Pular para as informações do produto

Logo da marca Peterlongo Peterlongo Terras Tannat

Fora de estoque

O Peterlongo Terras Tannat é um tinto uruguaio de elegância singular, que se destaca pela leveza e pelos taninos aveludados no paladar. Elaborado com fermentação em aço inox para preservar sua pureza, revela aromas complexos de couro, tabaco e azeitona preta. É a escolha perfeita para acompanhar queijos maturados e carnes de caça, trazendo sofisticação aos seus momentos de outono e inverno.
 
 
add_shopping_cart

-

Pedido aprovado

local_shipping

- - -

Expedição do Pedido

redeem

- - -

Entregue!

local_shipping

Promoções de frete vigentes

 

Políticas vigentes de desconto no frete*

Nossa política de Frete Grátis vigente é a seguinte:

 Região Sul Pedidos a partir de
Rio Grande do Sul R$ 400
Santa Catarina R$ 400
Paraná R$ 500

 

 Região Sudeste Pedidos a partir de
São Paulo R$ 500
Rio de Janeiro R$ 600
Minas Gerais R$ 600
Espírito Santo R$ 800

 

 Região Centro Oeste Pedidos a partir de
Distrito Federal R$ 800
Goiás R$ 1.000

 

*Sujeito à alteração sem aviso prévio

As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Peterlongo Terras Tannat - Peterlongo - Espumantes do Sul

Peterlongo Terras Tannat

Preço normal R$ 67,50
Preço normal R$ 67,50 Preço promocional R$ 73,90
8% OFF Esgotado
Ver informações completas

Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Peterlongo Terras Tannat

Visual

Aspecto visual límpido, com coloração violácea.

Aromas

Boa presença de aromas, lembrando couro, tabaco e azeitona preta.

Paladar

Vinho leve, macio e agradável em boca. Taninos aveludados e equilibrados. Apresenta boa persistência em boca.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Peterlongo Terras Tannat

Tipo Vinho Fino Tinto Seco
Método Fermentação em tanque de aço inox
Uvas
  • Tannat
Região Uruguai
Volume 750ml
Temperatura 16 a 18°C
Harmonização
  • Queijos maturados
  • Massas
  • Carnes de caça
Ocasião
  • Outono
  • Inverno
  • Jantar Especial
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Peterlongo Terras Tannat

Peterlongo Terras Tannat é um tinto leve, com taninos aveludados que se entregam suavemente ao paladar. No nariz, se abre com aromas de couro, tabaco e azeitona preta, complementados por uma leve fruticidade que lembra frutas escuras. A cor violácea, de aspecto límpido, reflete a leveza e a elegância que fazem deste vinho a escolha ideal para jantar especial, outono ou inverno.

A uva Tannat é cuidadosamente destemida e colocada em tanques de aço inoxidável, onde a fermentação e a maceração acontecem simultaneamente sob temperatura controlada. Esse processo intensifica a extração de taninos, antocianinas e compostos fenólicos, conferindo ao vinho sua estrutura delicada e complexidade. Após a fermentação, o mosto é transferido para tanques de reserva até o engarrafamento, permitindo que os sabores se integrem e se tornem mais equilibrados.

Peterlongo, localizada nas colinas do Uruguai, traz à mesa um terroir de solos argilosos e clima temperado que favorece a maturação da Tannat. A tradição e o cuidado da vinícola se refletem no caráter refinado deste tinto, que celebra a riqueza da cultura vinícola uruguaia. Ao degustar Peterlongo Terras Tannat, você não apenas saboreia um vinho, mas também se conecta com a história e o espírito da região que o produz.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

O vinho Terras Tannat caracteriza-se por ser um vinho leve, com taninos macios e aromas complexos.

 

Uva

Tannat

 

Safra

Consulte

 

Temperatura de serviço

16 a 18°C

 

Graduação alcoólica

13 %

 

Ficha técnica

Tipo

Tinto

 

Vinhedos

Uruguai

 

Harmonização

Queijos maturados, massas, pizzas e carnes de caça.

 

Visual

Aspecto visual límpido, com coloração violácea.

 

Olfativo

Boa presença de aromas, lembrando couro, tabaco e azeitona preta.

 

Gustativo

Vinho leve, macio e agradável em boca. Taninos aveludados e equilibrados . Apresenta boa persistência em boca.

 

Tempo sugerido para consumo

3 anos

 

Método de elaboração

As uvas, exclusivamente da variedade Tannat, são cuidadosamente desengaçadas, sendo posteriormente enviadas para um tanque de aço inox, onde acontecem simultaneamente os processos de fermentação e maceração em temperatura controlada. Durante esse processo acontece uma maior extração dos compostos fenólicos, antocianinas e taninos, responsáveis pela cor e estrutura dos vinhos. Posteriormente o vinho é trasfegado e armazenado nos tanques até o momento do engarrafamento para ganhar uma maior complexidade.

A vinícola

Sobre a Peterlongo

A Vinícola Peterlongo é um verdadeiro ícone da Serra Gaúcha e do espumante brasileiro. Fundada em 1915, em Garibaldi, foi pioneira na elaboração de espumantes pelo método Champenoise no Brasil, sendo até hoje reconhecida como a única vinícola brasileira autorizada a usar o termo “Champagne” em seus rótulos na época em que a marca começou sua história.

A Peterlongo produz espumantes e vinhos finos que unem tradição centenária, tecnologia moderna e respeito ao terroir da região. Rótulos como Presence Brut, Elegance Moscatel e o icônico Armando Peterlongo são exemplos do cuidado na elaboração, com borbulhas delicadas, frescor marcante e personalidade única.

Descubra a Peterlongo e viva a história do espumante nacional com visitas guiadas às caves históricas, degustações harmonizadas e experiências exclusivas em um dos cenários mais charmosos de Garibaldi — uma combinação de legado, qualidade e inovação em cada taça.


Ver produtos da Peterlongo

Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).