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Logo da marca Dal Pizzol Dal Pizzol Cabernet Franc

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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Dal Pizzol Cabernet Franc - Dal Pizzol - Espumantes do Sul

Dal Pizzol Cabernet Franc

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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Dal Pizzol Cabernet Franc

Visual

Cor rubi-vivo, brilhante.

Aromas

Intensos, com traços florais de violeta, e lembrando amoras e framboesas silvestres.

Paladar

Em geral exige pouco envelhecimento, sendo agradável para ser consumido ainda jovem.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Dal Pizzol Cabernet Franc

Tipo Vinho Fino Tinto Seco
Método Vinificação tradicional em tanque
Uvas
  • Cabernet Franc
Região Serra Gaúcha
Volume 750ml
Temperatura 15 a 20 °C
Harmonização
  • Massas com molhos de carne
  • Aves grelhadas
  • Assados
  • Cordeiro
  • Filés
  • Risotos
  • Queijos tipo camembert e cheddar
Ocasião
  • Inverno
  • Outono
  • Jantar Especial
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Dal Pizzol Cabernet Franc

Um rubi vivo que reflete a elegância da Serra Gaúcha. A primeira impressão traz aromas de violeta e frutos silvestres, como amoras e framboesas, que se equilibram com uma acidez refrescante e um corpo médio. No paladar, a leveza e a estrutura moderada convidam a degustar o vinho ainda jovem, revelando uma complexidade boa que se mantém fiel ao caráter seco.

A vinificação segue um método tradicional em tanques de inox, onde a maceração mediana e a fermentação controlada de 25 a 28 °C permitem que a fruta desenvolva seu potencial aromático. Após a fermentação malolática, o mosto amadurece por 12 meses em tanques de inox, garantindo estabilidade tartárica natural e preservando a frescura do Cabernet Franc. O resultado é um vinho fino, com equilíbrio entre corpo, acidez e nuances florais.

Produzido pela vinícola Dal Pizzol, no coração da Serra Gaúcha, este Cabernet Franc carrega a tradição e o clima da região, onde a altitude e o clima temperado favorecem a maturação lenta das uvas. Ideal para acompanhar pratos de carne, aves grelhadas, cordeiro, filés e queijos como camembert e cheddar, ele se torna o acompanhante perfeito para jantares especiais de outono e inverno, servindo entre 15 e 20 °C para revelar todas as suas qualidades.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

As uvas foram desengaçadas para obtenção do mosto, adicionado levedura seca ativa (Saccharomyces Cerevisiae ) e açúcar. Fermentou em temperatura controlada de 25 a 28 °C, sofreu remontagens regulares durante o período de maceração (5 dias). O mosto foi submetido a maceração mediana para se obter um bom equilíbrio de paladar, coloração e concentração de aromas. Após realizar a fermentação malolática, maturou por um período de 12 meses em tanques de inox. Passou por estabilização tartárica natural, filtrado e engarrafado.

 

Características do vinho:
Visual: vinho medianamente encorpado, de cor rubi-vivo, brilhante.

Aromas: intensos, com traços florais de violeta, e lembrando amoras e framboesas silvestres.

Paladar: em geral exige pouco envelhecimento, sendo agradável para ser consumido ainda jovem.

 

Harmonização:
Pelas suas características é a companhia ideal para massas com molhos de carne, aves grelhadas, assados, cordeiro, filés, risotos e queijos tipo camembert, cheddar.

 

Temperatura de serviço:
Para desfrutar de todas as qualidades deste vinho, ideal é consumi-lo entre 15 a 20 °C.

A vinícola

Sobre a Dal Pizzol

A Vinícola Dal Pizzol — anteriormente conhecida como Monte Lemos — foi fundada em 1974 por descendentes de imigrantes italianos e está localizada no distrito de Faria Lemos, em Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha. Com produção anual próxima de 300 mil garrafas, a marca mantém forte tradição familiar e alto controle técnico no cultivo de uvas, garantindo qualidade em cada etapa da produção.

No local, o visitante encontra o Parque Temático do Vinho, um verdadeiro EcoMuseu a céu aberto, com museu histórico, o famoso “Vinhedo do Mundo” (mais de 400 variedades de uvas), lago, playground, espaço pet‑friendly e gastronomia, como o restaurante harmonizado e um wine bar ao ar livre. São experiências imersivas ideais para famílias, grupos e amantes do vinho.

Os vinhos, espumantes e sucos Dal Pizzol destacam‑se pela pureza aromática e expressão do terroir, com destaque para rótulos como o Chardonnay e o Rosé de Franc. A vinícola oferece diferentes experiências sensoriais — de degustações guiadas a tours às cegas e piqueniques — unindo emoção, história e natureza em cada visita.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).