É a escolha definitiva para acompanhar pratos estruturados em jantares especiais, oferecendo uma experiência de degustação profunda e excepcional potencial de guarda.
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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Almaúnica Parte 2 Ultra Premium Cabernet Sauvignon - Almaúnica - Espumantes do Sul

Almaúnica Parte 2 Ultra Premium Cabernet Sauvignon

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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Almaúnica Parte 2 Ultra Premium Cabernet Sauvignon

Visual

Cor rubi intensa com reflexos violáceos.

Aromas

Ameixa, amora, eucalipto, pimenta preta, baunilha, cedro e grafite.

Paladar

Na boca surpreendente pela elegância e concentração de fruta. Alto potencial de guarda.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Almaúnica Parte 2 Ultra Premium Cabernet Sauvignon

Tipo Vinho Fino Tinto Seco
Método 24 meses em barricas de carvalho francês novas
Uvas
  • Cabernet Sauvignon
Região Serra Gaúcha - Brasil
Volume 750ml
Temperatura 16 a 18ºC
Harmonização
  • Carne de caça
  • Queijos fortes
  • Lombo de cordeiro assado
  • Risotos
  • Massas com molhos ricos
Ocasião
  • Inverno
  • Outono
  • Jantar Especial
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Almaúnica Parte 2 Ultra Premium Cabernet Sauvignon

O Almaúnica Parte 2 Ultra Premium revela-se em taça com uma cor rubi intensa e reflexos violáceos, antecipando a profundidade desta Cabernet Sauvignon. No nariz, apresenta uma complexidade aromática que harmoniza notas de frutas negras, como ameixa e amora, com toques de eucalipto, pimenta preta, baunilha, cedro e um sutil toque de grafite. No paladar, destaca-se pela elegância e pela notável concentração de fruta, oferecendo uma experiência encorpada e persistente.

Este tinto é elaborado a partir de uvas selecionadas de um único vinhedo, focando na máxima expressão de cada cacho. Sua estrutura é refinada por um amadurecimento paciente de 24 meses em barricas de carvalho francês novas, processo que confere ao vinho sua complexidade característica e um excelente potencial de guarda. É um exemplar que reflete o rigor técnico e a dedicação na busca por vinhos de grande potencial.

Originário da Serra Gaúcha, o Almaúnica Parte 2 é uma escolha sofisticada para as estações mais frias e jantares especiais. Sua estrutura robusta pede companhias à altura, sendo ideal para harmonizar com carnes de caça, lombo de cordeiro assado, queijos fortes ou pratos com molhos ricos e estruturados. É um rótulo que convida à apreciação lenta, celebrando a identidade e o cuidado na elaboração dos vinhos finos brasileiros.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

Almaúnica Parte 2 Ultra Premium Cabernet Sauvignon

Um  inho foi elaborado com a uva Cabernet Sauvignon proveniente de um único vinhedo cujos cachos foram selecionados para que se obtivesse uma maior concentração. Sua maturação ocorreu em barricas de carvalho novas francesas por um período de 24 meses, e foi engarrafado em maio de 2022. Elaborado somente em safras com uvas de grande potencial de maturação e guarda.

 

Tipo: Tinto seco

Varietal: Cabernet Sauvignon

Terroir: Serra Gaúcha

Produtor: Almaúnica

Safra: Consulte

Volume: 750 ml

Teor alcoólica: 15%

Temperatura de serviço: 16 a 18ºC

 

Maturação: Barricas de carvalho francês novas por um período de 24 meses. Engarrafado em maio de 2022 e armazenado nas caves subterrâneas da Vinícola.

Potencial de guarda: Indeterminado

 

Análise Sensorial

Visual: Possui cor rubi intensa com reflexos violáceos.

Olfativo: Aromas de ameixa, amora, eucalipto, pimenta preta, baunilha, cedro e grafite.

Gustativo: Na boca surpreendente pela elegância e concentração de fruta. Alto potencial de guarda.

 

Harmonização: Acompanha carne de caça, queijos fortes, lombo de cordeiro assado, risotos, massas com molhos ricos e estruturados.

 

A vinícola

Sobre a Almaúnica

A Vinícola Almaúnica é referência em vinhos e espumantes de alta qualidade na Serra Gaúcha. Localizada em Bento Gonçalves, destaca-se por unir terroir privilegiado, tecnologia de ponta e dedicação familiar em cada detalhe da produção.

Os vinhos e espumantes Almaúnica carregam a essência do cuidado artesanal, com uvas selecionadas e processos que valorizam a pureza de aromas e sabores. São rótulos elegantes, equilibrados e perfeitos para harmonizar com momentos especiais e pratos variados.

Descubra os vinhos e espumantes Almaúnica e conheça o trabalho de uma vinícola que traduz paixão e autenticidade em cada garrafa, levando o melhor da vitivinicultura brasileira para sua taça.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).