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Logo da marca Miolo Miolo Single Vineyard Syrah

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O Miolo Single Vineyard Syrah é a expressão máxima do terroir do Vale do São Francisco, elaborado com uvas de um micro-lote selecionado e amadurecido por 12 meses em carvalho francês. Este tinto encorpado revela uma coloração violácea profunda, com aromas complexos de frutas maduras, especiarias e um toque defumado. É a escolha ideal para acompanhar carnes grelhadas e churrascos, oferecendo um paladar quente, redondo e marcante para momentos especiais.
 
 
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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Miolo Single Vineyard Syrah - Miolo - Espumantes do Sul

Miolo Single Vineyard Syrah

Preço normal R$ 108,60
Preço normal R$ 108,60 Preço promocional
OFF Esgotado
Ver informações completas

Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Miolo Single Vineyard Syrah

Visual

Coloração violácea profunda

Aromas

Fruta vermelha madura, nuances defumadas e especiarias, com destaque para pimenta preta.

Paladar

Boca quente, redonda, com taninos persistentes e baixa acidez. Estrutura intensa e marcante.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Miolo Single Vineyard Syrah

Tipo Vinho Fino Tinto Seco
Método Amadurecimento em barricas de carvalho francês por 12 meses
Uvas
  • Syrah
Região Vale do São Francisco
Volume 750ml
Temperatura 16 a 18ºC
Harmonização
  • Carnes vermelhas grelhadas
  • Churrasco
  • Feijoada
Ocasião
  • Inverno
  • Outono
  • Jantar Especial
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Miolo Single Vineyard Syrah

O Miolo Single Vineyard Syrah apresenta uma coloração violácea profunda e intensa, revelando um perfil aromático complexo. No nariz, destacam-se notas de frutas vermelhas maduras harmonizadas com nuances defumadas e um toque marcante de pimenta preta. Em boca, é um vinho encorpado e de estrutura marcante, caracterizado por uma textura redonda, taninos persistentes e uma acidez macia que confere elegância ao conjunto.

Para alcançar este resultado, as uvas Syrah passam por um rigoroso processo de colheita manual e seletiva. A vinificação envolve uma maceração prolongada com as cascas, garantindo a extração ideal de cor e estrutura, seguida de um amadurecimento de 12 meses em barricas de carvalho francês. O processo valoriza a pureza da fruta e a integração técnica, resultando em um tinto seco de personalidade singular.

Este rótulo é uma expressão autêntica do Vale do São Francisco, onde o clima e o solo do vinhedo do Mandacaru conferem características únicas à uva. Elaborado pela Miolo, o vinho reflete a identidade de um micro-lote selecionado, sendo uma excelente companhia para momentos que pedem um tinto com presença. É a escolha ideal para acompanhar carnes vermelhas grelhadas, um churrasco completo ou pratos tradicionais como a feijoada.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

O Single Vineyard é um vinho de um único vinhedo, onde se encontra a máxima expressão do Terroir. Os vinhos oriundos deste brasileiro deserto feliz e energético, deste bioma caatinga, do Vale do São Francisco são modernos e, de todo o Brasil, a uva Syrah apresenta aqui a sua máxima expressão.

A singularidade deste Syrah, provém da característica de solo do micro-lote selecionado em que foram produzidas as uvas nos vinhedos da Terranova.

 

O Miolo Single Vineyard Syrah é proveniente da Região do Vale do São Francisco, no micro-lote do Vinhedo do Mandacaru, Quadra 14, Parcela A, através de colheita manual e seletiva de 1,4 héctares.

 

Ficha Técnica

VINHA

Região: Vale dos São Francisco/BA

Solo: Arenoargiloso de topografia plana

Clima: Tropical e semiárido

Variedade(s): Syrah

Micro-localização: Vinhedo do Mandacaru, Quadra 14, Parcela A

Colheira: Manual e seletiva (colheira de Inverno, primeiro semestre)

 

VENIFICAÇÃO

- Desengace total dos cachos, sem esmagamento;

- Maceração pré-fermentativa a frio por 5 dias, em tanques de aço inoxidável;

- Fermentação alcoólica e maceração a temperatua controlada de 25 a 30ºC, com apropriada gestão da extração polifenólica através de remontagens abertas, fechadas, pigeages e delestages;

- Maceração pós-fermentativa de 10 a 15 dias para aporte extra de tanino da casca da uva (a duração desta maceração final está dependente da realização espontânea e total da fermentação malolática no bagaço);

- Tempo total de maceração com as cascas: 30 dias, em média;

- Descube por gravidade e separação do vinho flor do vinho prensa;

- Amadurecimento em barricas de carvalho francês por 12 meses;

- Sem colagem e com filtração grossa.

 

ANÁLISE SENSORIAL

Visão: Coloração violácea profunda.

Olfato: Aroma de fruta vermelha madura, complexado com nuances defumadas e de especiarias, principalmente pimenta preta.

Gosto: Boca quente, redonda e de tanino ersistente e baixa acidez. Vinho de média a alta estrutura de intensa presença em boca.

 

SERVIÇOS E HARMONIZAÇÃO

Serviço: A temperatura ideal é de 16 a 18ºC.

Harmonização: Ideal com carnes como fraldinha, maminhas, bife de ancho, filé mignon e demais carnes vermelhas grelhadas e só temperadas com sal, carnes de carneiro, buchada de bode, carne de sol, carne de porco, cupim, picanha com a capa de gordura. Enfim, este vinho acompanha um bom e típico churrasco brasilheiro, o forte gosto da carne de bode no Nordeste, o barreado e também a famosa feijoada carioca.

A vinícola

Sobre a Miolo

A Vinícola Miolo é uma das maiores referências da vitivinicultura brasileira, com mais de um século de história que começou com Giuseppe Miolo, imigrante italiano que chegou ao Vale dos Vinhedos em 1897. Hoje, a Miolo Wine Group reúne vinhedos em quatro regiões vitivinícolas do Brasil: Vale dos Vinhedos (RS), Campanha Meridional (RS), Campos de Cima da Serra (RS) e Vale do São Francisco (BA).

Com produção diversificada, a Miolo é conhecida por seus espumantes premiados, vinhos finos e sucos de uva 100% integrais. Linhas como Miolo Cuvée Tradition, Reserva, Terroir e Lote 43 destacam-se pela qualidade reconhecida no Brasil e no exterior. Os espumantes, elaborados pelos métodos Charmat e Tradicional, são presença garantida em celebrações de todo o país.

Descubra a Vinícola Miolo e viva experiências únicas no Vale dos Vinhedos: tours guiados, degustações harmonizadas, cursos de degustação, piqueniques e visitas ao icônico vinhedo Lote 43. Um convite para brindar com quem valoriza tradição, inovação e a autenticidade do vinho brasileiro.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).