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Logo da marca Lídio Carraro Lídio Carraro Elos Cabernet Sauvignon e Malbec

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O Lídio Carraro Elos é um tinto de personalidade clássica e elegância singular, elaborado na Serra do Sudeste a partir da união das uvas Cabernet Sauvignon e Malbec. Com um longo processo de afinamento de quatro anos em garrafa e sem filtragem, este vinho encorpado revela notas intensas de frutas pretas e especiarias, com taninos aveludados e persistentes. É a escolha perfeita para elevar jantares especiais, harmonizando com sofisticação em dias de outono e inverno.
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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Lídio Carraro Elos Cabernet Sauvignon e Malbec - Lídio Carraro - Espumantes do Sul

Lídio Carraro Elos Cabernet Sauvignon e Malbec

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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Lídio Carraro Elos Cabernet Sauvignon e Malbec

Visual

Coloração vermelho rubi intenso.

Aromas

De personalidade clássica, seduz pela intensidade aromática e equilíbrio entre força e fineza. Essencialmente frutado, com notas de frutas pretas como ameixa e amora, evoluindo para notas de passas, tâmaras, cassis, geleia de morango e especiarias como pimenta preta e mel.

Paladar

Intenso e encorpado, é um vinho envolvente na boca, apresentando taninos marcantes e aveludados, remetendo as notas olfativas no retrogosto. Equilibrado, persistente e muito prazeroso.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Lídio Carraro Elos Cabernet Sauvignon e Malbec

Tipo Vinho Fino Tinto Seco
Método Vinificação tradicional em tanques de aço inox, 12 meses em tanque, 4 anos de afinamento em garrafa
Uvas
  • Cabernet Sauvignon
  • Malbec
Região Serra do Sudeste, RS - Brasil
Volume 750ml
Temperatura 16 a 18°C
Harmonização
  • Carnes Vermelhas
  • Queijos Estruturados
  • Massas
Ocasião
  • Inverno
  • Outono
  • Jantar Especial
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Lídio Carraro Elos Cabernet Sauvignon e Malbec

O Lídio Carraro Elos apresenta uma coloração vermelho rubi intensa, revelando um perfil clássico de notável elegância. No nariz, destaca-se pela intensidade aromática, onde notas de frutas pretas, como ameixa e amora, se entrelaçam com nuances de cassis, tâmaras e um toque sutil de especiarias, como pimenta preta e mel. Em boca, é um vinho encorpado e envolvente, com taninos marcantes e aveludados que proporcionam um final persistente, equilibrado e extremamente prazeroso.

Este tinto é elaborado a partir de uma seleção cuidadosa das uvas Cabernet Sauvignon e Malbec, provenientes de parcelas mapeadas para garantir a máxima expressão do terroir. Após a fermentação tradicional em tanques de aço inoxidável e um período de maceração que extrai a riqueza das cascas, o vinho permanece em descanso por 12 meses antes do engarrafamento. Um diferencial marcante é o seu longo processo de afinamento, passando, no mínimo, quatro anos em garrafa antes de ser liberado, o que confere ao rótulo uma complexidade singular.

Produzido pela Lídio Carraro na Serra do Sudeste, em Encruzilhada do Sul, este vinho reflete a dedicação da vinícola em preservar a identidade natural de cada safra, optando por não realizar filtragem. Sua estrutura robusta e sofisticada é a companhia ideal para os dias de outono e inverno, harmonizando com elegância ao lado de pratos de carnes vermelhas, massas encorpadas ou uma tábua de queijos estruturados em um jantar especial.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

LIDIO CARRARO CABERNET SAUVIGNON/MALBEC ELOS


Uvas: 80% Cabernet Sauvignon, 20% Malbec
Safra: Consulte

Teor alcoólico: 13,0% Vol.

Origem:
Encruzilhada do Sul l Serra do Sudeste l RS

Vinhedo: Os vinhedos são gerenciados por meio do sistema de espaldeira, atingindo uma produção de no máximo 1,5 kg /planta e densidade de plantio de 4000 plantas/ha. Para se obter o correto equilíbrio vegetativo da planta, podas verdes são aplicadas às videiras e a produção de uva por planta também é reduzida.

Colheita: manual com seleção de cachos no vinhedo.

Vinificação: Elaborado a partir das castas Cabernet Sauvignon e Malbec, as uvas são identificadas por meio do mapeamento de parcelas do solo para compor um vinho de originalidade única. A fermentação ocorre em tanques de aço inoxidável, no sistema tradicional, com maceração pré fermentada a frio de 36 a 60 horas e um período total de maceração variando entre 16 e 24 dias, para a extração dos compostos presentes nas cascas. Após a fermentação maloláctica e decantação, os vinhos são misturados depois de definir o percentual de cada um, permanecendo por mais 12 meses nos tanques até o seu engarrafamento. Este vinho realiza, no mínimo, 4 anos de afinamento na garrafa antes de ser comercializado. O vinho não é filtrado com o objetivo de manter intactas as suas características naturais.

Engarrafamento: 6.800 garrafas numeradas

Enóloga:
Monica Rossetti

Visual: coloração vermelho rubi intenso.

Olfativo: de personalidade clássica, seduz pela intensidade aromática e equilíbrio entre força e fineza. Essencialmente frutado, frutas pretas como ameixa e amora, evolui para notas passas, tâmaras, cassis, geléia de morango e especiarias, como pimenta preta e mel.

Gustativo: intenso e encorpado, é um vinho envolvente na boca, apresentando taninos marcantes e aveludados, remetendo as notas olfativas no retrogosto. Equilibrado, persistente e muito prazeroso.

A vinícola

Sobre a Lídio Carraro

A Vinícola Lidio Carraro é uma vinícola boutique familiar, presente há mais de cinco gerações e localizada no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves. Adotando uma filosofia purista de mínima intervenção, ela busca expressar ao máximo a essência da uva e do terroir, sem uso de barricas ou correções enológicas.

A produção é limitada e rigorosa, com vinhos e espumantes de linhas premium como Grande Vindima, Dádivas, Elos, Singular e Faces, elaborados com uvas como Merlot, Cabernet Sauvignon, Tannat, Tempranillo, Chardonnay e Pinot Noir. Vários rótulos receberam notas altas e prêmios nacionais e internacionais, e já foram vinhos oficiais de eventos como a Copa do Mundo FIFA 2014, Jogos Olímpicos de 2016 e outras competições esportivas.

Descubra a Vinícola Lidio Carraro com experiências enoturísticas intimistas e sofisticadas: degustações guiadas por enólogo ou sommelier, em ambiente moderno de arquitetura integrada à natureza, piqueniques, tours personalizados e loja com vinhos exclusivos. Ideal para quem valoriza autenticidade, qualidade e conexão profunda com o mundo do vinho.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).