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Logo da marca Boscato Boscato Cave Merlot

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O Boscato Cave Merlot é um tinto fino da Serra Gaúcha que traduz a elegância do terroir em um perfil aveludado e encorpado. Com estágio de seis a oito meses em barricas de carvalho, revela um buquê intenso de frutas vermelhas e especiarias, entregando taninos maduros e uma textura macia. É a escolha ideal para aquecer os dias de outono e inverno, harmonizando com sofisticação carnes vermelhas e massas condimentadas.
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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Boscato Cave Merlot - Boscato - Espumantes do Sul

Boscato Cave Merlot

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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Boscato Cave Merlot

Visual

Vermelho-violáceo intenso, límpido e brilhante.

Aromas

Frutas vermelhas e especiarias.

Paladar

Aveludado, macio e agradável ao paladar, com taninos maduros e boa persistência gustativa.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Boscato Cave Merlot

Tipo Vinho Fino Tinto Seco
Método 6 a 8 meses em barricas de carvalho
Uvas
  • Merlot
Região Serra Gaúcha
Volume 750ml
Temperatura 18°C
Harmonização
  • Carnes vermelhas
  • Aves
  • Massas com molhos condimentados
Ocasião
  • Inverno
  • Outono
  • Jantar Especial
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Boscato Cave Merlot

Com um visual límpido e um vibrante tom vermelho-violáceo, o Boscato Cave Merlot revela um buquê intenso que mescla a doçura das frutas vermelhas com notas especiarias. Na boca, ele se apresenta encorpado e aveludado, com uma textura macia que confere uma experiência de degustação muito agradável. O equilíbrio entre a acidez e a estrutura, aliado a taninos bem maduros, confere-lhe uma persistência gustativa marcante, tornando-o um vinho seco de complexidade notável.

Este vinho fino é elaborado exclusivamente com uvas Merlot, que são passadas por um processo de maturação cuidadoso. O diferencial de seu perfil vem do tempo de descanso em barricas de carvalho, onde passa de seis a oito meses. Esse estágio em madeira não apenas confere notas adicionais de especiarias, mas também suaviza os taninos, resultando em um Merlot que é simultaneamente potente e sedoso ao paladar.

Originário da Serra Gaúcha, o Boscato Cave Merlot é um autêntico espelho do seu terroir, ideal para receber os momentos de Outono e Inverno. Sua estrutura e corpo o tornam um excelente acompanhamento para jantares especiais, harmonizando perfeitamente com carnes vermelhas, aves ou massas com molhos condimentados. É um vinho que convida a desacelerar e apreciar a profundidade de um encontro entre a tradição vinícola e a sofisticação da mesa.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

HARMONIZAÇÃO

Com aves, carnes vermelhas, como vitelo, condimentadas, assadas ou grelhadas. Massas com molhos de tomate, bolonhesa e funghi.

 

SUGESTÃO

Aprecie as qualidades do Boscato Cave Merlot abrindo a garrafa 1 hora antes de servir.

 

TEMPERATURA IDEAL PARA CONSUMO

18°C.

 

GRADUAÇÃO ALCOÓLICA

12,5% Vol.

 

CONSERVAÇÃO

Manter a garrafa deitada em lugar fresco (T: 15°C a 17°C), seco (UR: 60%) e escuro, na posição horizontal.

 

PALAVRA DO ENÓLOGO

Aveludado, encorpado, macio e agradável ao paladar.

 

UVAS

Merlot.

 

ANÁLISE SENSORIAL

Vinho tinto seco fino, 100% varietal. Aspecto límpido e brilhante. Cor vermelho-violáceo intenso. Buquê intenso de frutas vermelhas e especiarias. Equilibrado, encorpado, harmônico, com taninos maduros. Apresenta boa persistência gustativa.

 

AMADURECIMENTO

6 a 8 meses, em barricas de carvalho, mantidas em caves.

 

ENVELHECIMENTO

Nas garrafas, mantidas em caves, até a comercialização.

A vinícola

Sobre a Boscato

A Vinícola Boscato é referência em vinhos finos e espumantes elaborados na Serra Gaúcha, mais precisamente em Nova Pádua, uma das regiões mais tradicionais do vinho brasileiro. Fundada em 1983, alia tradição familiar, tecnologia e paixão pela vitivinicultura.

Os vinhos e espumantes Boscato são produzidos a partir de uvas selecionadas, com foco em qualidade, tipicidade e expressão do terroir. São rótulos equilibrados, aromáticos e versáteis, perfeitos para harmonizar com a boa gastronomia e momentos especiais.

Descubra a Vinícola Boscato e surpreenda-se com o sabor autêntico de uma marca que valoriza a inovação e a essência do vinho brasileiro, levando para sua taça mais de quatro décadas de história e dedicação.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).