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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Pizzato Concentus DO Vale dos Vinhedos Gran Reserva - Pizzato - Espumantes do Sul

Pizzato Concentus DO Vale dos Vinhedos Gran Reserva

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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Pizzato Concentus DO Vale dos Vinhedos Gran Reserva

Visual

Cor intensa, rubi escura com traços violáceos.

Aromas

Frutas vermelhas escuras, geleia de frutas vermelhas, especiarias, bosque molhado, moca e ameixas secas em calda.

Paladar

Encorpado, de boa persistência e equilíbrio, longo, com traços de especiarias doces, ameixas e chocolate.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Pizzato Concentus DO Vale dos Vinhedos Gran Reserva

Tipo Vinho Fino Tinto Seco
Método Amadurecimento em barris de carvalho francês e americano
Uvas
  • Merlot
  • Tannat
  • Cabernet Sauvignon
Região Vale dos Vinhedos
Volume 750ml
Temperatura 15 a 18°C
Harmonização
  • Caças
  • Churrasco
  • Pratos com molho de vinho
Ocasião
  • Inverno
  • Outono
  • Jantar Especial
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Pizzato Concentus DO Vale dos Vinhedos Gran Reserva

Um convite à sinfonia de sabores, o Pizzato Concentus Gran Reserva desliza em cor rubi escura, tingida de violeta, revelando aromas de frutas vermelhas escuras, geleia e especiarias que se entrelaçam com notas de moca e ameixas secas em calda. Ao paladar, a estrutura encorpada se mantém equilibrada, com persistência e um toque de chocolate e especiarias doces que prolongam a experiência.

O vinho nasce de um blend harmonioso de Merlot, Tannat e Cabernet Sauvignon, cultivados em vinhedos próprios na Santa Lúcia, onde a tradição de espaldeiras orientadas norte‑sul garante microclimas ideais. A fermentação em aço inoxidável, controlada em temperatura, dura 11 dias, seguida de 12 meses de amadurecimento em barris de carvalho francês e americano, ambos em seu segundo uso, conferindo suavidade e complexidade.

Pizzato, pioneira no Vale dos Vinhedos desde os anos 1980, traduz em cada garrafa a história de uma família dedicada à arte enológica. O Concentus, com seu caráter seco e elegante, é ideal para jantares especiais em dias de outono ou inverno, acompanhando caças, churrascos e pratos com molho de vinho, celebrando a riqueza do terroir brasileiro em cada gole.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

PIZZATO CONCENTUS D.O.V.V.

Concentus, do latim, significa harmonia, concerto, acordo, consenso. Personifica a arte enológica de se mesclar diferentes varietais com o objetivo de elaborar um vinho harmônico, resultado da soma das qualidades de cada um dos componentes: as variedades de uva Merlot, Tannat e Cabernet Sauvignon.

 

Elaborado a partir de vinhedos próprios no vale dos vinhedos, local onde a família Plínio Pizzato foi pioneira na condução em espaldeiras (simples e lira) desde meados dos anos 1980.

 

Presente desde a colheita 2002, sempre esteve entre os mais destacados vinhos de corte (ou blend, assemblage) brasileiros. Está presente em pontos de referência gastronômica na Europa e EUA.

 

DESTAQUES

  • 92 pontos revista de vinhos Weinwirtschaft (Alemanha)
  • 90 pontos revista de vinhos Weinwelt (Alemanha)
  • 90 pontos Guia Adega de Vinhos do Brasil 2012/2013
  • 17 pontos site Purple Pages by Jancis Robinson
  • 89-93pontos – vários painéis pelo Brasil e no exterior (diferentes colheitas)
  • Vinho de muito sucesso no Reino Unido e Alemanha
  • Exportado para diversos mercados: EUA, Canadá, Reino Unido, Alemanha etc.

 

Proposta

Com I.P.V.V. (da 2002 à 2008) e, agora, com D.O.V.V. Vinho estruturado, mas semperder a elegância. Para beber agora ou amadurecer (bom potencial de guarda). Passagem por barris de carvalhofrancêse dos EUA(1º e 2º usos). Vinhedos próprios, conduzidos em espaldeiras. Das melhores parcelas do vinhedoSta Lúcia, Vale dos Vinhedos. Lotessuper limitados, com numeração das garrafas (própria e DO).

 

Degustação

Apresenta cor intensa, rubi escura com traços violáceos; aromas de frutas vermelhas escuras, geleia de frutas vermelhas, especiarias, bosque molhado, moca e ameixas secas em calda. Encorpado, de boa persistência e equilíbrio, longo, com traços de especiarias doces, ameixas e chocolate.

 

Harmonização

Sugere-se pratos mais condimentados (não picantes em excesso), e mais estruturados. Experimente com caças, churrasco, pratos com molho de vinho.

 

Serviço

Para melhor apreciar os pontos fortes deste vinho, sugere-se que a temperatura da bebida esteja entre 15 e 18 °C. Decantação enriquece vinhos mais estruturados e com amadurecimento, caso deste.

 

Colheita

Garrafas: 3.350 garrafas de 750 ml, todas numeradas. Também com numeração da D.O.V.V. Dados Técnicos Álcool (% vol.) :13,5 Açúcar residual (g/l) :2,2 Acidez total (g/l ác.tartárico): 5,9 pH: 3,6 Tempo de barril (meses): 12 (1º e 2º usos), francês e americano, em média Uvas componentes: 70% Merlot, 15% Tannat e 15% Cabernet Sauv.

 

Vinhedo

Nome: Santa Lúcia, Vale dos Vinhedos Região: Vale dos Vinhedos, Denominação de Origem Localização: 29°10'17.91""S, 51°36'05.59""O, 495 m.a.n.m. Arquitetura: Espaldeiras com orientação norte-sul. Solo: De origem basáltica, franco, com pedregulhos e argiloso Colheita: Totalmente manual.

 

Elaboração

Fermentação e maceração em tanques de aço inoxidável, com leveduras selecionadas e temperatura controlada. Tempo total médio de fermentação e maceração: 11 dias. Amadurecimento em barris de carvalho francês e americano.

A vinícola

Sobre a Pizzato

A Vinícola Pizzato é uma vinícola familiar localizada no coração do Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves, reconhecida por produzir vinhos finos e espumantes de alta qualidade com forte identidade de terroir. Fundada pela família Pizzato, descendente de imigrantes italianos que chegaram à região em 1880, a marca combina tradição, pesquisa e manejo cuidadoso dos vinhedos.

Os vinhos Pizzato são elaborados apenas com uvas próprias, cultivadas em vinhedos como o icônico Vale dos Vinhedos e o Dr. Fausto, em Dois Lajeados. Linhas como Concentus, DNA99, Fausto e Legno destacam-se pela elegância, intensidade aromática e potencial de guarda. Já os espumantes Brut, Nature e Rosé reforçam o compromisso da vinícola com borbulhas finas, frescor e equilíbrio.

Descubra a Vinícola Pizzato e viva uma experiência completa: degustações dirigidas, tours pelos vinhedos, piqueniques harmonizados e o charme de uma vinícola que valoriza tradição, identidade local e inovação em cada garrafa.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).