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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Pizzato DNA 99 Single Vineyard Merlot 2020 - Pizzato - Espumantes do Sul

Pizzato DNA 99 Single Vineyard Merlot 2020

Preço normal R$ 799,00
Preço normal R$ 799,00 Preço promocional R$ 849,00
5% OFF Esgotado
Ver informações completas

Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Pizzato DNA 99 Single Vineyard Merlot 2020

Visual

Vermelho escuro com traços púrpura, denso.

Aromas

Frutas vermelhas maduras, redução de frutas vermelhas, ameixas pretas, mirtilos, especiarias e chocolate escuro.

Paladar

Equilibrado, de taninos marcantes, encorpado e com longa persistência. Retrogosto dominado por aromas de ameixas secas, especiarias doces e chocolate escuro.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Pizzato DNA 99 Single Vineyard Merlot 2020

Tipo Vinho Fino Tinto Seco
Método 14 meses em barricas novas de carvalho francês
Uvas
  • Merlot
Região Vale dos Vinhedos, Serra Gaúcha, Brasil
Volume 750ml
Temperatura 16 a 18 °C
Harmonização
  • Carnes vermelhas
  • Caças
  • Risotos
  • Massas com funghi
  • Queijos maturados
Ocasião
  • Inverno
  • Outono
  • Jantar Especial
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Pizzato DNA 99 Single Vineyard Merlot 2020

Pizzato DNA 99 apresenta um vermelho escuro profundo, tingido de púrpura, que revela uma densidade visual convidativa. No nariz, notas de frutas vermelhas maduras e ameixas pretas se entrelaçam com mirtilos, especiarias delicadas e um toque de chocolate escuro, criando um bouquet complexo e equilibrado. No paladar, taninos marcantes e estrutura encorpada sustentam uma persistência longa, finalizando com um retrogosto de ameixas secas, especiarias doces e chocolate.

A produção combina fermentação e maceração prolongadas em tanques de aço inoxidável, com leveduras selecionadas e controle rigoroso de temperatura. O vinho passa por 14 meses de maturação em barris de carvalho francês de primeira utilização, proporcionando nuances de madeira suavemente tostada. Após engarrafamento, o rótulo continua a evoluir em caves a 16 °C, aprimorando sua complexidade e elegância.

Originário do vinhedo Santa Lúcia, no Vale dos Vinhedos, a Pizzato extrai uvas de solo basáltico, franco e pedregoso, onde as espaldeiras orientadas norte‑sul capturam a luz solar ideal. A tradição e o cuidado da vinícola garantem que cada garrafa reflita a identidade única da Serra Gaúcha, convidando o apreciador a degustar um vinho que combina história, terroir e excelência.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

PIZZATO DNA99 - Safra 2020

 

Em 1999, primeira colheita vinificada pela Pizzato, foram elaboradas apenas 15.500 garrafas: o Pizzato Merlot 1999. Ao ser lançado em setembro de 2000, o Merlot 1999 passou a ser referência para o potencial do varietal Merlot no Vale dos Vinhedos/Serra Gaúcha. Atualmente, a Merlot é considerada a uva que apresenta os melhores resultados para vinhos finos na Serra Gaúcha/Vale dos Vinhedos.

A partir do mesmo vinhedo que deu origem ao Pizzato Merlot 1999, a Pizzato apresenta a segunda edição – a primeira foi da colheita 2005 – deste exclusivo Merlot, o da colheita 2008, ano em que as condições de desenvolvimento das uvas foram próximas às da safra 1999.

E, por que nomeá-lo DNA 99? Porque provém da mesma localização/vinhedo, de vinhas antigas com baixa produção ou de parcela renovada sobre o mesmo solo, clima do período de crescimento e amadurecimento similar ao da colheita 1999 e as mesmas pessoas responsáveis pelos vinhedos e elaboração do vinho.

