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Logo da marca Miolo Miolo Lendários Testardi Shiraz

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O Miolo Lendários Testardi Shiraz é a máxima expressão da Syrah no Vale do São Francisco, nascido da obstinação de cultivar vinhos excepcionais em terras áridas. Com 12 meses de amadurecimento em carvalho francês, este tinto encorpado revela aromas de frutas maduras, especiarias e nuances defumadas. É um vinho estruturado, untuoso e de longa persistência, ideal para elevar jantares especiais ou acompanhar carnes grelhadas e churrasco nos dias de outono e inverno.
 
 
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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Miolo Lendários Testardi Shiraz - Miolo - Espumantes do Sul

Miolo Lendários Testardi Shiraz

Preço normal R$ 212,60
Preço normal R$ 212,60 Preço promocional R$ 212,60
0% OFF Esgotado
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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Miolo Lendários Testardi Shiraz

Visual

Coloração violácea profunda.

Aromas

Fruta vermelha madura, morango, ameixa preta, gengibre, noz-moscada e nuances defumadas.

Paladar

Altamente estruturado, médio volume em boca, equilibrado, untuoso, acidez refrescante e longa persistência.

Acidez
Refrescante
Corpo
Encorpado
Doçura
Brut
Complexidade
Complexa

Ficha técnica - Miolo Lendários Testardi Shiraz

Tipo Vinho Fino Tinto Seco
Método Amadurecimento em barricas novas de carvalho francês por 12 meses
Uvas
  • Syrah
Região Vale do São Francisco, Bahia
Volume 750ml
Temperatura 16 a 18°C
Harmonização
  • Carnes vermelhas grelhadas
  • Cordeiro
  • Feijoada
  • Churrasco
Ocasião
  • Inverno
  • Outono
  • Jantar Especial
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Miolo Lendários Testardi Shiraz

O Miolo Lendários Testardi Shiraz revela-se como uma expressão marcante da uva Syrah, exibindo uma coloração violácea profunda e intensa. No nariz, apresenta um perfil aromático complexo, onde notas de frutas vermelhas maduras, como morango e ameixa preta, encontram toques especiados de gengibre e noz-moscada, finalizando com nuances defumadas. Em boca, destaca-se pela estrutura robusta e pelo excelente equilíbrio, oferecendo uma textura untuosa, acidez refrescante e uma persistência longa que convida a apreciar cada detalhe.

Sua elaboração é um exercício de precisão e cuidado, utilizando colheita manual e seletiva. O processo destaca-se pelo uso de barricas novas de carvalho francês, onde o vinho realiza a fermentação e permanece por 12 meses para amadurecimento. A ausência de colagem e a filtração apenas grossa preservam a integridade e o caráter autêntico do rótulo, permitindo que a madeira se integre de forma harmoniosa ao conjunto.

Produzido no Vale do São Francisco, na Bahia, este vinho é o resultado da coragem de cultivar videiras em um terroir tropical e semiárido. O solo arenoargiloso e o clima singular conferem ao Testardi uma personalidade única, tornando-o uma escolha sofisticada para as estações mais frias. É um companheiro ideal para momentos especiais, harmonizando perfeitamente com carnes vermelhas grelhadas, cordeiro, pratos típicos como a feijoada ou um suculento churrasco brasileiro.

Curadoria Espumantes do Sul
Região Vale do São Francisco, Bahia
Selo da curadoria
SELEÇÃO
Ocasião
  • Inverno
  • Outono
  • Jantar Especial
Para saber mais

Descrição do produto

Obstinação e persistência são os significados que remetem a palavra Testardi, nome escolhido para este vinho produzido em terras áridas, num local inóspito, por pessoas que acreditaram e comprovaram que se pode elaborar um grande vinho no Vale do São Francisco/BA. Este vinho representa uma das máximas expressões da uva Syrah em território brasileiro.

 

Ficha Técnica

VINHA

Região: Vale do São Francisco/BA

Solo: Arenoargiloso de topografia plana

Clima: Tropical e semiárido

Variedade(s): Syrah

Colheita: Manual e seletiva [colheita de Inverno, primeiro semestre

 

VINIFICAÇÃO

- Desengace manual, sem esmagamento;

- Maceração pré-fermentativa a frio por 5 dias, em tanque de aço inoxidável;

- Enchimento das barricas novas de carvalho francês por gravidade;

- Fermentação alcoólica de 15 dias, a 22-24°C, em barricas de carvalho francês;

- Cuvaison de 30 dias, aproximadamente com realização da fermentação malolática espontânea na própria barrica e na presença das cascas;

- Prensagem em prensa tipo torchio, onde a totalidade do vinho prensa foi adicionada ao vinho flor;

- Amadurecimento em barricas novas de carvalho francês por 12 meses;

- Sem colagem e com filtração grossa.

 

ANÁLISE SENSORIAL

Visão: Coloração violácea profunda.

Olfato: Aroma de fruta vermelha madura tipo morango, ameixa preta, notas mescladas com gengibre, noz moscada e nuances defumadas.

Gosto: Altamente estruturado e de médio volume em boca, devido à precoce integração da madeira, é um vinho muito equilibrado, untuoso, de acidez refrescante e de longa persistência em boca.

 

SERVIÇO E HARMONIZAÇÃO

Serviço: A temperatura ideal é de 16 a 18°C.

Harmonização: Ideal com carnes como fraldinhas, maminhas, bife de ancho, filé mignon e demais carnes vermelhas grelhadas e só temperadas com sal, carnes de carneiro, buchada de bode, carne de sol, carne de porco, cupim, picanha com a capa de gordura. Enfim, este vinho acompanha um bom e típico churrasco brasileiro, o forte gosto da carne de bode no Nordeste, o barreado e também a famosa feijoada carioca.

A vinícola

Sobre a Miolo

A Vinícola Miolo é uma das maiores referências da vitivinicultura brasileira, com mais de um século de história que começou com Giuseppe Miolo, imigrante italiano que chegou ao Vale dos Vinhedos em 1897. Hoje, a Miolo Wine Group reúne vinhedos em quatro regiões vitivinícolas do Brasil: Vale dos Vinhedos (RS), Campanha Meridional (RS), Campos de Cima da Serra (RS) e Vale do São Francisco (BA).

Com produção diversificada, a Miolo é conhecida por seus espumantes premiados, vinhos finos e sucos de uva 100% integrais. Linhas como Miolo Cuvée Tradition, Reserva, Terroir e Lote 43 destacam-se pela qualidade reconhecida no Brasil e no exterior. Os espumantes, elaborados pelos métodos Charmat e Tradicional, são presença garantida em celebrações de todo o país.

Descubra a Vinícola Miolo e viva experiências únicas no Vale dos Vinhedos: tours guiados, degustações harmonizadas, cursos de degustação, piqueniques e visitas ao icônico vinhedo Lote 43. Um convite para brindar com quem valoriza tradição, inovação e a autenticidade do vinho brasileiro.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).