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Logo da marca Miolo Miolo Wild Gamay Nouveau

Fora de estoque

O Miolo Wild Gamay Nouveau é um tinto brasileiro autêntico, elaborado na Campanha Meridional através de maceração carbônica com leveduras selvagens e sem adição de sulfitos. Este vinho de corpo leve revela uma explosão aromática de morango, goiaba e maçã caramelada, entregando um paladar refrescante e extremamente descompromissado. É a escolha ideal para momentos de descontração, harmonizando perfeitamente com aperitivos, pizzas e pratos de sabores leves.
 
 
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*Sujeito à alteração sem aviso prévio

As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Miolo Wild Gamay Nouveau - Miolo - Espumantes do Sul

Miolo Wild Gamay Nouveau

Preço normal R$ 79,90
Preço normal R$ 79,90 Preço promocional R$ 86,40
7% OFF Esgotado
Ver informações completas

Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Miolo Wild Gamay Nouveau

Visual

Límpido, coloração ruby de média intensidade com bordas violáceas.

Aromas

Alta intensidade aromática com notas de morango, goiaba e maçã caramelada.

Paladar

Vinho de estrutura leve, equilibrado, extremamente agradável e descompromissado.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Miolo Wild Gamay Nouveau

Tipo Vinho Fino Tinto Seco
Método Maceração carbônica com leveduras selvagens
Uvas
  • Gamay
Região Campanha Meridional, Brasil
Volume 750ml
Temperatura 10°C a 12°C
Harmonização
  • Aperitivo
  • Saladas
  • Sopas
  • Peixes
  • Massas de molhos brandos
  • Pizzas
  • Carnes brancas
  • Queijos de massa mole e semidura
Ocasião
  • Primavera
  • Verão
  • Recepção
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Miolo Wild Gamay Nouveau

O Miolo Wild Gamay Nouveau é um vinho tinto de personalidade vibrante e descompromissada, ideal para quem busca frescor e vivacidade. Em taça, apresenta uma coloração rubi límpida com reflexos violáceos, convidando a uma experiência olfativa intensa. O paladar é marcado por notas frutadas de morango e goiaba, complementadas por um toque de maçã caramelada, resultando em um conjunto leve, equilibrado e extremamente agradável.

Este rótulo é elaborado por meio do método de maceração carbônica com cachos inteiros, um processo que preserva o frescor e a expressão pura da fruta. Um diferencial marcante desta vinificação é o uso exclusivo de leveduras selvagens da própria uva, sem adição de sulfitos, o que confere ao vinho um caráter autêntico e uma identidade única, refletindo a essência da variedade Gamay em sua forma mais natural.

Proveniente dos vinhedos do Seival, na Campanha Meridional, este vinho traduz o terroir peculiar da região, caracterizado por solos arenoargilosos e um clima que favorece a maturação plena da uva. Por sua estrutura leve e baixa concentração tânica, é uma escolha versátil para acompanhar saladas, peixes, massas de molhos brandos, pizzas e queijos de massa mole, sendo também uma excelente companhia para momentos de recepção ou como um aperitivo refrescante.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

Vinho da variedade Gamay proveniente dos vinhedos do Seival localizados na região da Campanha Meridional. Este vinho é produzido pelo processo de maceração carbônica de cachos inteiros e a partir da safra 2021 passamos a vinificar sem adição de sulfitos e sem adição de leveduras selecionadas, passando a usar leveduras selvagens da uva de Gamay do Seival.

 

Vinhedos:

Região: Campanha Meridional - RS

Solo: Arenoargiloso de topografia plana com leves ondulações

Clima: Quente e subúmido

Variedade: Gamay Noveau

Colheita: Manual

 

Vinificação:

Enchimento do tanque de aço inoxidável com cachos inteiros e por gravidade; Saturação do tanque com neve carbónica e sem adição de sulfitos; A “primeira fermentação” em maceração carbônica dura 5 a 7 dias utilizando as leveduras selvagens da uva gamay; Prensagem em torcho das uvas inteiras após o termino da maceração carbônica; O vinho flor e o vinho prensa em fase liquída foram juntos e a “segunda fermentação” foi concluída pelas mesmas leveduras selvagens de gamay a uma temperatura controlada de 15°C, em tanque de aço inoxidável; Fermentação malolática espontânea; Filtração e estabilização tartárica a frio; Precoce engarrafamento em Março.

1° Vinho do Mundo a ser engarrafado.

 

Análise Sensorial:

Visual: Límpido, coloração ruby de média intensidade com bordas violáceas.

Olfato: Alta intensidade aromática e alta tipicidade trazida pelo processo de maceração carbônica, aromas de morango, goiaba e maçã caramelada.

Paladar: Vinho de estrutura leve, equilibrado, extremamente agradável e descompromissado.

 

Temperatura Ideal de Consumo:

10°C a 12°C

 

Harmonização:

Ideal como aperitivo. Este vinho tinto devido à sua baixa concentração tânica pode acompanhar, saladas, sopas, peixes, massas de molhos brandos, pizzas, carnes brancas e queijos de massa mole e semidura, com destaque para o emmenthal.

A vinícola

Sobre a Miolo

A Vinícola Miolo é uma das maiores referências da vitivinicultura brasileira, com mais de um século de história que começou com Giuseppe Miolo, imigrante italiano que chegou ao Vale dos Vinhedos em 1897. Hoje, a Miolo Wine Group reúne vinhedos em quatro regiões vitivinícolas do Brasil: Vale dos Vinhedos (RS), Campanha Meridional (RS), Campos de Cima da Serra (RS) e Vale do São Francisco (BA).

Com produção diversificada, a Miolo é conhecida por seus espumantes premiados, vinhos finos e sucos de uva 100% integrais. Linhas como Miolo Cuvée Tradition, Reserva, Terroir e Lote 43 destacam-se pela qualidade reconhecida no Brasil e no exterior. Os espumantes, elaborados pelos métodos Charmat e Tradicional, são presença garantida em celebrações de todo o país.

Descubra a Vinícola Miolo e viva experiências únicas no Vale dos Vinhedos: tours guiados, degustações harmonizadas, cursos de degustação, piqueniques e visitas ao icônico vinhedo Lote 43. Um convite para brindar com quem valoriza tradição, inovação e a autenticidade do vinho brasileiro.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).