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Logo da marca Miolo Miolo Santa Rita 120 Cabernet Sauvignon 187ml

Fora de estoque

Este Cabernet Sauvignon do Valle Central, no Chile, revela-se em uma dose de pura elegância, apresentando aromas de frutos vermelhos, especiarias e notas sutis de baunilha e tabaco. Com estrutura equilibrada e taninos suaves, este vinho fino passa por um estágio parcial em carvalho francês, resultando em um paladar redondo e um final frutado. É a escolha perfeita para acompanhar carnes vermelhas e queijos em jantares especiais durante os dias mais frios de outono e inverno.
 
 
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*Sujeito à alteração sem aviso prévio

As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Miolo Santa Rita 120 Cabernet Sauvignon 187ml - Miolo - Espumantes do Sul

Miolo Santa Rita 120 Cabernet Sauvignon 187ml

Preço normal R$ 34,30
Preço normal R$ 34,30 Preço promocional R$ 34,30
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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Miolo Santa Rita 120 Cabernet Sauvignon 187ml

Visual

Cor vermelha com reflexos violáceos intensos.

Aromas

Frutos vermelhos, especiarias, baunilha, cravo e tabaco.

Paladar

Ataque redondo na boca, com taninos doces, elegantes e suaves. Final guloso, fresco e frutado.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Miolo Santa Rita 120 Cabernet Sauvignon 187ml

Tipo Vinho Fino Tinto Seco
Método 20% do vinho envelhecido em carvalho francês por 8 meses
Uvas
  • Cabernet Sauvignon
Região Valle Central, Chile
Volume 187ml
Temperatura 16 a 18°C
Harmonização
  • Carnes vermelhas
  • Carne de porco
  • Queijos
Ocasião
  • Jantar Especial
  • Outono
  • Inverno
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Miolo Santa Rita 120 Cabernet Sauvignon 187ml

Este Cabernet Sauvignon apresenta uma coloração vermelha com reflexos violáceos intensos, revelando um perfil aromático que equilibra notas de frutos vermelhos com toques de especiarias, baunilha, cravo e tabaco. No paladar, destaca-se pelo ataque redondo e pela presença de taninos elegantes e suaves, resultando em um final guloso, fresco e frutado, ideal para quem busca uma experiência equilibrada e prazerosa.

A elaboração deste vinho fino segue processos cuidadosos, com fermentação alcoólica realizada em temperaturas controladas. Um diferencial técnico importante é o estágio de 20% do lote em carvalho francês por oito meses, o que confere maior complexidade à bebida. O uso de tanques com pequena parcela de carvalho durante a fermentação auxilia ainda na estabilidade e na fixação da cor, garantindo a qualidade característica deste rótulo.

O vinho tem origem no Valle Central, no Chile, uma região marcada pelo clima mediterrânico e pela significativa amplitude térmica, fatores que favorecem o amadurecimento ideal da uva Cabernet Sauvignon. Cultivadas em solos limosos com excelente drenagem, as uvas refletem o terroir privilegiado aos pés da Cordilheira dos Andes. É uma escolha versátil para acompanhar carnes vermelhas, carne de porco e queijos, sendo um excelente companheiro para jantares especiais nos dias mais frescos de outono e inverno.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

Vinho de cor vermelha com violáceo intenso. Aroma com notas de frutos vermelhos e toques de especiarias, mesclados com baunilha, cravo e tabaco. Ataque redondo na boca, com taninos doces, elegantes e suaves. Final guloso, fresco e frutado.

 

Fechamento: screw cap.

 

 

Ficha Técnica

Variedades: 100% Cabernet Sauvignon

 

Região: Valle Central – Chile

 

Vinha

*Clima mediterrânico com grande amplitude térmica, com temperatura máximas no Verão de 30°C e umidade relativa entre 55% e 60%.

*Solos limosos com excelente drenagem, situados no sopé da Cordilheira dos Andes e solos mais pesados nos vinhedos próximos da Cordilheira da Costa, solos limosos e com grande percentagem de argila.

*Colheita manual durante o mês de Abril.

 

Fundamentos vínicos – Vinho

* As uvas são desengaçadas e esmagadas.

* Fermentação alcoólica com leveduras selecionadas e a temperaturas de 24 a 28°C.

* Em todos os tanques de fermentação se trabalhou com 10% de carvalho para assim se aumentar a fixação de cor e a estabilidade dos vinhos.

* Depois de terminada a fermentação alcoólica, 20% do vinho é envelhecido em carvalho francês por 8 meses.

 

Harmonização

Ideal para acompanhar carnes vermelhas, carne de porco, queijos e suflês de queijo.

A vinícola

Sobre a Miolo

A Vinícola Miolo é uma das maiores referências da vitivinicultura brasileira, com mais de um século de história que começou com Giuseppe Miolo, imigrante italiano que chegou ao Vale dos Vinhedos em 1897. Hoje, a Miolo Wine Group reúne vinhedos em quatro regiões vitivinícolas do Brasil: Vale dos Vinhedos (RS), Campanha Meridional (RS), Campos de Cima da Serra (RS) e Vale do São Francisco (BA).

Com produção diversificada, a Miolo é conhecida por seus espumantes premiados, vinhos finos e sucos de uva 100% integrais. Linhas como Miolo Cuvée Tradition, Reserva, Terroir e Lote 43 destacam-se pela qualidade reconhecida no Brasil e no exterior. Os espumantes, elaborados pelos métodos Charmat e Tradicional, são presença garantida em celebrações de todo o país.

Descubra a Vinícola Miolo e viva experiências únicas no Vale dos Vinhedos: tours guiados, degustações harmonizadas, cursos de degustação, piqueniques e visitas ao icônico vinhedo Lote 43. Um convite para brindar com quem valoriza tradição, inovação e a autenticidade do vinho brasileiro.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).