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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Cave Antiga Venerabile Livella - Cave Antiga - Espumantes do Sul

Cave Antiga Venerabile Livella

Preço normal R$ 127,40
Preço normal R$ 127,40 Preço promocional
OFF Esgotado
Ver informações completas

Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Cave Antiga Venerabile Livella

Visual

Coloração vermelho rubi.

Aromas

Frutas vermelhas, pitanga e um leve toque de especiarias.

Paladar

Estrutura média, com taninos marcantes, mas não agressivos.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Cave Antiga Venerabile Livella

Tipo Vinho Fino Tinto Seco
Método Passagem de 40% do vinho por carvalho americano durante dois meses
Uvas
  • Cabernet Sauvignon
  • Tannat
  • Merlot
Região Serra Gaúcha
Volume 750ml
Temperatura 18º C
Harmonização
  • Risotos
  • Pizzas
  • Massas
Ocasião
  • Outono
  • Inverno
  • Jantar Especial
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Cave Antiga Venerabile Livella

Cave Antiga Venerabile Livella encarna a elegância de um vinho tinto fino, apresentando um rubi profundo que reflete a luz de forma quase líquida. Seus aromas evocam pitanga e frutas vermelhas, acompanhados por um toque sutil de especiarias que se revelam na boca. A estrutura média, com taninos marcantes porém equilibrados, confere corpo e persistência, criando uma experiência que se mantém delicada e envolvente – perfeita para um jantar especial de outono ou inverno.

O rótulo é fruto de uma cuidadosa seleção de Cabernet Sauvignon, Tannat e Merlot cultivados na Serra Gaúcha, onde o clima subtropical e o solo arenoso‑argiloso favorecem a maturação lenta e a concentração de sabores. Após a fermentação, 40 % do vinho passa por dois meses em barris de carvalho americano, enquanto o restante permanece em tanques de aço inoxidável, resultando em um equilíbrio de complexidade, acidez equilibrada e um corpo médio que mantém a leveza sem perder profundidade.

Cave Antiga, com sua tradição de produção regional, oferece neste vinho a identidade da Serra Gaúcha: terroir que combina altitude, temperatura e solo para criar uvas de caráter distinto. O Venerabile Livella, portanto, não é apenas uma bebida, mas um convite a degustar a história e o cuidado de uma vinícola que valoriza cada detalhe do processo, proporcionando momentos memoráveis em torno da mesa.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

Venerabile Livella

 

 SAFRA: Não Safrado

 REGIÃO DE PRODUÇÃO: Serra Gaúcha

VARIEDADE: Cabernet Sauvignon, Tannat, Merlot.

CLIMA: Subtropical

CARACTERÍSTICA DO SOLO: Areno argiloso

ACONDICIONAMENTO: Tanques de Aço inoxidável

ENVELHECIMENTO: Passagem de 40% do vinho por carvalho americano durante dois meses.

ESTIMATIVA DE GUARDA: 5 anos.

GRADUAÇÃO ALCOÓLICA: 12,8 % VOL

CARACTERÍSTICAS ORGANOLÉPTICAS: De coloração vermelho rubi, Notas aromáticas de frutas vermelhas, lembrando pitanga, e um leve toque de especiarias. Em boca apresenta estrutura media, com taninos marcantes, mas não agressivos.

ACOMPANHAMENTOS: Ideal para alimentos de média estrutura, menos condimentados: risotos em geral, pizzas e massas.

TEMPERATURA DE SERVIÇO: 18º C

A vinícola

Sobre a Cave Antiga

A Vinícola Cave Antiga é uma vinícola familiar fundada em 1997 (em um conjunto predial de 1948) no 3º Distrito de Farroupilha, na Serra Gaúcha. Estruturada em um casarão histórico, une tradição, sustentabilidade e inovação, valorizando o terroir local e a preservação cultural.

Os vinhos e espumantes Cave Antiga se destacam pela excelência em concursos nacionais e internacionais, pela produção de varietais nobres e pela pioneira linha em bag‑in‑box, que oferece qualidade com praticidade. A vinícola investe em pesquisa, novos varietais e métodos modernos, sempre com cuidado desde o plantio até a elaboração final.

Descubra a Cave Antiga com experiências únicas: tours guiados pelo acervo histórico e caves, degustações premium e harmonizações (como chocolates e empanadas), além de projetos personalizados que convidam o visitante a criar seu próprio vinho. Tudo isso em um ambiente acolhedor, ecológico e imerso na cultura dos imigrantes italianos.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).