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Logo da marca Valmarino Valmarino Reserva de Família 8a Edição 2018

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O Valmarino Reserva de Família 8ª Edição 2018 é um tinto encorpado e complexo, elaborado na Serra Gaúcha a partir de um blend nobre com 18 meses de maturação em carvalho americano. Sua estrutura untuosa revela aromas exuberantes de frutas desidratadas, chocolate e café, culminando em taninos macios e persistentes. É a escolha ideal para elevar jantares especiais de outono e inverno, harmonizando perfeitamente com carnes vermelhas, caça e massas condimentadas.
 
 
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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Valmarino Reserva de Família 8a Edição 2018 - Valmarino - Espumantes do Sul

Valmarino Reserva de Família 8a Edição 2018

Preço normal R$ 599,00
Preço normal R$ 599,00 Preço promocional R$ 599,00
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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Valmarino Reserva de Família 8a Edição 2018

Visual

Coloração rubi intenso, límpido e brilhante.

Aromas

Exuberante, frutas desidratadas, notas de geleia, melaço, chocolate e café torrado.

Paladar

Untuoso com acidez equilibrada e taninos longos, macios e persistentes.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Valmarino Reserva de Família 8a Edição 2018

Tipo Vinho Fino Tinto Seco
Método 18 meses em carvalho americano de primeiro uso
Uvas
  • Cabernet Franc
  • Cabernet Sauvignon
  • Merlot
  • Tannat
  • Petit Verdot
Região Serra Gaúcha
Volume 750ml
Temperatura 16 a 20 °C
Harmonização
  • Carnes Vermelhas
  • Carne de Caça
  • Massas Condimentadas
Ocasião
  • Jantar Especial
  • Inverno
  • Outono
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Valmarino Reserva de Família 8a Edição 2018

O Valmarino Reserva de Família apresenta uma coloração rubi intensa, límpida e brilhante, que antecipa a sofisticação contida na taça. No olfato, revela-se exuberante e complexo, com notas marcantes de frutas desidratadas, geleia, melaço, chocolate e café torrado. No paladar, destaca-se pela textura untuosa, com acidez equilibrada e taninos longos, macios e persistentes, que conferem uma estrutura encorpada e envolvente.

Este vinho fino tinto seco é elaborado a partir de um cuidadoso corte de Cabernet Franc, Cabernet Sauvignon, Merlot, Tannat e Petit Verdot. O diferencial de sua produção reside no amadurecimento de 18 meses em barricas de carvalho americano de primeiro uso, processo que agrega profundidade e complexidade ao perfil sensorial, resultando em uma bebida de personalidade marcante e refinada.

Produzido pela Valmarino na Serra Gaúcha, este rótulo carrega a essência do terroir da região, onde o clima e o cuidado no cultivo permitem a expressão plena das variedades utilizadas. É uma escolha excelente para acompanhar momentos especiais durante o outono e o inverno, harmonizando com elegância ao lado de carnes vermelhas, carnes de caça e massas condimentadas.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

Vinho Tinto Seco Reserva de Família 8a Edição 2018 Valmarino 750ml

 

Um vinho que apresenta coloração rubi intenso, límpido e brilhante. No olfato é exuberante, apresentando aroma de frutas desidratadas, complexo com notas de geléia, melaço, chocolate e café torrado. No paladar é untuoso, com acidez equilibrada e taninos longos, macios e persistentes.

 

 

Ficha técnica

 

Composição

40% Cabernet Franc |30% Cabernet Sauvignon |15% Merlot |10% Tannat | 5% Petit Verdot

 

Maturação

18 Meses Em Carvalho Americano De Primeiro Uso E Média Tostagem

 

Visual

Coloração Rubi Intenso, Límpido E Brilhante.

Olfato

Exuberante, Frutas Desidratadas, Complexo Com Notas De Geléia, Melaço, Chocolate E Café Torrado.

Paladar

Untuoso Com Acidez Equilibrada E Taninos Longos, Macios E Persistentes.

 

Tempo De Guarda

10 A 12 Anos

 

Graduação Alcoólica

14% Vol.

 

Temperatura De Serviço

16 A 20 °C

 

Harmonizações

Carnes Vermelhas Em Geral, Carne De Caça E Massas Condimentadas.

 

Produção

3.408 Garrafas Numeradas

 

Premiações:

Medalha de Ouro – Safra 2002- II Concurso Nacional de Vinhos Hyatt 2005 São Paulo- SP

Medalha de Prata – Safra 2004 V Concurso Internacional de Vinhos do Brasil 2010

Medalha de Prata - Safra 2005- V Concurso Internacional de Vinhos do Brasil 2010

Medalha de Ouro – Safra 2005 – 6° Concurso de Bruxellas – Brasil – Setembro 2009- Petrolina BA

Medalha de Ouro , Tinto Super Premium – Safra 2012 – Grande Prova Vinhos do Brasil 2016.

Medalha de Ouro , Tinto corte – Safra 2012 – Grande Prova Vinhos do Brasil 2016.

Medalha de Ouro  - Safra 2013 -  Brazil Wine Challenge 2018 – Vale do Vinhedos

Medalha de Ouro  - Safra 2013 -  Tinto Super Premium – Grande Prova de vinhos do Brasil 2018 – Vale do Vinhedos

92 pontos (campeão) – Safra 2013 – Vinhos ícones – Revista Bom Vivant 2018

Medalha DUPLO OURO - 92 pontos - Reserva da Família 7ª ed. - Safra 2015 – Grande Prova Vinhos do Brasil 2019.

Medalha GRAND GOLD - 90,6 pontos - Reserva da Família 7ª Edição - Safra 2015  - Wines of Brazil 2019.

Medalha Gold – Reserva da Família 7ª edição – Safra 2017 – Wines of Braszil 2020

Medalha de Ouro – Reserva da Família 8ª edição – Safra 2018 – 10º Brazil Wine Challenge 2020

 

Medalha de Ouro – Reserva da Família 8ª edição – Safra 2018 – Grande Prova Vinhos do Brasil  2020

A vinícola

Sobre a Valmarino

A Vinícola Valmarino nasceu da determinação de Orval Salton, enólogo formado em Mendoza e estudioso das variedades viníferas europeias, que em 1978 adquiriu uma propriedade de 24 hectares em Pinto Bandeira, no Rio Grande do Sul, e plantou ali o primeiro vinhedo de Cabernet Franc da região. A vinícola foi fundada oficialmente em 1997, com os filhos Marco Antônio, Guilherme e Rodrigo como sócios, e leva no nome uma homenagem às origens da família: Cison di Valmarino, município da região do Vêneto, na Itália.

Hoje, com 21 hectares cultivados e 18 variedades viníferas, a Valmarino produz vinhos e espumantes com identidade clara, ancorados no terroir de Pinto Bandeira — território reconhecido pela Denominação de Origem Altos de Pinto Bandeira. A parceria com o californiano Nathan Churchill, iniciada em 2006, ampliou o alcance da vinícola e consolidou rótulos de produção limitada que figuram entre os tintos varietais mais respeitados do Brasil.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).