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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Pizzato Reserva D.O. Vale dos Vinhedos Merlot - Pizzato - Espumantes do Sul

Pizzato Reserva D.O. Vale dos Vinhedos Merlot

Preço normal R$ 145,60
Preço normal R$ 145,60 Preço promocional
OFF Esgotado
Ver informações completas

Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Pizzato Reserva D.O. Vale dos Vinhedos Merlot

Visual

Vermelho-rubi intenso.

Aromas

Frutas vermelhas e negras, toque sutil de couro, tostado, trufas e côco.

Paladar

Sabor permanente em boca e frutado, com aromas finais lembrando amoras e ameixas e especiarias doces. Textura envolvente com taninos macios.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Pizzato Reserva D.O. Vale dos Vinhedos Merlot

Tipo Vinho Fino Tinto Seco
Método Fermentação em inox e 11 meses em barricas de carvalho francês
Uvas
  • Merlot
Região Vale dos Vinhedos
Volume 750ml
Temperatura 15 a 18 °C
Harmonização
  • Aves
  • Carnes vermelhas
  • Massas e risotos a base de funghi
Ocasião
  • Inverno
  • Outono
  • Jantar Especial
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Pizzato Reserva D.O. Vale dos Vinhedos Merlot

O Pizzato Reserva D.O. Vale dos Vinhedos Merlot apresenta um vermelho‑rubi profundo que se abre em aromas de frutos vermelhos e negros, com nuances sutis de couro, tostado, trufa e coco. Na boca, a estrutura elegante se mantém, com taninos macios e um frescor equilibrado que deixa um retrogosto permanente de amoras, ameixas e especiarias doces.

O vinho nasce da fermentação controlada em tanques de aço inoxidável, seguida de 11 meses de maturação em barris de carvalho francês de média tostagem, usados pela primeira e segunda vez. A colheita manual das uvas Merlot, cultivadas em espalier norte‑sul, garante a concentração e a delicadeza que caracterizam a marca.

Santa Lúcia, no coração do Vale dos Vinhedos, é onde a família Pizzato, pioneira na viticultura de espalier, cultivou as uvas que hoje dão vida a este rótulo. O Merlot Reserva, símbolo da trajetória da vinícola desde 1999, convida o apreciador a degustar um vinho que pode ser saboreado agora ou guardado para momentos ainda mais especiais.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

PIZZATO MERLOT D.O.V.V.

Este vinho é o que melhor representa a história da Pizzato, tendo sido elaborado em todas as colheitas, desde a primeira, em 1999; em tal colheita foi o único a ser elaborado a partir de vinhedos próprios no Vale dos Vinhedos, local onde a família Plínio Pizzato foi pioneira na condução em espaldeiras (simples e lira) desde meados dos anos 1980.

 

Desde a primeira edição, ajudou a definir o que é hoje a base dos vinhos tintos com Denominação de Origem Vale dos Vinhedos (D.O.V.V.): apenas os varietais Merlot 100% e os vinhos de corte com pelo menos 60% Merlot podem ter tal certificação.

 

DESTAQUES

  • Melhor vinho do primeiro Guia de Vinhos Brasileiros da história (2000)
  • Por vários anos (desde 2000), referência para o Merlot brasileiro
  • “Primeiro vinho cult brasileiro da primeira vinícola boutique brasileira” (Wine Style)
  • 91 pontos na revista alemã Weinwirtschaft
  • 90 pontos – vários painéis pelo Brasil e no exterior (várias colheitas)
  • 17 pontos Jancis Robinson
  • Melhor tinto da D.O.V.V. (Denominação de Origem Vale dos Vinhedos)
  • Vinho do ano Revista Gula
  • Medalha de ouro em concurso internacional de vinhos do Brasil (OIV)
  • Melhor vinho brasileiro já degustado – Valor Econômico/Jorge Lucki
  • Exportado para diversos mercados: EUA, Canadá, Noruega, Reino Unido, Alemanha, Polônia

 

Proposta

Com D.O.V.V. (desde 2009) e I.P.V.V. (da 2002 à 2008). Vinho estruturado, mas com muita elegância. Para beber agora ou amadurecer (bom potencial de guarda). Passagem estruturada por barris de carvalho (1º e 2º usos). Vinhedos próprios, conduzidos em espaldeiras. Das melhores parcelas do vinhedoSanta Lúcia, Vale dos Vinhedos. Lotes limitados, com numeração das garrafas. Opção em 375 ml.

 

Degustação

Vermelho-rubi intenso; aromas de frutas vermelhas e negras, toque sutil de couro, tostado, trufas e côco. Textura envolvente, a partir de taninos macios, estruturado. Vinho maduro e de frescor, equilibrado. Sabor permanente em boca e frutado, com aromas finais lembrando amoras e ameixas e especiarias doces.

 

Harmonização

Aves e carnes vermelhas elegantemente temperadas, caças, porco, massas e risotos a base de funghi, queijos pouco gordurosos.

 

Serviço

Para melhor apreciar os pontos fortes deste vinho, sugere-se que a temperatura da bebida esteja entre 15 e 18 °C.

 

Colheita

Garrafas: 13.100 garrafas de 750 ml e 5.500 garrafas de 375 ml, todas numeradas. Também com numeração da D.O.V.V. Dados Técnicos Álcool (% vol.) :13,5 Açúcar residual (g/l) :2,2 Acidez total (g/l ác.tartárico): 5,97 pH: 3,5 Tempo de barril (meses): 11 (1º e 2º usos, francês, MT) Datas da Colheita: 1ª e 2ª semana de março de 2012.

 

Vinhedo

Nome: Santa Lúcia, Vale dos Vinhedos Região: Vale dos Vinhedos, Denominação de Origem Localização: 29°10'17.91""S, 51°36'05.59""O, 495 m.a.n.m. Arquitetura: Espaldeiras com orientação norte-sul. Solo: De origem basáltica, franco, com pedregulhos e argiloso Colheita: manual.

 

Elaboração

Fermentação e maceração em tanques de aço inoxidável, com leveduras selecionadas e temperatura controlada. Tempo total de fermentação e maceração de 11 dias. Passagem por barris de carvalho francês de média tostagem (MT),de primeiro e segundo usos.

A vinícola

Sobre a Pizzato

A Vinícola Pizzato é uma vinícola familiar localizada no coração do Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves, reconhecida por produzir vinhos finos e espumantes de alta qualidade com forte identidade de terroir. Fundada pela família Pizzato, descendente de imigrantes italianos que chegaram à região em 1880, a marca combina tradição, pesquisa e manejo cuidadoso dos vinhedos.

Os vinhos Pizzato são elaborados apenas com uvas próprias, cultivadas em vinhedos como o icônico Vale dos Vinhedos e o Dr. Fausto, em Dois Lajeados. Linhas como Concentus, DNA99, Fausto e Legno destacam-se pela elegância, intensidade aromática e potencial de guarda. Já os espumantes Brut, Nature e Rosé reforçam o compromisso da vinícola com borbulhas finas, frescor e equilíbrio.

Descubra a Vinícola Pizzato e viva uma experiência completa: degustações dirigidas, tours pelos vinhedos, piqueniques harmonizados e o charme de uma vinícola que valoriza tradição, identidade local e inovação em cada garrafa.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).