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Logo da marca Dal Pizzol Dal Pizzol Privatum Pinot Noir

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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Dal Pizzol Privatum Pinot Noir - Dal Pizzol - Espumantes do Sul

Dal Pizzol Privatum Pinot Noir

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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Dal Pizzol Privatum Pinot Noir

Visual

Coloração vermelha cereja, com reflexos violáceos e brilhantes.

Aromas

Frutos vermelhos bem maduros, como amoras, groselhas e cerejas.

Paladar

Persistência e corpo medianos, taninos macios, redondo, equilibrado e harmônico.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Dal Pizzol Privatum Pinot Noir

Tipo Vinho Fino Tinto Seco
Método Vinificação tradicional em tanque
Uvas
  • Pinot Noir
Volume 750ml
Temperatura 14 à 16°C
Harmonização
  • Massas com molhos diversos
  • Carnes assadas
  • Queijos
Ocasião
  • Outono
  • Inverno
  • Jantar Especial
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Dal Pizzol Privatum Pinot Noir

Um convite em forma de garrafa: o Dal Pizzol Privatum Pinot Noir irradia a tonalidade vermelha cereja com reflexos violáceos que lembram um pôr‑do‑sol de outono. No nariz se abre um bouquet de frutas vermelhas maduras – amoras, groselhas e cerejas – que se entrelaçam com uma leveza aromática, mantendo a elegância típica de um varietal nobre. Ao paladar, a estrutura média oferece taninos macios e um corpo equilibrado, permitindo que a doçura zero se destaque em um final persistente e harmonioso.

A vinificação segue o método tradicional em tanque, onde a fermentação se desenvolve lentamente entre 20 °C e 25 °C. Durante cinco dias, o mosto permanece em contato com o bagaço, com remontagens periódicas que realçam a intensidade aromática e a complexidade do vinho. O resultado é um espumante seco tinto que combina a leveza de um vinho fino com a profundidade de um Pinot Noir clássico.

Produzido pela Dal Pizzol, o Privatum traz consigo a tradição e o cuidado de uma vinícola que valoriza cada detalhe da colheita. Ideal para ser servido entre 14 °C e 16 °C, este vinho celebra momentos de jantar especial, acompanhando massas com molhos diversos, carnes assadas e queijos curados. É a escolha perfeita para quem busca um toque de sofisticação em qualquer ocasião de outono ou inverno.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

A colheita das uvas foi realizada nos primeiros dias do mês de fevereiro. Após refrigeradas, as uvas foram desengaçadas e prensadas. Parte das cascas, onde o mosto foi escorrido para a elaboração do vinho base espumante, foram agregadas ao mosto elaborado pelo processo tradicional. Adicionado levedura seca ativa (Saccharomyces Cerevisiae). Devido a baixa temperatura, a fermentação iniciou-se lentamente, mantendo-se estável entre 20 °C a 25 °C durante 05 dias. Nesse período, em que o mosto esteve em maceração com o bagaço ocorreram remontagens periódicas até ser descubado. O vinho resultante desta forma de elaboração, apresenta-se estruturado com maior intensidade de aroma, cor e corpo.

Características do vinho:
Varietal de casta nobre, que nos proporciona, este maravilhoso vinho de coloração vermelha cereja, com reflexos violáceos e brilhantes. Aroma franco, persistente, delicado e elegante, de frutos vermelhos bem maduros, como amoras, groselhas e cerejas. Ao paladar, apresenta persistência e corpo medianos, taninos macios, redondo, equilibrado e harmônico.

Recomendações gastronômicas:
Acompanha pratos de massas com molhos diversos, pescados, assados de carne, aves, estrogonoff e queijos tipo Camembert, Chedar, Colonial e Gorgonzola.

Temperatura de serviço:
Ideal para ser consumido entre 14 à 16°C.

A vinícola

Sobre a Dal Pizzol

A Vinícola Dal Pizzol — anteriormente conhecida como Monte Lemos — foi fundada em 1974 por descendentes de imigrantes italianos e está localizada no distrito de Faria Lemos, em Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha. Com produção anual próxima de 300 mil garrafas, a marca mantém forte tradição familiar e alto controle técnico no cultivo de uvas, garantindo qualidade em cada etapa da produção.

No local, o visitante encontra o Parque Temático do Vinho, um verdadeiro EcoMuseu a céu aberto, com museu histórico, o famoso “Vinhedo do Mundo” (mais de 400 variedades de uvas), lago, playground, espaço pet‑friendly e gastronomia, como o restaurante harmonizado e um wine bar ao ar livre. São experiências imersivas ideais para famílias, grupos e amantes do vinho.

Os vinhos, espumantes e sucos Dal Pizzol destacam‑se pela pureza aromática e expressão do terroir, com destaque para rótulos como o Chardonnay e o Rosé de Franc. A vinícola oferece diferentes experiências sensoriais — de degustações guiadas a tours às cegas e piqueniques — unindo emoção, história e natureza em cada visita.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).