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Logo da marca Casa Valduga Casa Valduga Arte Blend 2 Fruité

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O Casa Valduga Arte Blend 2 Fruité é um tinto fino e seco que celebra a harmonia entre as uvas Marselan e Malbec, cultivadas na Serra do Sudeste. Com um perfil jovial e refrescante, este vinho destaca-se pelos aromas de frutas vermelhas e por seu paladar equilibrado, de corpo leve e taninos macios. É a escolha ideal para acompanhar momentos de outono e inverno, harmonizando perfeitamente com queijos leves, massas e risotos.
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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Casa Valduga Arte Blend 2 Fruité - Casa Valduga - Espumantes do Sul

Casa Valduga Arte Blend 2 Fruité

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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Casa Valduga Arte Blend 2 Fruité

Visual

Vermelho violáceo, com aspecto límpido e brilhante.

Aromas

Perfil aromático jovial e fresco. Ressalta aromas de frutas vermelhas como morangos, framboesas e cerejas.

Paladar

Em boca é equilibrado, leve, agradável e apresenta taninos macios.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Casa Valduga Arte Blend 2 Fruité

Tipo Vinho Fino Tinto Seco
Método Vinificação tradicional em tanque
Uvas
  • Marselan
  • Malbec
Região Serra do Sudeste
Volume 750ml
Temperatura 14º a 16ºC
Harmonização
  • Queijos leves
  • Fiambreria
  • Carnes
  • Massas com molhos pouco condimentados
  • Risotos
Ocasião
  • Outono
  • Inverno
  • Jantar Especial
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Casa Valduga Arte Blend 2 Fruité

O Casa Valduga Arte Blend 2 Fruité apresenta uma coloração vermelho violáceo, límpida e brilhante, que antecipa um perfil aromático jovial e muito fresco. No nariz, destaca-se pela expressão clara de frutas vermelhas, como morangos, framboesas e cerejas. Em boca, revela-se um vinho equilibrado e leve, com taninos macios que conferem uma textura agradável e um final convidativo.

Este tinto fino seco é o resultado da técnica de assemblage, onde as uvas Marselan e Malbec são harmoniosamente combinadas. Elaborado através de um processo de vinificação tradicional em tanques, com controle rigoroso de temperatura e fermentação malolática, o vinho busca preservar o frescor e a vivacidade das frutas, resultando em uma bebida que valoriza o caráter de cada casta.

Produzido na Serra do Sudeste, este rótulo reflete a dedicação da Casa Valduga em expressar a identidade de seu terroir. Com sua estrutura leve e refrescante, é uma escolha versátil para acompanhar momentos de Outono e Inverno, harmonizando perfeitamente com queijos leves, fiambreria, massas com molhos pouco condimentados, risotos ou carnes.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

ARTE Marselan e Malbec 750ml

 

A Arte enológica da composição dos blends é toda inspiração.

A técnica da assemblage nos traz vinhos harmônicos, que nos encantam e nos envolvem.

 

Vinho Tinto Seco

Marselan e Malbec

Serra do Sudeste

14º a 16ºC

 

Harmonização:

Queijos leves, fiambreria, carnes, massas com molhos pouco condimentados e risotos.

 

Características

Visão: Vermelho violáceo, com aspecto límpido e brilhante.

Olfato: Perfil aromático jovial e fresco. Ressalta aromas de frutas vermelhas como morangos, framboesas e cerejas.

Paladar: Em boca é equilibrado, leve, agradável e apresenta taninos macios.

 

Premiações:

Ouro - Wines of Brazil Awards | 2020

88 Pontos - Guia Adega | Brasil | 2020

 

 

FICHA TÉCNICA

Variedades: Marselan | Malbec

Clone Varietal: Inra 980 | ISV-R6

Porta-Enxerto: 3309 | 3309

Sistema de Produção: Espaldeira Simples

Densidade/ha: 4.000 plantas

Tipo de Poda: Guyot

Carga de Gemas/ha: 40.000

Práticas Vitícolas: Desbrota, desponta, desfolha na região dos cachos, raleio de cachos para controle de produção.

Colheita: Manual e seletiva. Transporte em caixas de até 16 kgs.

 

VINIFICAÇÃO

- Colheita e seleção final dos cachos;

- Desengace das uvas frescas;

- Maceração pré-fermentativa à frio;

- Fermentação por leveduras selecionadas Saccharomyces cerevisiae;

- Temperatura de fermentação controlada entre 22º a 23ºC;

- Remontagens durante 5 dias de maceração pelicular

- Descuba;

- Fermentação malolática;

- Assemblage;

- Filtração;

- Engarrafamento;

 

LAUDO ANALÍTICO

Álcool: 12,5%

Densidade: 0,995

Extrato Seco: 28,3 g/l

Acidez Total: 5,58 g/l de ácido tartárico

Acidez Volátil: 0,33 g/l de ácido acético

SO2 Total/Livre: 0,089 / 0,023 g/l

Açúcares totais em glicose: 1,98 g/l

pH: 3,64

 

A vinícola

Sobre a Casa Valduga

A Vinícola Casa Valduga é uma das instituições mais consolidadoras da viticultura brasileira, com raízes fincadas no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves, desde 1875, e referência no enoturismo nacional. Pioneira no setor, oferece um complexo com pousada, restaurantes, caves históricas e experiências imersivas que fazem da visita uma verdadeira jornada pelo mundo do vinho.

Os vinhos e espumantes Casa Valduga conquistam reconhecimento internacional, com destaque para rótulos como Villa‑Lobos Cabernet Sauvignon, Storia Merlot e o premiado Espumante 130 Blanc de Blanc. Avaliados entre os melhores do país e produzidos com tecnologia moderna e tradição familiar, seus produtos unem elegância, consistência e conexão com o terroir.

Descubra a Casa Valduga e viva experiências únicas de degustação, cursos, piqueniques e muito mais, em uma vinícola que combina autenticidade, inovação e liderança no mercado, sendo a primeira brasileira entre as 100 melhores do mundo para visitar.


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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).