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Logo da marca Peterlongo Peterlongo Terras Carmenére

Fora de estoque

O Peterlongo Terras Carmenère é um tinto fino e encorpado, elaborado com uvas selecionadas do Vale Central chileno para expressar toda a tipicidade da casta. Com uma complexidade aromática que une frutas negras, especiarias e toques de chocolate, este vinho oferece taninos macios e uma acidez equilibrada. É a escolha ideal para acompanhar carnes vermelhas e massas em jantares especiais durante as estações mais frias do ano.
 
 
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*Sujeito à alteração sem aviso prévio

As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Peterlongo Terras Carmenére - Peterlongo - Espumantes do Sul

Peterlongo Terras Carmenére

Preço normal R$ 67,50
Preço normal R$ 67,50 Preço promocional R$ 73,90
8% OFF Esgotado
Ver informações completas

Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Peterlongo Terras Carmenére

Visual

Coloração vermelho-rubi profundo com reflexos roxos e aspecto brilhante.

Aromas

Complexidade aromática com notas de especiarias, pimenta preta, frutas negras como ameixas e cerejas, e um toque de chocolate.

Paladar

Paladar intenso de frutas negras como cereja, amora e ameixa seca. Apresenta um sutil toque de baunilha, cravo e café, com corpo e estrutura pronunciados, acidez equilibrada e taninos macios.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Peterlongo Terras Carmenére

Tipo Vinho Fino Tinto Seco
Método Vinificação em tanque de aço inox
Uvas
  • Carmenère
Região Vale Central, Chile
Volume 750ml
Temperatura 14 a 16°C
Harmonização
  • Carnes vermelhas
  • Queijos
  • Massas
Ocasião
  • Inverno
  • Outono
  • Jantar Especial
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Peterlongo Terras Carmenére

Peterlongo Terras Carmenère convida o paladar a uma viagem ao Vale Central do Chile, onde a uva Carmenère, conhecida por sua profundidade, se transforma em um tinto fino e seco de corpo encorpado. No copo, o vinho revela uma coloração vermelho‑rubi profundo com reflexos roxos, brilhando com elegância. Os aromas se entrelaçam em uma complexidade única: especiarias delicadas, pimenta preta, frutas negras como ameixas e cerejas, e um sutil toque de chocolate que promete ainda mais nuances à medida que o vinho abre.

A vinificação acontece em tanques de aço inox, onde a maceração e a fermentação são conduzidas com cuidado para preservar os aromas típicos da variedade. O processo, que mantém a fruta em contato com as leveduras, confere ao vinho taninos macios e uma acidez equilibrada, resultando em um paladar intenso de frutas negras, amora e ameixa seca, complementado por notas de baunilha, cravo e café. Essa atenção aos detalhes garante uma estrutura pronunciada e uma complexidade que evolui suavemente na boca.

Originário do Vale Central, o Terras Carmenère reflete o terroir chileno em cada gole, trazendo o calor e a sofisticação de sua região. Ideal para os meses de inverno e outono, este tinto se torna o acompanhante perfeito para carnes vermelhas, queijos estruturados e massas, elevando qualquer jantar especial a uma experiência memorável de sabores e sensações.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

O Terras Carmenère é um vinho jovem, irreverente, com equilíbrio e agradável. Corpo e estrutura pronunciados, acidez equilibrada e taninos macios.

 

 

 

Uva

Carmenére

 

Temperatura de serviço

14 a 16°C

 

Graduação alcoólica

14 %

 

Ficha técnica

Tipo

Tinto

 

Vinhedos

Vale Central - Chile

 

Harmonização

Combina com queijos, carnes vermelhas e massas.

 

Visual

Aspecto visual brilhante com coloração vermelho-rubi profundo com reflexos roxos.

 

Olfativo

Complexidade aromática única, resultante da união de diferentes camadas de aromas encontradas nesse varietal. Delicado e intenso aroma de especiarias, com notas de pimenta preta, além de frutas negras como ameixas e cerejas e até mesmo chocolate.

 

Gustativo

Paladar intenso de frutas negras como cereja, amora e ameixa seca. Além de um sutil toque de baunilha, cravo e café, o que proporciona a esse varietal uma agradável e intensa complexidade em boca. Corpo e estrutura pronunciados, acidez equilibrada e tanin

 

Tempo sugerido para consumo

3 anos

 

Método de elaboração

As uvas exclusivamente da variedade Carmenère selecionadas do Vale Central no Chile, são cuidadosamente desengaçadas, sendo posteriormente enviadas para um tanque de aço inox, dando inicio ao processo de maceração e posterior fermentação. Todo o processo de vinificação acontece de forma a preservar ao máximo de aromas típicos dessa variedade como frutas negras e cerejas. Posteriormente o vinho é trasfegado e armazenado nos tanques ate o momento de engarrafamento para ganhar uma maior complexidade. 

A vinícola

Sobre a Peterlongo

A Vinícola Peterlongo é um verdadeiro ícone da Serra Gaúcha e do espumante brasileiro. Fundada em 1915, em Garibaldi, foi pioneira na elaboração de espumantes pelo método Champenoise no Brasil, sendo até hoje reconhecida como a única vinícola brasileira autorizada a usar o termo “Champagne” em seus rótulos na época em que a marca começou sua história.

A Peterlongo produz espumantes e vinhos finos que unem tradição centenária, tecnologia moderna e respeito ao terroir da região. Rótulos como Presence Brut, Elegance Moscatel e o icônico Armando Peterlongo são exemplos do cuidado na elaboração, com borbulhas delicadas, frescor marcante e personalidade única.

Descubra a Peterlongo e viva a história do espumante nacional com visitas guiadas às caves históricas, degustações harmonizadas e experiências exclusivas em um dos cenários mais charmosos de Garibaldi — uma combinação de legado, qualidade e inovação em cada taça.


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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).