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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Mario Geisse Reserva Cabernet Sauvignon - Cave Geisse - Espumantes do Sul

Mario Geisse Reserva Cabernet Sauvignon

Preço normal R$ 67,20
Preço normal R$ 67,20 Preço promocional R$ 89,70
25% OFF Esgotado
Ver informações completas

Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Mario Geisse Reserva Cabernet Sauvignon

Visual

Cor rubi intensa.

Aromas

Frutas vermelhas com um leve toque tostado proveniente do estágio em carvalho.

Paladar

Vinho maduro, marcante e intenso, com taninos presentes e elegantes, final persistente.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Mario Geisse Reserva Cabernet Sauvignon

Tipo Vinho Fino Tinto Seco
Método 50% vinificação integral em barrica e 50% tradicional em inox, com 12 meses em carvalho francês
Uvas
  • Cabernet Sauvignon
Região Valle Colchagua, Chile
Volume 750ml
Temperatura 15°C a 18°C
Harmonização
  • Carnes assadas
  • Carnes grelhadas
  • Queijos estruturados
Ocasião
  • Inverno
  • Outono
  • Jantar Especial
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Mario Geisse Reserva Cabernet Sauvignon

Cor rubi intensa que se revela ao primeiro olhar, convidando a um bouquet de frutas vermelhas e um sutil toque tostado, resultado do contato prolongado com carvalho francês. A boca se abre com um corpo encorpado, taninos elegantes e uma acidez equilibrada que sustenta a estrutura, deixando um final persistente que convida ao próximo gole. O perfil seco e complexo faz deste tinto uma escolha ideal para noites de inverno ou um jantar especial em que a sofisticação seja o ponto de partida.

O vinho nasce de um processo que combina 50 % de vinificação integral em barrica com 50 % de fermentação tradicional em tanques de inox, permitindo que a fruta mantenha sua vivacidade enquanto ganha nuances de madeira. Doze meses de maturação em barricas de carvalho francês conferem ao rótulo a elegância e a complexidade que caracterizam a linha Reserva da vinícola. O resultado é um tinto maduro, marcante e equilibrado, pronto para ser apreciado em temperatura de 15 °C a 18 °C.

Produzido pela vinícola Geisse, no coração do Valle Colchagua, este Cabernet Sauvignon reflete a identidade e o terroir da região chilena. A história de Mário Geisse, desde a escolha do solo até o cuidado na elaboração, transparece em cada gole, oferecendo uma experiência que vai além do sabor: é um convite a conhecer a tradição e a paixão que moldam cada garrafa. Ideal para acompanhar carnes grelhadas, queijos estruturados ou uma mesa de massas, este vinho celebra a união de terroir e dedicação em cada detalhe.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

Vinhos Mario Geisse

Reserva Cabernet Sauvignon

12 meses de guarda

Com identidade, terroir e elegância.

 

De personalidade

Toda a experiência de Mário Geisse está representada neste rótulo, desde a escolha do terroir até o processo de elaboração da variedade Cabernet Sauvigon. Isso resulta em um vinho maduro, marcante e com características únicas.

 

Intenso e elegante

Este vinho é marcado por uma cor rubi intensa, com aromas de frutas vermelhas e um leve toque tostado. Foi envelhecido por 12 meses em barricas de carvalho francesas, tornando-o encorpado, intenso e elegante.

 

Reserva Cabernet Sauvignon

A Degustação

Harmonizações

Carnes assadas e ou grelhadas.

 

 

Vinhos Mario Geisse

Reserva Cabernet Sauvignon

Ficha Técnica:

País: Chile - Valle Colchagua - Marchigue

Variedade: 100% Cabernet Sauvignon

Vinificação: 50% vinificação integral (fermentação em barrica)

50% vinificação tradicional (tanques inox)

Guarda: 12 meses em barricas de carvalho francês

Temperatura de Serviço: 15°C a 18°C

Safra: Consulte

Imagens meramente ilustrativas - as safras podem variar conforme disponibilidade do produto

 

Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).