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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Cave de Pedra Reserva Egiodola - Cave de Pedra - Espumantes do Sul

Cave de Pedra Reserva Egiodola

Preço normal R$ 169,00
Preço normal R$ 169,00 Preço promocional R$ 169,00
0% OFF Esgotado
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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Cave de Pedra Reserva Egiodola

Visual

Rubi profundo com tons joviais.

Aromas

Notas frutadas e delicadas, com notas de carvalho harmônicas.

Paladar

Corpo médio, com taninos delicados e suaves, revelando uma persistência considerável.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Cave de Pedra Reserva Egiodola

Tipo Vinho Fino Tinto Seco
Método Amadurecimento em barricas de carvalho francês por 8 meses
Uvas
  • Egiodola
Região Vale dos Vinhedos, Bento Gonçalves, RS
Volume 750ml
Temperatura 14 - 18 ºC
Harmonização
  • Massas com molhos fortes
  • Risotos condimentados
  • Carnes de caça
  • Queijos fortes
Ocasião
  • Outono
  • Inverno
  • Jantar Especial
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Cave de Pedra Reserva Egiodola

Rubi profundo e jovial, o Cave de Pedra Reserva Egiodola convida ao primeiro gole com aromas frutados delicados que evoluem para notas de carvalho harmoniosas, revelando sua complexidade. No paladar, um corpo médio e taninos suaves mantêm uma persistência agradável, equilibrando a acidez com elegância. A experiência é perfeita para os dias de outono e inverno, quando o clima pede conforto e sofisticação.

A vinificação segue um processo cuidadoso: colheita manual, maceração pré-fermentativa a frio e fermentação controlada com leveduras selecionadas. Após a descuba e a fermentação malolática, o vinho amadurece por oito meses em barricas de carvalho francês, conferindo nuances de madeira e profundidade. O resultado é um tinto seco, de estrutura leve a média, que reflete a atenção aos detalhes da Cave de Pedra.

Originário do Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves, o Egiodola celebra a tradição local e a inovação genética de sua origem francesa. Seu perfil versátil harmoniza bem com massas de molho forte, risotos condimentados, carnes de caça e queijos robustos, tornando-o o acompanhante ideal para jantares especiais e celebrações que exigem um toque de refinamento.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

Vinho Cave de Pedra Egiodola 750ml.

Vinícola Cave de Pedra Winery.

Vale dos Vinhedos - Bento Gonçalves - RS.

Colheita: 1ª quinzena de março.

 

Variedade: Egiodola.

Álcool: 13%.

Açúcares: 2,99 g/l.

Descrição:Esta variedade tem se revelado com características bem particulares.

Originária da França, resultado do cruzamento genético de duas castas, a Fer Servadou e Abouriu.

As uvas são criteriosamente selecionadas para a elaboração, sua fermentação resulta em um vinho exótico e bastante curioso.

Origem: Vale dos Vinhedos - Bento Gonçalves/RS - Brasil.

Etapas de Elaboração:

Colheita manual, seleção e desengace das uvas;

maceração pré-fermentativa a frio; adição de leveduras selecionadas, fermentação alcoólica,

controle de temperatura, descuba, fermentação malolática, amadurecimento em barricas de carvalho francês por 8 meses,

engarrafamento, envelhecimento em cave e rotulagem.

Temperatura ideal de Consumo: 14 - 18 ºC.

Notas de degustação:Apresenta rubi profundo com tons joviais.

 

Características Sensoriais:

Visual Apresenta rubi profundo com tons joviais.

Olfato No olfato expressa a beleza de sua variedade com notas frutadas e delicadas, com o evoluir na taça as notas de carvalho, extremamente harmônicas, revelam sua complexidade.

Paladar Já no paladar apresenta corpo médio, com taninos delicados e suaves, revelando uma persistência considerável. 

 

Harmonização:

O Vinho Cave de Pedra Adaga Egiodola,

harmoniza com massas com molhos fortes,

Risotos condimentados, carnes de caça e queijos fortes..

Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).