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Logo da marca Miolo Miolo Lendários Lote 43

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O Miolo Lote 43 é um ícone que homenageia a trajetória da família Miolo no Vale dos Vinhedos, unindo a tradição italiana à excelência do terroir brasileiro. Este corte de Merlot e Cabernet Sauvignon, amadurecido por 12 meses em carvalho francês, revela uma estrutura complexa com notas de ameixa, tabaco e cacau. É a escolha perfeita para jantares especiais e momentos de inverno, oferecendo um paladar encorpado, taninos redondos e um equilíbrio impecável.
Preço normal R$ 302,00
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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Miolo Lendários Lote 43 - Miolo - Espumantes do Sul

Miolo Lendários Lote 43

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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Miolo Lendários Lote 43

Visual

Cor rubi muito intensa e profunda.

Aromas

Elevada intensidade aromática, ameixa, tabaco, trufas, cacau, cravinho e elegantes aromas terciários.

Paladar

Elevada estrutura e bom volume de boca. Taninos redondos que, aliados à adequada acidez, conferem um singular frescor e impar equilíbrio.

Acidez
Equilibrada
Corpo
Encorpado
Doçura
Brut
Complexidade
Complexa

Ficha técnica - Miolo Lendários Lote 43

Tipo Vinho Fino Tinto Seco
Método Amadurecimento em barricas de carvalho francês por 12 meses
Uvas
  • Merlot
  • Cabernet Sauvignon
Região Vale dos Vinhedos
Volume 750ml
Temperatura 16 a 18°C
Harmonização
  • Carnes de caça
  • Churrasco gaúcho
  • Pratos sofisticados
Ocasião
  • Jantar Especial
  • Inverno
  • Outono
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Miolo Lendários Lote 43

O Miolo Lendários Lote 43 revela-se na taça com uma cor rubi profunda e intensa, antecipando a complexidade que entrega no paladar. Seus aromas são marcados por uma elevada intensidade, onde notas de ameixa, tabaco e trufas se fundem harmoniosamente a toques de cacau e cravinho. Com estrutura robusta e taninos redondos, este vinho equilibra perfeitamente o volume de boca com uma acidez precisa, garantindo um frescor singular e uma persistência memorável.

Elaborado a partir de um corte criterioso das variedades Merlot e Cabernet Sauvignon, este vinho reflete um processo de vinificação minucioso, que inclui maceração prolongada para extração de taninos e fermentação malolática completa. O amadurecimento de 12 meses em barricas de carvalho francês confere ao rótulo uma elegância refinada, integrando os sabores e aromas que definem seu estilo sofisticado e equilibrado.

Este ícone da vinícola Miolo nasce no Vale dos Vinhedos, a primeira região com Denominação de Origem no Brasil, carregando em seu nome a história do patriarca Giuseppe Miolo e a tradição da família no cultivo de montanha. É um vinho que celebra a identidade do terroir gaúcho, sendo uma escolha excelente para acompanhar jantares especiais, pratos de caça, carnes nobres ou o tradicional churrasco, especialmente nos dias mais frescos de outono e inverno.

Curadoria Espumantes do Sul
Região Vale dos Vinhedos
Selo da curadoria
SELEÇÃO
Ocasião
  • Jantar Especial
  • Inverno
  • Outono
Para saber mais

Descrição do produto

O Vinho Ícone da MIOLO

O Miolo Lote 43 é a homenagem ao italiano Giuseppe Miolo, patriarca da família, que chegou ao sul do Brasil no ano de 1897, na região em que hoje está localizado o belo Vale dos Vinhedos. O vinho carrega o nome da terra comprada pelo imigrante no ano da sua chegada. Em 2008, estas terras ficaram dentro da demarcação com Denominação de Origem da primeira região vitivinícola do Brasil. O Miolo Lote 43 é produzido com uvas Merlot e Cabernet Sauvignon, reunidas em um corte harmônico selecionado pelo enólogo da família, Adriano Miolo. 

 

Safra: Consulte a safra atual

 

Ficha Técnica

VINHA

Região: Denominação de Origem Vale dos Vinhedos, Rio Grande do Sul

Solo: Argiloso a argiloarenoso de topografia de montanha

Clima: Temperado, quente e úmido

Variedade(s): Merlot e Cabernet Sauvignon

Colheita: Manual e seletiva

 

VINIFICAÇÃO

- Seleção dos cachos em mesa selecionadora;

- Desengace total dos cachos, sem esmagamento;

- Enchimento do tanque de aço inoxidável por gravidade;

- Aumento da relação sólido/líquido para maior aporte polifenólico;

- Maceração pré-fermentativa a frio por 4 dias;

- Fermentação alcoólica e maceração a temperatura controlada de 25 a 30°C, com apropriada gestão da extração polifenólica através de remontagens abertas, fechadas, pigeages e delestages;

- Maceração pós-fermentativa de 10 a 15 dias, em média, para maior extração tânica;

- Descube por gravidade e separação do vinho flor do vinho prensa;

- Fermentação malolática espontânea e completa;

- Amadurecimento em barricas de carvalho francês por 12 meses.

- Após engarrafamento o vinho foi conservado nas caves da Vinícola Miolo até o momento de ser comercializado.

 

ANÁLISE SENSORIAL

Visão: Cor rubi muito intensa e profunda.

Olfato: Elevada intensidade aromática, ameixa, tabaco, trufas, cacau, cravinho e subtis e elegantes aromas terciários.

Gosto: Elevada estrutura e bom volume de boca. Taninos redondos que aliados à adequada acidez, fruto da excelente maturação, conferem ao seu desfrute um singular frescor e impar equilíbrio.

 

SERVIÇO E HARMONIZAÇÃO

Serviço: A temperatura ideal é de 16 a 18°C.

Harmonização: O requinte da culinária francesa e a praticidade da culinária italiana encontram neste vinho o parceiro perfeito. Um vinho, que por seu caráter complexo de aromas e textura macia, pede pratos igualmente sofisticados, de ingredientes nobres. Os assados de carnes de caça, o churrasco gaúcho, em especial o espeto de medalhões de picanha e as carnes com certo teor de doçura, alta maciez e suculência realçam o seu brilho.

A vinícola

Sobre a Miolo

A Vinícola Miolo é uma das maiores referências da vitivinicultura brasileira, com mais de um século de história que começou com Giuseppe Miolo, imigrante italiano que chegou ao Vale dos Vinhedos em 1897. Hoje, a Miolo Wine Group reúne vinhedos em quatro regiões vitivinícolas do Brasil: Vale dos Vinhedos (RS), Campanha Meridional (RS), Campos de Cima da Serra (RS) e Vale do São Francisco (BA).

Com produção diversificada, a Miolo é conhecida por seus espumantes premiados, vinhos finos e sucos de uva 100% integrais. Linhas como Miolo Cuvée Tradition, Reserva, Terroir e Lote 43 destacam-se pela qualidade reconhecida no Brasil e no exterior. Os espumantes, elaborados pelos métodos Charmat e Tradicional, são presença garantida em celebrações de todo o país.

Descubra a Vinícola Miolo e viva experiências únicas no Vale dos Vinhedos: tours guiados, degustações harmonizadas, cursos de degustação, piqueniques e visitas ao icônico vinhedo Lote 43. Um convite para brindar com quem valoriza tradição, inovação e a autenticidade do vinho brasileiro.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).