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Logo da marca Amitié Amitié Colheitas Shiraz

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O Amitié Colheitas Shiraz celebra a singularidade da Serra da Mantiqueira, onde a técnica da dupla poda permite uma colheita de inverno excepcional. Este tinto encorpado revela uma harmonia sofisticada entre frutas negras maduras e especiarias, resultado de seis meses de maturação cuidadosa. É a escolha ideal para quem busca a estrutura marcante e a elegância de um autêntico vinho brasileiro de altitude.
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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Amitié Colheitas Shiraz - Amitié - Espumantes do Sul

Amitié Colheitas Shiraz

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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Amitié Colheitas Shiraz

Visual

Coloração rubi intensa e profunda.

Aromas

Frutas negras maduras, especiarias e notas sutis provenientes do amadurecimento.

Paladar

Vinho com boa estrutura, taninos presentes e final persistente, característico da casta Shiraz cultivada em altitude.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Amitié Colheitas Shiraz

Tipo Vinho Fino Tinto Seco
Método 6 meses de maturação
Uvas
  • Shiraz
Região Serra da Mantiqueira - MG
Volume 750ml
Temperatura 16 a 18 ºC
Harmonização
  • Carnes Vermelhas
  • Queijos Estruturados
  • Massas
Ocasião
  • Inverno
  • Outono
  • Jantar Especial
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Amitié Colheitas Shiraz

O Amitié Colheitas Shiraz apresenta uma coloração rubi intensa e profunda, revelando um perfil sensorial marcado pela elegância e estrutura. No nariz, destacam-se aromas de frutas negras maduras harmonizados com nuances de especiarias e toques sutis decorrentes do seu período de amadurecimento. Em boca, é um vinho encorpado, com taninos presentes e bem integrados, equilibrados por uma acidez vivaz que confere persistência e sofisticação ao conjunto.

Este tinto fino seco é elaborado a partir da variedade Shiraz, cultivada sob condições singulares. O processo de produção inclui seis meses de maturação, etapa fundamental para que o vinho desenvolva sua complexidade característica e alcance o equilíbrio ideal entre a potência da fruta e a estrutura necessária para uma degustação memorável.

O rótulo é uma expressão autêntica do terroir da Serra da Mantiqueira, em Minas Gerais, região reconhecida pela técnica da dupla poda que permite uma colheita de inverno diferenciada. Ideal para acompanhar jantares especiais, este vinho harmoniza perfeitamente com carnes vermelhas, queijos estruturados e massas robustas, sendo uma excelente escolha para as noites mais frescas de outono e inverno.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

O Brasil é o único País do mundo a ter colheitas nas quatro estações do ano com três tipos de viticultura. AMITIÉ COLHEITAS expressa cada uma destas regiões com a curadoria de suas sócias que desenvolveram uma edição limitada com vinhos de cada colheita.

A Colheita de Inverno iniciada nos anos 2000 acontece em regiões de climas subtropical e tropical de altitude em vinhedos superiores a 1.000m, como a da Serra da Mantiqueira. A colheita acontece uma vez ao ano, nos meses de inverno, de junho a agosto, sendo realizada com a técnica da dupla poda.

Um vinho que expressa a melhor versão do Shiraz de Minas Gerais.

Terroir

Serra da Mantiqueira - MG

Tipo

Tinto

Teor Alcoólico

14%

Variedade

Shiraz

Temperatura de Consumo

 

16 a 18 ºC

Maturação

6 meses

Maturação

6 meses

A vinícola

Sobre a Amitié

A Vinícola Amitié nasceu do encontro de duas amigas apaixonadas pelo mundo do vinho, que transformaram sua experiência em rótulos que unem qualidade, leveza e frescor. Localizada na Serra Gaúcha, a Amitié valoriza o estilo jovem e moderno de apreciar espumantes e vinhos.

Os espumantes e vinhos Amitié são elaborados com uvas selecionadas e métodos que ressaltam a pureza aromática e o equilíbrio. São rótulos versáteis, perfeitos para brindar momentos descontraídos, encontros entre amigos ou acompanhar pratos leves e refrescantes.

Descubra a Amitié e leve para sua taça a essência de uma vinícola que nasceu da amizade e se tornou referência em espumantes brasileiros de estilo moderno e vibrante.

Ver produtos da Amitié

Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).