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Logo da marca Valmarino Valmarino Churchill Cabernet Franc

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O Valmarino Churchill Cabernet Franc é um tinto de produção limitada que expressa a excelência do terroir de Pinto Bandeira, na Serra Gaúcha. Com 24 meses de maturação em carvalho americano, este vinho encorpado revela uma complexidade aromática de frutas maduras, especiarias e notas de torrefação. É uma escolha sofisticada e estruturada, ideal para acompanhar carnes de caça e queijos curados em ocasiões especiais.
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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Valmarino Churchill Cabernet Franc

Valmarino Churchill Cabernet Franc

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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Valmarino Churchill Cabernet Franc

Visual

Coloração rubi intenso e profundo, límpido e brilhante, com boa viscosidade no cálice.

Aromas

Frutas maduras de caroço (cereja e cassis), especiarias (pimenta-preta), chocolate ao leite, tabaco, caramelo e café.

Paladar

Na boca, o vinho confirma sua estrutura: corpo robusto, acidez bem integrada e taninos sedosos com final longo e persistente. O conjunto é untuoso e envolvente, com a fruta madura sustentando o amadurecimento em madeira.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Valmarino Churchill Cabernet Franc

Tipo Vinho Fino Tinto Seco
Método 24 meses em barricas de carvalho americano
Uvas
  • Cabernet Franc
Região Pinto Bandeira, Serra Gaúcha, Brasil
Volume 750ml
Temperatura 16–18 °C
Harmonização
  • Carnes de caça
  • Cordeiro assado
  • Queijos curados
Ocasião
  • Jantar Especial
  • Inverno
  • Outono
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Valmarino Churchill Cabernet Franc

O Valmarino Churchill Cabernet Franc apresenta uma coloração rubi intensa e profunda, revelando uma estrutura robusta e elegante. No nariz, a complexidade se destaca através de notas de frutas maduras, como cereja e cassis, harmoniosamente integradas a nuances de especiarias, chocolate ao leite, tabaco e café. Em boca, o vinho confirma seu caráter encorpado, com taninos sedosos e uma acidez equilibrada que conduz a um final longo e persistente.

Este tinto é fruto de um processo de elaboração rigoroso, que inclui a vinificação tradicional com fermentação malolática completa. O grande diferencial reside em seu amadurecimento de 24 meses em barricas novas de carvalho americano de primeiro uso com tostagem alta, técnica que confere personalidade e untuosidade ao conjunto, preservando a vivacidade da fruta.

Produzido pela Vinícola Valmarino em Pinto Bandeira, na Serra Gaúcha, este rótulo carrega a história de uma família dedicada ao terroir local desde 1978. O Churchill nasce de uma parceria de longa data, refletindo a vocação da região para a produção de vinhos de caráter definido. É uma escolha excelente para acompanhar pratos de sabores intensos, como carnes de caça, cordeiro assado e queijos curados, sendo ideal para elevar momentos especiais em noites de outono ou inverno.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

De rubi intenso a 24 meses em carvalho americano novo, o Cabernet Franc Churchill é um dos vinhos tintos de produção limitada mais expressivos da Serra Gaúcha. 


O Cabernet Franc Churchill apresenta coloração rubi intenso e profundo, límpido e brilhante, com boa viscosidade no cálice. No olfato, abre com frutas maduras de caroço — cereja e cassis —, evoluindo para notas de especiarias como pimenta-preta e chocolate ao leite. Camadas de torrefação trazem referências de tabaco, caramelo e café, integradas de forma coesa à fruta. A passagem prolongada em carvalho americano novo confere personalidade distinta sem comprometer o equilíbrio.

Na boca, o vinho confirma sua estrutura: corpo robusto, acidez bem integrada e taninos sedosos com final longo e persistente. O conjunto é untuoso e envolvente, com a fruta madura sustentando o amadurecimento em madeira. Harmoniza com carnes de caça, cordeiro assado, costela e maminha na brasa, além de queijos curados como gouda e provolone.


Elaborado com uvas 100% Cabernet Franc provenientes dos vinhedos históricos da Vinícola Valmarino em Pinto Bandeira, na D.O. Altos de Pinto Bandeira, o Churchill é fruto da parceria entre a família Salton e o californiano Nathan Churchill, iniciada em 2006. Após a vinificação com controle rigoroso de temperatura e fermentação malolática completa, o vinho foi envelhecido por 24 meses em barricas novas de carvalho americano de primeiro uso com tostagem alta — escolha que marca a identidade deste rótulo desde sua primeira edição. A produção foi limitada, com garrafas numeradas.

A casta Cabernet Franc é cultivada na Valmarino desde 1978, quando Orval Salton — enólogo formado em Mendoza e pioneiro na implantação de viníferas em Pinto Bandeira — plantou o primeiro vinhedo da propriedade. É o vinhedo mais antigo da vinícola e a base de sua produção mais reconhecida.


  • Uva: Cabernet Franc (100%)
  • Método: Vinificação tradicional com fermentação malolática e maturação em barrica
  • Amadurecimento: 24 meses em carvalho americano de primeiro uso, tostagem alta
  • Região: Pinto Bandeira, Serra Gaúcha — RS 
  • Graduação alcoólica: 14%
  • Temperatura de serviço: 16–18 °C
  • Safra: Consulte a safra disponível

A Vinícola Valmarino é uma empresa familiar com sede em Pinto Bandeira, Rio Grande do Sul, fundada oficialmente em 1997 por Orval Salton e seus três filhos — Marco Antônio, Guilherme e Rodrigo. Com 21 hectares de vinhedos e 18 variedades viníferas plantadas, a propriedade valoriza a identidade do terroir local e a produção de vinhos de caráter definido. O nome homenageia Cison di Valmarino, município do Vêneto italiano de onde vieram os antepassados da família. A parceria com Nathan Churchill, iniciada em 2006, consolidou um dos rótulos de maior prestígio da produção nacional de tintos varietais.

A vinícola

Sobre a Valmarino

A Vinícola Valmarino nasceu da determinação de Orval Salton, enólogo formado em Mendoza e estudioso das variedades viníferas europeias, que em 1978 adquiriu uma propriedade de 24 hectares em Pinto Bandeira, no Rio Grande do Sul, e plantou ali o primeiro vinhedo de Cabernet Franc da região. A vinícola foi fundada oficialmente em 1997, com os filhos Marco Antônio, Guilherme e Rodrigo como sócios, e leva no nome uma homenagem às origens da família: Cison di Valmarino, município da região do Vêneto, na Itália.

Hoje, com 21 hectares cultivados e 18 variedades viníferas, a Valmarino produz vinhos e espumantes com identidade clara, ancorados no terroir de Pinto Bandeira — território reconhecido pela Denominação de Origem Altos de Pinto Bandeira. A parceria com o californiano Nathan Churchill, iniciada em 2006, ampliou o alcance da vinícola e consolidou rótulos de produção limitada que figuram entre os tintos varietais mais respeitados do Brasil.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).