Logo da marca Casa Valduga Vinho Tinto Seco Raizes Gran Terroir Corte Casa Valduga 750ml

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O Raízes Gran Terroir Corte é um tinto estruturado da Casa Valduga, elaborado na Campanha Gaúcha a partir de um sofisticado assemblage de Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Tannat. Com 12 meses de maturação em carvalho francês, revela grande complexidade aromática com notas de especiarias, café e frutas maduras. É a escolha ideal para aquecer jantares especiais no outono e inverno, harmonizando perfeitamente com carnes de caça, queijos maduros ou massas com molhos picantes.
 
 
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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.

Vinho Tinto Seco Raizes Gran Terroir Corte Casa Valduga 750ml

Preço normal R$ 287,70
Preço normal R$ 287,70 Preço promocional
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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Vinho Tinto Seco Raizes Gran Terroir Corte Casa Valduga 750ml

Visual

Límpido e brilhante, de coloração rubi intenso e densas lágrimas.

Aromas

Grande complexidade aromática com notas de especiarias, café e frutas maduras, como amora e ameixa.

Paladar

Destaca-se por seu grande equilíbrio, especialmente entre os taninos maduros, a acidez e o generoso teor alcoólico. Essa combinação culmina em um vinho amplo e macio, potente e com longa persistência, lembrando ameixa madura e suaves notas de madeira.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Vinho Tinto Seco Raizes Gran Terroir Corte Casa Valduga 750ml

Tipo Vinho Fino Tinto Seco
Método 12 meses em barricas novas de carvalho francês
Uvas
  • Cabernet Sauvignon
  • Cabernet Franc
  • Tannat
Região Campanha Gaúcha - RS - Brasil
Volume 750ml
Temperatura 16 a 18°C
Harmonização
  • Massas com molhos picantes
  • Queijos maduros
  • Carnes de caça
Ocasião
  • Jantar Especial
  • Outono
  • Inverno
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Vinho Tinto Seco Raizes Gran Terroir Corte Casa Valduga 750ml

O Raízes Gran Terroir Corte apresenta-se com uma coloração rubi intensa e brilhante, revelando, logo à primeira vista, a sua estrutura marcante. No olfato, entrega uma complexidade envolvente, onde notas de especiarias e café se fundem harmoniosamente com a doçura das frutas maduras, como amora e ameixa. No paladar, destaca-se pelo equilíbrio notável entre taninos maduros, acidez precisa e um corpo estruturado, proporcionando uma experiência potente, macia e de longa persistência.

Este vinho é elaborado a partir de um cuidadoso assemblage das variedades Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Tannat. O processo de vinificação inclui uma colheita seletiva e uma maturação de 12 meses em barricas novas de carvalho francês, seguida por um longo período de afinamento em cave, que confere ao rótulo a elegância e a profundidade necessárias para uma degustação memorável.

Produzido pela Casa Valduga na Campanha Gaúcha, este tinto reflete a excelência de um terroir reconhecido pela plena maturação de suas uvas. É uma escolha sofisticada para os dias mais frios de outono e inverno, sendo o companheiro ideal para um jantar especial. Para elevar a experiência, recomenda-se harmonizá-lo com pratos de sabores intensos, como carnes de caça, massas com molhos picantes ou uma tábua de queijos maduros.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

Localizada no extremo sul do Rio Grande do Sul, território palco das Missões Jesuíticas e da Guerra do Paraguai, atualmente a Campanha abriga vinhedos em excelência, proporcionando uvas de plena maturação das quais elaboram-se vinhos potentes e de grande amplitude aromática.

 
 

Características sensoriais:

Visão: Límpido e brilhante, de coloração rubi intenso e densas lágrimas.
 
Olfato: A intensidade e fineza do assemblage equilibram-se com maestria à passagem por barricas francesas de primeiro uso, proporcionando grande complexidade aromática com notas de especiarias, café e frutas maduras, como amora e ameixa.
O aroma evolui na taça, revelando novas nuances durante a experiência sensorial.
 
Paladar: Destaca-se por seu grande equilíbrio, especialmente entre os taninos maduros, a acidez e o generoso teor alcoólico.
Essa combinação culmina em um vinho amplo e macio, potente e com longa persistência, lembrando ameixa madura e suaves notas de madeira.

FICHA TÉCNICA

Clone Varietal: Inra 337 |Inra 326 | Entav 717
Porta-Enxerto: SO4 | SO4 | 101-14
Sistema de Produção: Espaldeira Simples
Densidade/ha: 4.000 plantas
Tipo de Poda: Cordão Esporonado
Carga de Gemas/ha: 33.000
Práticas Vitícolas: Avançada tecnologia agrícola, manejo adequado do dossel vegetativo, raleio de cachos para controle de produção. Viticultura sustentável e de precisão, respeitando o meio ambiente.
Colheita: Manual e seletiva.

VINIFICAÇÃO

- Colheita tardia – supermaturação das uvas;
- Seleção final dos cachos;
- Desengace das uvas frescas;
- Maceração pré-fermentativa a frio;
- Uso de leveduras selecionadas Saccharomyces cerevisiae;
- Fermentação alcoólica em temperatura de 24º a 25ºC;
- Remontagens e delestagens manuais durante 20 dias de maceração pelicular;
- Descuba;
- Fermentação malolática;
- Maturação por 12 meses em barricas novas de carvalho francês;
- Assemblage – mescla entre os vinhos Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Tannat
- Estabilização tartárica;
- Engarrafamento;
- Afinamento em cave por 18 meses.

LAUDO ANALÍTICO

Álcool: 13,5 %
Acidez Total: 5,35g/l de ácido tartárico
Acidez Volátil: 0,67g/l de ácido acético
Densidade: 0,994
Extrato Seco: 33 g/l
SO2 Total/Livre: 0,96 / 0,026 g/l
Açúcares totais em glicose: 3,06 g/l
pH: 3,67
 

Harmonização:

Massas com molhos picantes, queijos maduros e carnes de caça.
 
A vinícola

Sobre a Casa Valduga

A Vinícola Casa Valduga é uma das instituições mais consolidadoras da viticultura brasileira, com raízes fincadas no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves, desde 1875, e referência no enoturismo nacional. Pioneira no setor, oferece um complexo com pousada, restaurantes, caves históricas e experiências imersivas que fazem da visita uma verdadeira jornada pelo mundo do vinho.

Os vinhos e espumantes Casa Valduga conquistam reconhecimento internacional, com destaque para rótulos como Villa‑Lobos Cabernet Sauvignon, Storia Merlot e o premiado Espumante 130 Blanc de Blanc. Avaliados entre os melhores do país e produzidos com tecnologia moderna e tradição familiar, seus produtos unem elegância, consistência e conexão com o terroir.

Descubra a Casa Valduga e viva experiências únicas de degustação, cursos, piqueniques e muito mais, em uma vinícola que combina autenticidade, inovação e liderança no mercado, sendo a primeira brasileira entre as 100 melhores do mundo para visitar.


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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).