 

DEGUSTAÇÃO

Vermelho escuro com traços púrpura, denso; aromas de frutas vermelhas maduras, redução de frutas vermelhas, ameixas pretas, mirtilos, especiarias, chocolate escuro; equilibrado, de taninos marcantes, encorpado e com longa persistência. Retrogosto dominado por aromas de ameixas secas, especiarias doces e chocolate escuro.

 

HARMONIZAÇÃO

Carnes em geral, caças. Risotos, massas e outros preparos com funghi e medianamente condimentados; queijos maturados.

 

SERVIÇO

Para melhor apreciar os pontos fortes deste vinho, sugere-se que a temperatura da bebida esteja entre 15 e 18 °C. Sugere-se leve decantação.

 

DESTAQUES

• 93 pontos Decanter (Steven Spurrier) • 93 pontos Weinwirtschaft (Alemanha) • 92 points Guia Adega de Vinhos do Brasil 2013/2014” • Wine Enthusiast highlighted as top brazilian wine/sparkling • Best brazilian wine among reds, whites and sparklings at Guia Adega de Vinhos do Brasil 2013/2014” • 90 pontos Guia Adega de Vinhos do Brasil 2012/2013 • 17.5 points Purple Pages by Jancis Robinson • Best brazilian wine at “Top Ten Brazilian Expovinis 2011” • Best brazilian still wine at “Top 6 Brazil” at Decanter Magazine

 

VINHEDO

Nome: Santa Lúcia, Vale dos Vinhedos Região: Vale dos Vinhedos, Denominação de Origem, D.O. Localização: Localização: 29°10’17.91″S, 51°36’05.59″O, 495 m.a.n.m. Arquitetura: Espaldeiras com orientação norte-sul., Solo: De origem basáltica, franco, com pedregulhos e argiloso; Colheita: manual

 

PROPOSTA

Encorpado e, ao mesmo tempo, elegante. Para ser apreciado agora ou guarda (grande potencial de amadurecimento). Amadurecimento em Barris de Carvalho francês de 1º uso; Produção exclusive e limitada, e apenas em grandes colheitas.

 

ELABORAÇÃO

Fermentação e maceração em tanques de aço inoxidável, com leveduras selecionadas e temperatura controlada. Longo tempo total de fermentação e maceração. Passagem por barris de carvalho francês de média a baixa tostagem de primeiro uso, específico para amadurecimento de merlots. Amadurecimento posterior ao engarrafamento em caves a 16°C.

 

 

  • Tipo tinto
  • Safra 2020
  • Teor Alcoólico14%
  • País Brasil
  • Região Serra Gaúcha
  • SubRegião Vale dos Vinhedos
  • Vinícola Pizzato
  • Temperatura de Serviço 16 a 18 °C
  • Maturação 14 meses em barricas novas de carvalho francês
  • Castas 100% Merlot
A vinícola

Sobre a Pizzato

A Vinícola Pizzato é uma vinícola familiar localizada no coração do Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves, reconhecida por produzir vinhos finos e espumantes de alta qualidade com forte identidade de terroir. Fundada pela família Pizzato, descendente de imigrantes italianos que chegaram à região em 1880, a marca combina tradição, pesquisa e manejo cuidadoso dos vinhedos.

Os vinhos Pizzato são elaborados apenas com uvas próprias, cultivadas em vinhedos como o icônico Vale dos Vinhedos e o Dr. Fausto, em Dois Lajeados. Linhas como Concentus, DNA99, Fausto e Legno destacam-se pela elegância, intensidade aromática e potencial de guarda. Já os espumantes Brut, Nature e Rosé reforçam o compromisso da vinícola com borbulhas finas, frescor e equilíbrio.

Descubra a Vinícola Pizzato e viva uma experiência completa: degustações dirigidas, tours pelos vinhedos, piqueniques harmonizados e o charme de uma vinícola que valoriza tradição, identidade local e inovação em cada garrafa.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).