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Logo da marca Valmarino Valmarino Shiraz

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Este Valmarino Shiraz é uma expressão exclusiva de Pinto Bandeira, elaborado com 12 meses de maturação em carvalho americano e limitado a apenas 3.435 garrafas numeradas. Com coloração rubi intensa, revela aromas de frutas negras, especiarias e um toque elegante de chocolate. É um vinho tinto seco, estruturado e de taninos macios, sendo a companhia ideal para carnes vermelhas e massas encorpadas nos dias mais frios de outono e inverno.
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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Valmarino Shiraz - Valmarino - Espumantes do Sul

Valmarino Shiraz

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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Valmarino Shiraz

Visual

Coloração rubi-violácea intensa e aspecto brilhante.

Aromas

Notas frutadas de amoras e geleia, com leve toque de pimenta e ervas finas. Notas de baunilha, especiarias, cravo e chocolate devido ao carvalho.

Paladar

No paladar apresenta acidez agradável e seus taninos são macios com gosto condimentado e muito elegante. Seu retrogosto é persistente e apresenta final de boca muito agradável.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Valmarino Shiraz

Tipo Vinho Fino Tinto Seco
Método 12 meses em barricas de carvalho americano de 2º uso
Uvas
  • Shiraz
Região Pinto Bandeira
Volume 750ml
Temperatura 16 a 18°C
Harmonização
  • Carnes vermelhas
  • Massas ao molho bolonhesa
  • Queijos semiduros
Ocasião
  • Inverno
  • Outono
  • Jantar Especial
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Valmarino Shiraz

O Valmarino Shiraz apresenta uma coloração rubi-violácea intensa e brilhante, revelando uma experiência sensorial marcada pela elegância. No nariz, destaca-se pela complexidade aromática, onde notas de amoras e geleia se encontram com toques de pimenta e ervas finas. O paladar é estruturado, com acidez equilibrada e taninos macios, trazendo um caráter condimentado que culmina em um final persistente e muito agradável.

Este vinho fino tinto seco é elaborado com uvas selecionadas nos vinhedos da própria vinícola. Após a fermentação, o vinho passa por um estágio de 12 meses em barricas de carvalho americano de segundo uso, processo que confere nuances de baunilha, cravo e chocolate. Sem passar por processos de filtragem, o rótulo preserva sua autenticidade e naturalidade, sendo produzido em um lote limitado e numerado.

Originário de Pinto Bandeira, este Shiraz reflete o cuidado da Valmarino com a expressão e a tipicidade do terroir. Com excelente potencial de guarda, é uma escolha versátil para acompanhar momentos especiais durante o outono e o inverno. Sua estrutura harmoniza com perfeição a pratos como carnes vermelhas, massas ao molho bolonhesa e queijos semiduros, tornando-se um companheiro ideal para jantares memoráveis.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

Valmarino Shiraz

 

100% Shiraz

Safra Consulte

12,8% Vol.

12 meses de envelhecimento em barricas de carvalho de 2ª uso

3435 garrafas numeradas

7 a 8 anos de guarda

 

Notas de Degustação:

Vinho tinto de coloração rubi-violácea intensa e de aspecto brilhante. No aroma apresenta notas frutadas de amoras e geléia; com leve toque de pimenta e ervas finas. Tem notas de baunilha, especiarias lembrando cravo e chocolate devido a presença equilibrada do carvalho. No paladar apresenta acidez agradável e seus taninos são macios com gosto condimentado e muito elegante. Seu retrogosto é persistente e apresenta final de boca muito agradável que sugere um bom prato a base de carnes vermelhas para sua melhor harmonização.

 

Acompanhamento:

Acompanha bem massas ao molho pesto e a bolonhesa.

Ideal ao acompanhamento de carnes como: filé a milanesa, cordeiro ao vinho, carne assada e filé a parmegiana. Com grelhados combina bem com maminha.

Com queijos harmoniza com os semiduros tipo Gouda.

Com pizzas é ideal para o tipo calabresa e de filé mignon.

 

 

FICHA TÉCNICA VINHO TINTO SHIRAZ

MARCA: VALMARINO

 

-Colheita e seleção das uvas SHIRAZ ainda no vinhedo.

-Recepção das uvas, desengace e breve esmagamento;

-Adição de metabissulfito, enzimas e levedura para a fermentação alcoólica, a temperatura controlada entre 27 a 30ºC por 10 dias;

-Descuba e prensagem do bagaço;

-Realização completa da fermentação malolática por aproximadamente 30 dias;

-Realizada a 1ª trasfega com correção do metabissulfito;

-Realizada a 2ª trasfega e breve estabilização tartárica;

-O vinho não foi filtrado, sofreu apenas decantação natural;

-Foi levado ao envelhecido em barricas de carvalho americano por 12 meses em  segundo uso;

-Foi engarrafado num lote único de 3.435 garrafas de 750 ml.


 

Dados Analíticos:

-Álcool: 12,8 % Vol

-Acidez Total: 83 meq/litro.

-Açúcares: 3,4 gramas/litro.

-pH: 3,66

-Extrato seco: 31,8 gramas/litro

-Dióxido de Enxofre Total: 89 mg/litro

 

Considerações:

-Uvas próprias cultivadas em Pinto Bandeira.

-Primeira safra deste varietal a ser lançada pela vinícola.

-Este vinho compõe uma linha exclusiva da Valmarino que caracteriza a expressão e tipicidade da variedade SHIRAZ aliada a sua versatilidade de consumo.

-Produção limitada de 3.435 garrafas de 750 ml numeradas.

-Vinho com estilo de ser servido jovem porém ganha com o envelhecimento.

-Potencial de guarda estimado em 8 anos desde que conservado adequadamente.

A vinícola

Sobre a Valmarino

A Vinícola Valmarino nasceu da determinação de Orval Salton, enólogo formado em Mendoza e estudioso das variedades viníferas europeias, que em 1978 adquiriu uma propriedade de 24 hectares em Pinto Bandeira, no Rio Grande do Sul, e plantou ali o primeiro vinhedo de Cabernet Franc da região. A vinícola foi fundada oficialmente em 1997, com os filhos Marco Antônio, Guilherme e Rodrigo como sócios, e leva no nome uma homenagem às origens da família: Cison di Valmarino, município da região do Vêneto, na Itália.

Hoje, com 21 hectares cultivados e 18 variedades viníferas, a Valmarino produz vinhos e espumantes com identidade clara, ancorados no terroir de Pinto Bandeira — território reconhecido pela Denominação de Origem Altos de Pinto Bandeira. A parceria com o californiano Nathan Churchill, iniciada em 2006, ampliou o alcance da vinícola e consolidou rótulos de produção limitada que figuram entre os tintos varietais mais respeitados do Brasil.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).