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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Pizzato Reserva Alicante Bouschet - Pizzato - Espumantes do Sul

Pizzato Reserva Alicante Bouschet

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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Pizzato Reserva Alicante Bouschet

Visual

Rubi escuro a violáceo, profundo.

Aromas

Frutas negras maduras (passas, ameixas, jabuticaba), floral, terroso, azeitonas negras, mentol, defumado e notas empireumáticas.

Paladar

Potente, encorpado, excelente estrutura fenólica, retro-olfato rico e longo.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Pizzato Reserva Alicante Bouschet

Tipo Vinho Fino Tinto Seco
Método Amadurecimento em barris de carvalho francês por 11 meses
Uvas
  • Alicante Bouschet
Região Vale dos Vinhedos
Volume 750ml
Temperatura 16 a 18°C
Harmonização
  • Caças
  • Cordeiro
  • Cortes gordurosos de gado
Ocasião
  • Inverno
  • Outono
  • Jantar Especial
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Pizzato Reserva Alicante Bouschet

Pizzato Reserva Alicante Bouschet apresenta um rubi profundo, quase violáceo, que revela aromas de frutas negras maduras – passas, ameixas e jabuticaba – entrelaçados com notas florais, terrosas, de azeitonas negras e um leve toque de mentol defumado. Na boca, a estrutura fenólica é potente e encorpada, com acidez equilibrada que sustenta um final longo e complexo. Este tinto seco combina elegância e intensidade, ideal para quem busca um vinho com personalidade marcante.

A uva Alicante Bouschet, cruzamento de Grenache e Petit Bouschet, é cultivada em espaldeiras norte‑sul na Santa Lúcia. A colheita é totalmente manual, em pequenas caixas, garantindo a seleção cuidadosa das uvas. A fermentação em tanques de aço inoxidável dura sete dias, seguida de 11 meses de amadurecimento em barris de carvalho francês de primeiro e segundo uso, conferindo leveza, complexidade e um caráter refinado ao vinho.

Pizzato, referência no Vale dos Vinhedos, produz este rótulo em parcelas de alto potencial, com solo basáltico franco e pedregulhos que favorecem a concentração. O resultado é um vinho estruturado, perfeito para harmonizar com caças, cordeiro e cortes gordurosos de gado, ideal para jantares de inverno e celebrações especiais.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

PIZZATO ALICANTE BOUSCHET

Disponível na linha de vinhos da Pizzato desde a colheita 2004, foi por vários anos o único varietal em escala comercial elaborado no Brasil a partir da uva Alicante Bouschet.

 

A Alicante Bouschet é uma uva que contém alto teor de cor, sendo muito conhecida como uma das castas ‘tintoreiras’. De grande produção por planta, expressa-se com alguma personalidade apenas quanto conduzida de forma diligente no que tange ao rendimento. Quando conduzida desta forma, gera vinhos densos e muito escuros, com grande capacidade (e pode-se dizer, necessidade) de amadurecimento.

 

Foi criada por Henri Bouschet a partir do cruzamento das uvas Petit Bouschet (cruzamento das uvas Aramon e Teinturier du Cher, feito por Louis Bouschet, pai de Henri) e Grenache. É uma das poucas uvas de potencial enológico que apresenta cor não apenas na casca mas também na polpa.

 

Internacionalmente, nas últimas décadas têm apresentado belos vinhos oriundos de algumas poucas regiões da Espanha e Portugal, mantendo a fama de ser uma uva desafiante para elaboração de varietais.

 

DESTAQUES

  • 91 pontos no Guia Adega de Vinhos do Brasil 2016/2017
  • 90 pontos no Guia Adega de Vinhos do Brasil 2013/2014, 2014/2015
  • 90 pontos no Guia Adega de Vinhos do Brasil 2015/2016
  • Seleção do Brasil por Evan Goldsztein, master sommelier EUA
  • Melhor vinho de uvas exóticas Revista Adega setembro 2013 (90 pontos)
  • Exportado para diversos mercados: Estados Unidos (NY), França, Canadá (Alberta), Reino Unido, Luxemburgo, Bélgica, etc.

 

Proposta

Vinho estruturado, de guarda, elegante. Incrivelmente escuro, mesmo com o amadurecimento. Vinho exclusivo com esta uva no Brasil. Para beber agora ou amadurecer (bom potencial de guarda). Passagem por barris de carvalhofrancês (1º e 2º usos). Vinhedos próprios, conduzidos em espaldeiras. Das melhores parcelas do vinhedoSta Lúcia, Vale dos Vinhedos. Lotes limitadosem termos de garrafas, com numeração individual.

 

Degustação

Rubi escuro a violáceo, profundo; no olfato, frutas negras maduras (passas, ameixas, jabuticaba) e floral;terroso, azeitonas negras, mentol, defumado e leve empireumático; boca potente, encorpado e de muito boa estrutura fenólica, retro-olfato rico, longo. Vinho em evolução. *notas geralmente observadas

 

Harmonização

Caças, cordeiro, comida regional Brasileira ( rabada, mocotó, vaca atolada). Cortes gordurosos de gado.

 

Serviço

Para melhor apreciar os pontos fortes deste vinho, sugere-se que a temperatura da bebida esteja entre 16 e 18oC.

 

Colheita

Garrafas: 4.400de 750 ml, todas numeradas. Dados Técnicos: Álcool (% vol.) : 13,5 Açúcar residual (g/l) : 1,9 Acidez total (g/l ác.tartárico): 6,34 pH: 3,58 Tempo de barril (meses): 11 (1º e 2º usos), francês Data da colheita: 16 de Março de 2012

 

Vinhedo

Nome: Santa Lúcia, Vale dos Vinhedos Região: Vale dos Vinhedos, Denominação de Origem Localização: 29°10'17.91""S, 51°36'05.59""O, 495 m.a.n.m. Arquitetura: Espaldeiras com orientação norte-sul. Solo: De origem basáltica, franco, com pedregulhos e argiloso Colheita: totalmente manual, em pequenas caixas de até 16 kg

 

Elaboração

Fermentação e maceração em tanques de aço inoxidável, com leveduras selecionadas e temperatura controlada. Tempo total de fermentação e maceração: 7 dias. Amadurecimento em barris de carvalho francês de primeiro e segundo uso por 11 meses.

A vinícola

Sobre a Pizzato

A Vinícola Pizzato é uma vinícola familiar localizada no coração do Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves, reconhecida por produzir vinhos finos e espumantes de alta qualidade com forte identidade de terroir. Fundada pela família Pizzato, descendente de imigrantes italianos que chegaram à região em 1880, a marca combina tradição, pesquisa e manejo cuidadoso dos vinhedos.

Os vinhos Pizzato são elaborados apenas com uvas próprias, cultivadas em vinhedos como o icônico Vale dos Vinhedos e o Dr. Fausto, em Dois Lajeados. Linhas como Concentus, DNA99, Fausto e Legno destacam-se pela elegância, intensidade aromática e potencial de guarda. Já os espumantes Brut, Nature e Rosé reforçam o compromisso da vinícola com borbulhas finas, frescor e equilíbrio.

Descubra a Vinícola Pizzato e viva uma experiência completa: degustações dirigidas, tours pelos vinhedos, piqueniques harmonizados e o charme de uma vinícola que valoriza tradição, identidade local e inovação em cada garrafa.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).