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Logo da marca Arteviva Arteviva Sinônimos Blend Singular

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O Arteviva Sinônimos Blend Singular celebra a arte da conexão através de um corte sofisticado de Merlot, Tannat, Cabernet Franc, Alicante Bouchet e Marselan. Com seis meses de estágio em carvalho francês e americano, este tinto encorpado revela uma complexidade equilibrada, onde notas de frutas maduras e especiarias se unem à elegância da uva Tannat. É a escolha ideal para aquecer os jantares de outono e inverno, harmonizando com perfeição carnes, massas e momentos memoráveis.
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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Arteviva Sinônimos Blend Singular - Arteviva - Espumantes do Sul

Arteviva Sinônimos Blend Singular

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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Arteviva Sinônimos Blend Singular

Visual

Coloração rubi intensa com reflexos violáceos.

Aromas

Frutas vermelhas e negras maduras, notas de especiarias e toques amadeirados provenientes do estágio em carvalho.

Paladar

Harmonia entre os varietais com a estrutura conferida pelo estágio em carvalho. Apresenta a singularidade da uva Tannat no corte.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Arteviva Sinônimos Blend Singular

Tipo Vinho Fino Tinto Seco
Método 6 meses em barricas de carvalho francês e americano
Uvas
  • Merlot
  • Tannat
  • Cabernet Franc
  • Alicante Bouchet
  • Marselan
Volume 750ml
Temperatura 16 a 18°C
Harmonização
  • Pizzas
  • Massas
  • Grelhados
  • Carne suína
  • Aves
Ocasião
  • Outono
  • Inverno
  • Jantar Especial
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Arteviva Sinônimos Blend Singular

Com uma cor rubi intensa, com delicados reflexos violáceos, o Arteviva Sinônimos Blend Singular é um vinho tinto fino que evoca a riqueza de um encontro especial. Sua experiência de degustação é marcada por um corpo médio a encorpado e uma acidez equilibrada, apresentando um paladar complexo que equilibra a doçura de frutas vermelhas e negras maduras com notas especiadas e toques amadeirados.

Este rótulo é o resultado de um sofisticado blend composto por cinco variedades — Merlot, Tannat, Cabernet Franc, Alicante Bouchet e Marselan. Para atingir sua harmonia singular, o blend passa por um estágio de seis meses em carvalho francês e americano. Essa maturação em barricas não só confere estrutura e profundidade aos varietais, mas também permite que a singularidade da uva Tannat brilhe em destaque, criando um corte nobre e equilibrado.

Criado pela vinícola ArteViva, este vinho é ideal para celebrar momentos de aconchego, perfeito para as noites de outono e inverno. Sua complexidade e estrutura o tornam um excelente acompanhamento para jantares especiais, harmonizando maravilhosamente com carnes vermelhas, queijos estruturados, massas e grelhados.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

Vinho Fino Tinto Seco Blend Sinônimos Arteviva

 

Uma vida boa se constrói com bons relacionamentos. Relacionamentos são sinônimos de conexão, e o vinho nos conecta com amigos, com o amor, com prazer, com a arte, com o ser.

Este Blend composto por 5 variedades (Merlot, Tannat, Cabernet Franc, Alicante Bouchet e Marselan) estagia 6 meses em carvalho francês e americano obtendo a perfeita harmonia entre os varietais. A partir deste blend criou-se dois vinhos, onde colocamos em evidência a singularidade olfativa e gustativa da cultivar Tannat. Um acréscimo de 7% de Tannat ( 6 meses em carvalho Francês) difere o Sinônimos Blend do Blend singular Tannat, assim quando degustados em conjunto, tornam-se didáticos e nos reportam ao cotidiano do enólogo, ou seja, a experiência de perceber as características que a cultivar Tannat agrega em um corte (Blend).

 

Harmonização

Pizzas, massas, grelhados, carne suína, e aves em geral.

 

Safra

Consulte

 

Variedade

Tannat, Merlot, Cabernet Franc, Alicante Bouchet, Marselan

A vinícola

Sobre a Arteviva

A Vinícola Arteviva é uma vinícola boutique, fundada em 2019 por Giovanni Ferrari, que produz vinhos e espumantes premium e super‑premium na Serra GaúchaSituada entre Monte Belo do Sul (onde fica o atelier de elaboração) e Bento Gonçalves (Caminhos de Pedra, para recepção e degustação), valoriza os terroirs locais e a produção artesanal em pequenos lotes.

Os vinhos e espumantes Arteviva são elaborados com atenção à pureza aromática e expressão do terroir: fermentam em tanques geodésicos e descansam em barricas de madeiras brasileiras e carvalho, conferindo notas únicas como cravo, canela e especiariasCom capacidade anual de cerca de 55 mil garrafas, a vinícola atua nas linhas Ícone, Elementar, Especiais e Sinônimos, com produção limitada e identidade forte.

Descubra a Arteviva e surpreenda‑se com rótulos que unem inovação, tradição e brasilidade, em uma experiência sensorial que vai além da degustação — ideal para quem valoriza autenticidade e exclusividade em cada taça.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).