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Logo da marca Pizzato Pizzato DNA 99 Single Vineyard Merlot 2021

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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Pizzato DNA 99 Single Vineyard Merlot 2021 - Pizzato - Espumantes do Sul

Pizzato DNA 99 Single Vineyard Merlot 2021

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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Pizzato DNA 99 Single Vineyard Merlot 2021

Visual

Vermelho escuro com traços púrpura, denso.

Aromas

Frutas vermelhas maduras, redução de frutas vermelhas, ameixas pretas, mirtilos, especiarias e chocolate escuro.

Paladar

Equilibrado, de taninos marcantes, encorpado e com longa persistência. Retrogosto dominado por aromas de ameixas secas, especiarias doces e chocolate escuro.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Pizzato DNA 99 Single Vineyard Merlot 2021

Tipo Vinho Fino Tinto Seco
Método 14 meses em barricas novas de carvalho francês
Uvas
  • Merlot
Região Vale dos Vinhedos, Serra Gaúcha, Brasil
Volume 750ml
Temperatura 16 a 18 °C
Harmonização
  • Carnes em geral
  • Caças
  • Risotos
  • Massas com funghi
  • Queijos maturados
Ocasião
  • Jantar Especial
  • Inverno
  • Outono
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Pizzato DNA 99 Single Vineyard Merlot 2021

Pizzato DNA 99, o Merlot de um único vinhedo, revela um vermelho profundo com toques de púrpura, convidando o olhar para sua densidade. No nariz, frutas vermelhas maduras se entrelaçam com ameixas pretas, mirtilos e um leve toque de especiarias, enquanto o aroma de chocolate escuro acrescenta um charme sofisticado. Na boca, a estrutura encorpada se mantém equilibrada, com taninos marcantes que sustentam uma persistência longa, finalizando com nuances de ameixa seca e chocolate.

Este rótulo nasce de uma parcela selecionada, onde as uvas Merlot são cultivadas com atenção meticulosa. O vinho passa 14 meses em barris de carvalho francês de primeira utilização, onde a tostagem “garagiste” confere nuances de madeira e um caráter aromático complexo. O resultado é um tinto seco, porém elegante, que combina a elegância da fruta com a profundidade do carvalho, perfeito para acompanhar carnes, caças e queijos maturados.

Pizzato, reconhecida pela tradição no Vale dos Vinhedos, traz à mesa a história de um vinhedo que já produziu rótulos premiados. A DNA 99 continua a tradição de excelência, refletindo a riqueza do terroir da Serra Gaúcha e a paixão do produtor por criar vinhos que contam uma história de cuidado, terroir e refinamento.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

DNA99 SINGLE VINEYARD MERLOT 750ML -VI NHO FINO TINTO SECO

COLHEITA 2021

 

Atualmente, a Merlot é considerada a uva que apresenta os melhores resultados para vinhos finos na Serra Gaúcha e no Vale dos Vinhedos. A partir das mesmas parcelas de vinhedo que deram origem ao Pizzato Merlot 1999 e adjacentes, a PIZZATO apresenta a quinta edição – as outras foram 2005, 2008, 2011, 2012 e 2014 – deste exclusivo Merlot, o da colheita 2015, ano em que as condições de desenvolvimento das uvas e o resultado do vinho foram muito similares da 1999.

E, porque nomeá-lo DNA99? Por que provém da mesma localização/vinhedo, de vinhas antigas com baixa produção ou de parcela renovada sobre o mesmo solo, clima do período de crescimento e amadurecimento similar ao da colheita 1999 e as mesmas pessoas responsáveis pelos vinhedos e elaboração do vinho.

DESTAQUES:

- 95 pontos, Revista Decanter (Inglaterra), Oct, 2018, Expert’s Choice;
- 94 pontos, Revista Decanter (Inglaterra), Oct, 2019, Expert’s Choice;
- 94 pts Wines of Brazil Awards 2019 (melhor vinho geral, vinho/esp.)
- 94 pontos Decanter (Out-2016)
- 93 pontos Decanter (Steven Spurrier)
- 93 pontos Weinwirtschaft (Alemanha)
- 92 pontos “Guia Adega de Vinhos do Brasil 2013/2014”
- Wine Enthusiast Highlighted as top Brazilian wine/sparkling
- Best Brazilian wine among reds, whites and sparklings at “Guia Adegade Vinhos do Brasil 2013/2014”
- 90 pontos Guia Adega de Vinhos do Brasil 2012/2013
- 17.5 points Purple Pages by Jancis Robinson
- Best Brazilian wine at “Top Ten Brazilian Expovinis 2011”
- Best Brazilian still wine at “Top 6 Brazil” at Decanter Magazine

PROPOSTA:

Encorpado e, ao mesmo tempo, elegante. Para ser apreciado agora ou para guarda (grande potencial de amadurecimento). Amadurecimento em Barris de Carvalho francês de 1o uso; tostagem ‘garagiste’. Produção exclusiva e limitada, apenas em grandes colheitas.

DEGUSTAÇÃO:

Vermelho escuro com traços púrpura, denso. Aromas de frutas vermelhas maduras, redução de frutas vermelhas, ameixas pretas, mirtilos, especiarias, chocolate escuro. Equilibrado, de taninos marcantes, encorpado e com longa persistência. Retrogosto dominado por aromas de ameixas secas, especiarias doces e chocolate escuro.

HARMONIZAÇÃO:

Carnes em geral, caças. Risotos, massas e outros preparos com funghi e medianamente condimentados. Queijos maturados.

 

  • Tipo tinto
  • Safra 2021
  • Teor Alcoólico14%
  • País Brasil
  • Região Serra Gaúcha
  • SubRegião Vale dos Vinhedos
  • Vinícola Pizzato
  • Temperatura de Serviço 16 a 18 °C
  • Maturação 14 meses em barricas novas de carvalho francês
  • Castas 100% Merlot
A vinícola

Sobre a Pizzato

A Vinícola Pizzato é uma vinícola familiar localizada no coração do Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves, reconhecida por produzir vinhos finos e espumantes de alta qualidade com forte identidade de terroir. Fundada pela família Pizzato, descendente de imigrantes italianos que chegaram à região em 1880, a marca combina tradição, pesquisa e manejo cuidadoso dos vinhedos.

Os vinhos Pizzato são elaborados apenas com uvas próprias, cultivadas em vinhedos como o icônico Vale dos Vinhedos e o Dr. Fausto, em Dois Lajeados. Linhas como Concentus, DNA99, Fausto e Legno destacam-se pela elegância, intensidade aromática e potencial de guarda. Já os espumantes Brut, Nature e Rosé reforçam o compromisso da vinícola com borbulhas finas, frescor e equilíbrio.

Descubra a Vinícola Pizzato e viva uma experiência completa: degustações dirigidas, tours pelos vinhedos, piqueniques harmonizados e o charme de uma vinícola que valoriza tradição, identidade local e inovação em cada garrafa.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).