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Logo da marca Lídio Carraro Lídio Carraro Faces do Chile Cabernet Sauvignon

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O Lídio Carraro Faces do Chile é um tinto estruturado e elegante, elaborado no Valle del Maule sob a Filosofia Purista da vinícola. Este corte de Cabernet Sauvignon, Carmenère e Cabernet Franc destaca-se pelo perfil frutado intenso, com notas de frutas negras, especiarias e taninos macios. É a escolha ideal para elevar o sabor de carnes vermelhas e pratos de caça em seus momentos de outono e inverno.
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Lídio Carraro Faces do Chile Cabernet Sauvignon - Lídio Carraro - Espumantes do Sul

Lídio Carraro Faces do Chile Cabernet Sauvignon

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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Lídio Carraro Faces do Chile Cabernet Sauvignon

Visual

Coloração vermelho rubi brilhante.

Aromas

Frutas maduras como morango, ameixa e cereja com toque de especiarias e chocolate.

Paladar

Frutado, intenso e rico, com notas de amora e ameixa, boa estrutura, taninos maduros e persistentes.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Lídio Carraro Faces do Chile Cabernet Sauvignon

Tipo Vinho Fino Tinto Seco
Método Vinificação tradicional com maceração a frio e afinamento em tanques de aço inox
Uvas
  • Cabernet Sauvignon
  • Carmenère
  • Cabernet Franc
Região Valle del Maule, Chile
Volume 750ml
Temperatura 16 a 18°C
Harmonização
  • Massas
  • Aves
  • Carnes vermelhas
  • Carnes de caça
Ocasião
  • Inverno
  • Outono
  • Jantar Especial
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Lídio Carraro Faces do Chile Cabernet Sauvignon

O Lídio Carraro Faces do Chile apresenta uma coloração vermelho rubi brilhante e convida a uma experiência sensorial marcada pela intensidade. No nariz, destacam-se aromas de frutas maduras, como morango, ameixa e cereja, complementados por toques de especiarias e chocolate. Em boca, revela-se um vinho estruturado e rico, com taninos maduros e macios, que conferem uma persistência agradável e um perfil frutado muito equilibrado.

Este vinho é elaborado a partir de um corte que reúne a força da Cabernet Sauvignon com a expressividade da Carmenère e da Cabernet Franc. Seguindo a Filosofia Purista da vinícola, o processo de vinificação prioriza a pureza da fruta, com colheita manual, maceração a frio e um cuidadoso afinamento em tanques de aço inox, garantindo que a tipicidade de cada variedade seja preservada sem a interferência da madeira.

As uvas têm origem nos vinhedos da família Guerra, localizados no Valle del Maule, no Chile, em um terroir de solo aluvial e cascalho que contribui para a identidade única deste rótulo. É uma escolha excelente para acompanhar momentos de outono e inverno, harmonizando perfeitamente com pratos de sabor intenso, como carnes vermelhas, carnes de caça, massas robustas ou aves.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

LIDIO CARRARO CABERNET SAUVIGNON FACES DO CHILE

Um vinho que surpreende pela intensidade aromática, corpo e equilíbrio. Notas de frutas negras maduras, especiarias e chocolate. Taninos maduros e macios, com boa estrutura e agradável frescor e persistência.

 

Degustação

Visual:
Coloração vermelho rubi brilhante.

Olfativo:
Possui ótima intensidade aromática, evidenciando frutas maduras como morango, ameixa e cereja com toque final de especiarias.

Degustativo:
Em boca é frutado, intenso e rico, com notas de amora e ameixa, boa estrutura, taninos maduros, de retrogosto agradável e persistente.

 

Harmonização:
Massas, aves, carnes vermelhas e carnes de caça.

 

Terroir:

As uvas são provenientes dos vinhedos próprios da família Guerra no Valle del Maule, Chile. Solo aluvial e cascalho com baixa fertilidade às margens do rio Maule.

 

Variedade:

Este Cabernet Sauvignon (85%) é complementado com as uvas Carmenère (8%) e Cabernet Franc (7%) para compor um vinho de expressão única.

 

Vindima:

2018

 

Álcool:

13,0% Vol.

 

Vinificação:

Elaborado seguindo a Filosofia Purista. Colheita manual com seleção de cachos no vinhedo. As uvas foram transportadas até a vinícola, desengaçadas e ficaram em maceração à frio por 24 a 48 horas. Após, procedeu-se com a fermentação utilizando práticas de extração que privilegiassem um perfil frutado, de boa estrutura com taninos presentes e maduros. O vinho realizou fermentação malolática e passou por uma estabilização natural durante o inverno. Ficou em afinamento em tanques de aço inox até o seu engarrafamento.

A vinícola

Sobre a Lídio Carraro

A Vinícola Lidio Carraro é uma vinícola boutique familiar, presente há mais de cinco gerações e localizada no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves. Adotando uma filosofia purista de mínima intervenção, ela busca expressar ao máximo a essência da uva e do terroir, sem uso de barricas ou correções enológicas.

A produção é limitada e rigorosa, com vinhos e espumantes de linhas premium como Grande Vindima, Dádivas, Elos, Singular e Faces, elaborados com uvas como Merlot, Cabernet Sauvignon, Tannat, Tempranillo, Chardonnay e Pinot Noir. Vários rótulos receberam notas altas e prêmios nacionais e internacionais, e já foram vinhos oficiais de eventos como a Copa do Mundo FIFA 2014, Jogos Olímpicos de 2016 e outras competições esportivas.

Descubra a Vinícola Lidio Carraro com experiências enoturísticas intimistas e sofisticadas: degustações guiadas por enólogo ou sommelier, em ambiente moderno de arquitetura integrada à natureza, piqueniques, tours personalizados e loja com vinhos exclusivos. Ideal para quem valoriza autenticidade, qualidade e conexão profunda com o mundo do vinho.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).